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Mensagem por Lord Poseidon em Dom 24 Nov - 8:46


Teste- Filhos de Poseidon


Aqui irá ficar o teste para quem quiser ser filho de Poseidon mais conhecido como eu . Enfim, o teste é difícil e complexo, portanto se você quer ser aprovado é melhor fazer algo bom MUITO BOM . Sem mais delongas vamos as perguntas do teste:

- Diga-me...Por que quer ser filho de Poseidon?(Quero um bom motivo, não algo clichê do tipo: porque o acho legal, tente surpreender-me ao máximo).

- Conte-me sua história. Desde o momento em que nasceu até o dia em que foi reclamado.MÍNIMO 40 LINHAS

- Narre uma visita ao palácio de seu Pai e uma conversa com ele. MÍNIMO 25 LINHAS

- Descreva suas características (Físicas e Psicológicas) MÍNIMO 10 LINHAS

- Por fim, faça uma missão importante para o seu pai. MÍNIMO 20 LINHAS.


Dicas:

- Evitem criar situações parecidas ou mesmo iguais a saga PJ e HDO. Levo muito em conta a originalidade. Mas também não mudem todo o contexto sobre o qual está escrevendo.

- Sejam detalhistas e escrevam o máximo que puderem, não tenham preguiça, porém não tornem o texto cansativo, tentem encontrar um meio termo.


Bem semideuses, este aqui é o modelo. Lembrando que mais de um semideus pode ser aprovado, assim como nenhum semideus pode ser aprovado, neste teste conta muito o esforço de cada um.Boa sorte a todos!

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Re: Ψ Teste para Filhos De Poseidon Ψ

Mensagem por Marcio Oliveira em Sab 17 Maio - 11:46

Porque ser filho de poseidon ?
Bem....... na verdade sempre gostei de Poseidon(sei que não deveria fazer uso deste clichê, mas sinceramente não resiste), mas gostos a parte, neste jogo ou em qualquer outro, para se dar bem você precisa conseguir poder e que melhor maneira para isso ser filho de um dos três grandes deuses?Visto isso, eu só precisava enumerar as vantagens em ser filho de cada um deles e achei que o que mais me traria vantagens seria poseidon, embora a maioria prefira Zeus por seus raios e tals ou Ades com seu inferno e outras coisas mais, como uma linda madrasta que sempre estava pronta para traí-lo, eu sempre gostei mais dos velhos elementos da natureza, principalmente a água. Sem contar é claro que dos três, Poseidon é de longe o Deus mais sensato com relação as coisa divinas ou seja La como chamem.

Agora irei contar minha história, de quando nasci ate a tarefa de que meu pai me incumbiu:
Minha história na verdade é bastante curta, mas tentarei prolongá-la o máximo possível.
Minha história começa no dia do meu nascimento, (obviamente), fora um parto difícil....... imagino.
Minha mãe não suportou e faleceu, ”para viver eu roubei esta vida de minha mãe ou fora o que meu avô me disse na única vez que veio me visitar, eu era um filho indesejado, e não era filho do marido da minha mãe, ao que parece ela o traio com um homem que aparentemente a conquistou e no outro dia foi embora para nunca mais da as caras “provavelmente morto espero”, era o que sempre pensava ate os acontecimentos recentes, sempre o culpava por esse linda vida que tenho levado, mas enfim.....
Quando minha mãe morreu, fui mandado para o orfanato como o bastardo que era, visitado apenas algumas vezes por meu avô para ser acusado da causa de todo o sofrimento da família ate que ele finalmente parou de vir também o que achei ótimo pois já havia dito que sentia muito e pedi desculpas pela morte de minha mãe vezes demais, estava cansado disso, queria esquecer tudo e viver em paz, o que depois de um tempo aconteceu, bem...... não havia esquecido mas estava relativamente em paz, mas vamos voltar ao dia em que marcou minha vida, foi no meu aniversário de 14 anos e claro que não teve festa mas pude sair para dar uma volta com meus amigos, o que era o melhor presente que havia ganho.
Estava jogando futebol quando ouço uma voz familiar.
-Marcio, ainda bem que te encontrei
Dizia a nova psiquiatra e de longe a mais bela mulher que já havia visto, ela estava com uma aparência cansada e parecia realmente feliz em me ver, o que era novidade já que quase ninguém gostava de mim.
-Senhora, seja La o que for não fui eu, e o refeitório já estava daquele jeito quando eu vi.
Respondi tentando esconder a preocupação no tom de minha voz.
-O que?Refeitório?( respondeu ela com uma expressão confusa).
-Há.... aquilo foi você( a clareza apareceu em seus olhos e o pânico no meu), mas não se preocupe, isso não tem nada a ver com aquela bagunça.
Disse ela se aproximando cada vez mais perto, ” perto, perto, putz!Perto de mais!Não cora Marcio, não cora Marcio, seu babaca... você ta corando.....”O rosto dela estava quase colado no meu, ela colocou a mão no meu cabelo e ficou brincando com o mesmo.-Eu preciso da sua ajuda, você vai me ajudar?-Disse ela com o tom de voz que se parecia com o de um anjo enquanto mordia o lábio inferior. Consegui apenas gaguejar um sim fraco, ela levantou de uma vez, me assustando ate e me puxando pelo braço ate um lugar escuro atrás do orfanato –Acho que ninguém vai nos ver aqui- Disse ela num tom de voz tranqüilo e alegre.
-Se...se...senhorita, o que você vai fazer? Disse por fim.
“O que ela vai fazer? Você é idiota?Seduza ela, anda babaca, seduza”
Pensava comigo mesmo mais a única coisa que consegui fazer foi continuar corando e dando meus sorriso de retardado.
Ela começou a se aproximar de mim cada vez mais e com um lindo sorriso angelical.
“Ela vai me beijar? Ho yae, ela vai me beijar, não pêra, nunca beijei ninguém, como se beija? Eu tenho que beijar bem pra ela querer de novo, há droga, devia ter beijado alguém no verdade ou desafio seu babaca. Pera.... faca?”
Meu pensamento foi interrompido quando ela retirou uma faca de algum lugar e me atacou, foi instintivo, quase como se eu houvesse treinado pra isso.... Peguei rapidamente em seu pulso(Onde a faca estava localizada) e o dobrei atrás de sua costa, sinceramente me espantei com isso mas estava meio que orgulhoso deste fato”Hehehe.... sou foda”
Quando fiz isso ela começou a falar em uma língua estranha, não, era grego e por alguma razão eu entedia. Ela havia dito: -Boa técnica, filho de poseidon.
-Filho de quem? Se ta doidona? – Ela me olhou novamente com aquele olhar singelo, no entanto podia notar um brilho de grande alegria em seus olhos, e no instante seguinte ela já estava segurando meus dois braços.-Mas que......- Minha vista escureceu e apaguei tendo o sorriso de satisfação dela como ultima visão.
Acordei num lugar que mais se parecia com uma palácio com vários escritos gregos pelas paredes que eu conseguia ler com facilidade e isso meio que me fez entrar em pânico.
-Finalmente acordou, estava ficando preocupada
Aquilo me assustou, virei para encará-la, mas ela estava diferente, estava várias vezes ainda mais bela, o que só serviu para aumentar meu pânico . –Que lugar é este? O que estou fazendo aqui?
-Seu pai precisa de sua ajuda- Respondeu ela de imediato mas seu semblante agora era sério.
-Que?- Foi tudo que consegui formular
-Você é filho de Poseidon, e eu sei.... Parece loucura, eu sou louca e etc..... mas vamos pular esta parte. Você consegue ler grego mesmo sem nunca ter estudado essa língua, é ótimo em uma luta sem nunca ter lutado ou treinado e ter força superior a todos que conhece, sem contar que tem grande familiaridade com água, não achou isso estranho?- Por estranho que pareça, tudo que ela disse era verdade, principalmente sobre a água, adorava a água, principalmente a da chuva, limpa, pura e refrescante, mas eu tinha que salvar minha sanidade.
-Desculpe mas só vou acreditar nisso quando poseidon vier aqui, colocar a mão em meu ombro e dizer que sou filho dele- Um sorriso de satisfação apareceu no rosto dela.
-Isso eu posso providenciar- Assim que ela terminou de falar um homem simplesmente gigante apareceu do nada e foi encolhendo ate ficar do tamanho de uma pessoa normal, colocou a mão no meu ombro e disse- Sou seu pai. ‘Ótimo, fiquei louco”, mas então tudo fez sentido e finalmente pude fazer o que sempre quis, dei um soco com toda minha força em seu rosto e senti uma dor profunda como se minha mão houve-se se quebrado, xinguei de dor e sai de perto segurando o meu pulso enquanto notava o olhar perplexo dele e a gargalhada da psiquiatra que se esforçava pra me enlouquecer.
-Qual a razão disso?Disse ele com o olhar perplexo
-Qual a razão, você pergunta?Tem idéia do que eu vivi?Tem idéia de quanto sofri? Minha mãe morreu por minha culpa, vivi abandonado e sozinho e agora você vem me pedir ajuda?Sério?Isso é sério?- Gritei na ultima parte.
-Eu sei e sinto muito por isso filho, mas eu não podia chegar perto de você, é a lei que Zeus impôs, não podemos chegar perto de nossos filhos, eu não queria lhe pedir ajuda pois sei que é pedir de mais, mas Afrodite me convenceu a isso.
-Era o único jeito –Interrompeu a psiquiátrica.”Afrodite, sério? Bem..... fazia sentido na verdade”
Aquilo me pegou de surpresa e na verdade estava até feliz, mesmo sendo contra a lei ele me chamou e pediu minha ajuda , aquilo me fez me sentir querido em todos meus anos de existência, mesmo sabendo que ele estava apenas me usando.Suspirei pesadamente e tentei manter a aparência de mais irritado possível.
-O que você quer que eu faça?
-Seu irmão no momento esta procurando a arma de Zeus para devolve-lo, ele esta com alguns amigos e também mandei alguns protetores para ficar aos arredores os vigiando e protegendo, no entanto eles foram destruídos e meu filho e seus amigos estão presos em um casino em Las Vegas por meio de um feitiço, vão tentar matá-lo e eu....
Quer que eu vá La arriscar minha vida para salvar seu querido e amado filho- Disse praticamente cuspindo as palavras, mas estava bastante confuso.... um filho, raio de Zeus/Esse provavelmente era seu filho reconhecido e não havia como eles não manterem contato um com o outro, enquanto eu fui abandonado.Uma pontinha de raiva e inveja cresceu em mim, suspirei afastando o pensamento.
-Tudo bem, mas vou querer uma arma bem maneira.- Disse sorrindo e acabei ganhando um machado que se encolhia ate se transformar em uma pequena bola de aço, o que achei maneiro, enfim.... dentro de poucas horas estava do lado de fora do tal casino esperando algo acontecer quando num beco próximo notei certo movimento e fui averiguar. Quase tive um infarto com o que vi, me deparei com um grande leão com rabo em forma de cobra e outros detalhes que me fez reconhece-lo de imediato por já ter estudado sobre ele, iria ter de lutar contra isso enquanto aquele inútil estava se divertindo no casino? Era oficial, eu odeio minha família.
-Como você Fujio do zoológico?E a propósito, leões e cobras sempre foram meus animais favoritos sabia?-Assim que terminei de falar o leão pulo para me atacar, rapidamente puxei a bola de aço que virou um machado, desviei do ataque e acertei o machado na cabeça do mesmo que caiu e ficou imobilizado no chão ate que virou cinza.
- Se fodeu- Disse esbanjando alegria pouco antes da minha cabeça doer e eu me sentir fraco e tonto, só ai notei a pequena mordida no meu ombro.-Odeio cobras- Disse com a voz fraca.
-Pai, Poseidon ou qualquer outro, por favor, ajuda, por favor....- Mas ninguém me socorreu, ninguém se importou, claro que não se importariam, sou apenas um bastardo qualquer, fechei os olhos e esperei pelo inevitável.Foi ai que senti as coisas ao redor, mas especificamente a água, adorava a água.Abri os olhos e vi uma pequena poça de água feita por alguma chuva, estiquei minha mão tentando tocá-la, mas estava distante e eu estava fraco demais para me mover, mas surpreendentemente, a água veio até mim passou pro cima da minha ferida e a mesma cicatrizou.-Eu disse que era foda.-Falei com um sorriso de auto-satisfação nos meus lábios e foi ai que notei um cara mais velho que eu(uns 3 anos) saindo do cassino acompanhado de uma garota e um garoto e logo o reconheci.
-Não a de que, seu pequeno desgraçado- Disse carrancudo.
-Isso não se fala pra família.-Me assustei ao ouvir a voz dela atrás de mim e pulei para frente me virando pra ela em posição de defesa ate notar quem realmente era.
-Para de me assustar assim caramba!
Isso é jeito de falar com uma deusa, garoto insolente(rapidamente, meu medo me fez me arrepender do que havia dito)Você fez um bom trabalho, agora deverá ir para o acampamento puro sangue.
-Acampamento o que?-Indaguei
-Um acampamento para semi-deuses.
Ela me deu o mapa e me disse como chegar lá.
-Muito obrigado, nem sei como lhe agradecer.-Disse ela com um pequeno sorriso
-Eu sei- Respondi e a roubei um beijo, e logo corei como uma pimenta e com meu famoso sorriso de retardado.
-Faça isso de novo e eu te mato- Disse ela, mas não parecia irritada nem nada.
-Ok -Disse, “ Pensei que você fosse a Deusa do amor” pensei mas não tive coragem ou estupidez suficiente para diser em voz alta.

Características:
Bem..... estou cansado de tanto digitar e você deve estar cansado de ler, então......... minhas características físicas estão na foto do perfil e sobre as psicológicas.
Tímido, brincalhão, um pouco inocente e embora odeie a família faz tudo pela mesma
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Re: Ψ Teste para Filhos De Poseidon Ψ

Mensagem por Lord Poseidon em Dom 18 Maio - 20:54



Avaliação
Marcio Oliveira: Bem, Marcio não sei se devo considerar seu teste já que você misturou um pouco as coisas e não seguiu a risca todas as orientações, mas enfim, mesmo com todos esses pesares avaliei seu teste. A primeira coisa que notei foram erros grotescos e gritantes de ortografia, como por exemplo no nome "Hades" que você escreveu "Ades" ou então "Deus", apenas o deus dos cristãos se escreve com letra maiúscula. A repetição de palavras também foi algo que atrapalhou demais seu teste. Só nas primeiras cinco linhas de sua história eu achei 3 " minha". Coerência também foi algo em que você pecou demais, como assim você foi parar no meu palácio com Afrodite? O que ela tem haver com Poseidon? Enfim, você tem potencial, mas precisa melhorar, use um corretor como Word ou algo assim. Por esses e por outros motivos seu teste foi reprovado, mais sorte dá próxima vez.

Thanks Paam @

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Re: Ψ Teste para Filhos De Poseidon Ψ

Mensagem por Marcio Oliveira em Ter 20 Maio - 23:16

Ok, vou editar a história e fazer as devidas correções ou devo criar outra diferente?
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Re: Ψ Teste para Filhos De Poseidon Ψ

Mensagem por Marcio Oliveira em Sab 24 Maio - 22:57

Por que ser filho de Poseidon:
Tanto neste jogo como em qualquer outro para se dar bem você primeiro precisa arranjar poder, sendo assim, não vi maneira melhor de consegui-lo do que sendo filho de um dos três grandes deuses. Tendo isso em mente, precisei apenas listar os benefícios que teria sendo filho de cada um deles, e segundo essa lista, concluí que o que mais me traria benefícios seria Poseidon, sem contar que dos três eu o considero o deus mais sensato.
História:
A minha história assim como a de qualquer outro começa no dia em que nasci, mas para explicar melhor irei narrar desde algumas semanas antes do meu nascimento, falando um pouco também sobre minha mãe. Agora sem mais delongas... Tudo que sei sobre ela é que a mesma era garçonete e morava sozinha, no entanto, conseguia viver bem, na medida do possível, até que ela cometeu o grande erro de se interessar por um homem misterioso que acabara de conhecer no trabalho. Uma noite a mesma se entregou a ele e no dia seguinte ele simplesmente fora embora e a abandonou a própria sorte. Sem ter como sustentar a si mesma e o seu filho, fruto daquela noite, o abandonou em um orfanato para que pudesse ter uma vida mais confortável e não passasse fome. Pela lógica eu deveria ser adotado rapidamente por ser recém nascido que são os órfãos com mais chances de serem levados, porém, isso não aconteceu e as chances só foram piorando á medida que eu crescia. Assim o orfanato acabou virando minha casa e bem... Eu odiava esse lugar, odiava os órfãos, odiava as pessoas que trabalhavam lá e principalmente os visitantes que entravam a procura de um de nós para adoção, sempre nos olhando como se olha para filhotes de cachorro abandonados. Iria fugir aos meus cinco anos, mas desisti assim que a nova professora chegou em “casa”. Uma mulher linda e aparentemente meiga e inocente, acabei descobrindo que era apenas aparência mesmo, ela era violenta e sem paciência alguma além de ser dotada de um humor meio cruel. Aparentemente ela era assim apenas comigo. Depois de alguns dias descobri que ela não era apenas uma professora muito estranha, mas também era uma semideusa filha de Ares e cuja missão era cuidar de mim, me senti especial e importante ao saber disso, tenho que admitir, mas também fiquei confuso na época por que pelo que ela me explicava sobre esse estranho mundo ao qual eu pertencia, onde no meio de tudo isso se encaixava Jesus e Deus dos quais o pessoal do orfanato sempre falavam? Mas com o tempo fui entendendo sobre tudo isso e parando de ouvir quando as mesmas resolviam ensinar sobre a religião de um único deus. O tempo foi passando e eu fui detestando ainda mais aquilo, não podia sair. A comida sempre fora ruim e bem... Aquele lugar me deixava depressivo, e por estar sempre de mau humor, era freqüente me ver enfiado em brigas
15 Anos depois do meu nascimento:
-Então... Isso é tudo que vocês têm? Fracassados
Dizia isso e pouco depois cuspia uma boa quantidade de sangue logo voltando a encarar os cinco garotos a minha frente, todos aparentando serem mais fortes que eu, mas felizmente estavam em um estado muitas vezes pior.
-Cala boca seu bastardo – Dizia o mais velho – Você se acha melhor que a gente?
-Sim, na verdade sei que sou bem melhor que vocês- Digo, e logo vou pra cima do mesmo acertando um soco em cheio em seu rosto fazendo com que ele caísse e lá ficasse enquanto cuidava de seus quatro amigos com certa facilidade. E mais uma vez havia conseguido bater neles que insistiam em procurar briga comigo. Já era a décima vez que brigava aquele mês, fazer o que... Não era muito popular e nem tentava ser, não era como eles, eu era filho de Poseidon, estava num nível de bastardia acima do deles, só não sei se isso é bom. Bem... Voltando ao assunto principal, depois da briga fui para uma localidade onde possivelmente era a única parte bela daquele lugar.
Estava deitado sob a oliveira que ficava no jardim mal feito do orfanato quando ouço uma voz familiar me chamando, abro os olhos e os reviro assim que confirmo quem era a dona da voz, Anna, a minha babá de tempo integral.
-Fazendo novos amigos Marcio? – Diz ela olhando meus hematomas.
- Claro!Pessoas muito legais, nós até combinamos uma festa do pijama, que participar?- Digo colocando o máximo de ironia que conseguia em meu tom de voz. – Ou prefere que façamos uma boa festa no meu quarto, apenas você e eu?- Digo quase sussurrando para logo em seguida levar um forte cascudo.
-Acredite, não é uma boa ideia irritar a filha de Ares. Eu só cuido de você por que Poseidon pediu esse favor pro meu pai e ele por sua vez jogou essa responsabilidade nas minhas costas. -Respondeu ela carrancuda. – Sem contar que você não daria conta de mim, filhote de peixe. – Completou com o tom de deboche.
-Ok, ok. Sei que você me ama e tal, mas tenho que fazer algumas coisas então se me der licença... – Disse tentando me esquivar da conversa, odiava falar com ela quando a mesma estava com aquele humor negro.
-Marcio, espera! Vamos te tirar do orfanato.
-Por quê? – Virei-me pra ela sem conter meu espanto.
-Seu pai mandou que lhe levássemos ao seu encontro. Ele precisa de você
Meu pai precisa de mim? Aquilo era difícil de acreditar, pensei que passaria a vida sem nunca conhecê-lo, e sinceramente... Estava bem com isso. Voltei a encará-la e limpei a garganta.
-Onde eu encontro o velhote?- Disse tentando disfarçar o quão ansioso já estava
Então ela me entregou uma... Pedra? Sério?Que merda é que vou fazer com uma pedra de cor estranha?
-Pegue e a coloque no chão - Fiz o que me foi pedido e olhei pra ela esperando que a mesma dissesse o que deveria fazer a seguir, mas ela apenas continuou me encarando.
-E agora? Sentamo-nos encima da pedra e esperamos elas criarem pernas e nos levarem até o velho? Sério... Você deve ta de...
Ei! Isso dói.
- Digo ao ser interrompido por um peteleco na testa.
-Isso não é uma pedra e não vou perder tempo te explicando o que é, apenas o que deve fazer. Agora quebre a perola enquanto pensa em onde você que ir, que no caso é o palácio de Poseidon.
-Sério?Fácil assim? Bem, antão...
Pisei na perola ou pedra, ou sei lá o que enquanto pensava repetidas vezes no palácio de Poseidon e em como deveria ser e... “pufe”! Depois de uma fumaça laranja e irritante, lá estava eu.
Encontro com Poseidon em seu palácio:
Depois de uns segundos estava em um enorme palácio como nenhum outro, as paredes grandes o suficiente para que eu nem sequer soubesse onde terminava, e nelas havia algumas brechas de onde saiam fortes cascatas de água. Ao redor também se podiam notar enormes esculturas de gelo, de ninfas, sereias e animais que eu nem sequer sabia que existiam. Andei bastante ate encontrar uma enorme sala e ao adentrá-la, a primeira coisa que chama minha atenção é um homem gigantesco sentado num trono gigantesco e adivinhem, tinha um tridente gigantesco ao lado, e tinha uma expressão um pouco perturbada no rosto.
-Haaaa... Oi. – Digo dando meu famoso sorriso de idiota. – Me disseram que estava precisando de mim Pa... Poseidon.
-Pa... Poseidon? – Ele deu um largo sorriso, o que me fez ficar mais tranqüilo. – Sou sei Pai, então me chame de pai, e sim, infelizmente preciso que você faça uma coisa deveras perigosa e não irei culpá-lo se não quiser se aventurar em tal coisa
-Bem... Não sou de fugir da briga ou de qualquer coisa, mesmo que seja perigoso
-Estou vendo- disse ele notando minhas feridas recentes. Pousou uma das mãos em meu ombro esquerdo e logo todas as minhas feridas haviam sido curadas. Olhei pra ele mostrando todo o meu espanto. – O que? Como?
-Apenas uma das vantagens de ser um deus, mas me diga... Como você esta?
-Estou bem. É... Pai... Sabe algo sobre minha mãe? – Perguntei com os olhos brilhando de esperança.
-Bem... Sua mãe esta bem. Casou-se com um advogado e esta vivendo em São Francisco.
Assustei-me com tal resposta, ela estava vivendo bem e era ótimo, ela merecia, mas simplesmente me esqueceu? Sempre pensei que eu fosse querido por pelo menos ela, e descubro que não era verdade. Felizmente sou interrompido de meus devaneios pela voz dele
-Mas vamos ao que interessa... Recebi a notícia de que os filhos de Hades roubaram a arma de Ares, eu preciso que você vá ao submundo e a recupere. Eu iria, no entanto não sei se tal coisa é verdade e mesmo que seja não acho que Hades esteja envolvido, ele provavelmente nem tem conhecimento disso e a interferência de um deus só pioraria a situação. Não se preocupe. Você apenas irá dar apoio aos filhos de Ares.
Disse ele apontando para um grupo de pessoas mal encaradas que iam se aproximando.
Franzi o cenho depois de ouvir tudo que ele disse.
-E por que mesmo vamos ajudar o filho de Zeus?
Sinceramente... Odiava Zeus, seus filhos e a maldita regra criada por ele que impediu que Poseidon ajudasse minha mãe e me separado dela daquele jeito.
-Por que estamos falando da arma de um deus, sendo perigosa demais para qualquer humano manejar. -Disse ele em tom sério, o que fez sua voz ocupar toda sala e me amedrontar um pouco, tenho que admitir.
-Hum... Neste caso vamos para o inferno. Antes que eu me esqueça, como vamos chegar lá? To sem passaporte e sem o mapa oficial do submundo. Existe um mapa do submundo?
-Creio que saiba como usar isso
Disse uma garota ruiva que estava no grupo das cinco pessoas que eu iria acompanhar. Jogou-me duas daquelas perolas e se virou novamente para o grupo.
-Vamos? - Disse o cara que parecia liderar a equipe pelo modo como falava.
-Claro. Já tava ficando entediado. – Disse jogando uma das pedras nos meus pés, pisando na mesma enquanto mantinha o pensamento fixo no submundo.
Missão “cachorro louco”:
-Aqui estamos nós, lugarzinho agradável esse. – Disse dando um pequeno sorriso e torcendo o nariz com o cheiro extremamente desagradável do lugar.
-Aqui, pega. – Disse a garota ruiva enquanto jogava um machado e um escudo pra mim.
-Brigado anjo. – Disse dando uma leve piscadela e ela por sua vez virou o rosto rapidamente. “Ela me odeia”.
Pouco depois recebo um arco e flecha do líder e prendo-a nas costas. No momento em que passávamos por um desfiladeiro íngreme somos atacados por um grupo de pessoas mortas.
-Pessoal o que fazemos com esses caras?
Falo apontando para os mortos e expressando toda minha preocupação.
-Covarde. – Dizia a ruiva enquanto atacava o grupo de mortos com muita habilidade, derrotando o primeiro logo com um único golpe de sua espada de duas mãos que parte o mesmo em dois. Todos os outros também atacam a horda de mortos que eram no mínimo três vezes maiores que o nosso. – Odeio esse lugar, digo e logo acompanho o ataque, desviando de um morto que veio pra cima de mim, me abaixando rapidamente e cortando seus pés com um único golpe enquanto girava para o lado para esquivar de qualquer ataque do mesmo. Logo corro na direção de mais um que estava de costas pra mim, ocupado tentando derrotar a ruiva, sem sucesso. A garota era boa mesmo. Aproveito a oportunidade e finco o machado na cabeça do morto, logo tendo como visão apenas a guerreira a minha frente que logo me ignora e volta ao combate, faço o mesmo. Até que estava gostando daquilo, a adrenalina estava a mil, mas também tenho que admitir que estava feliz por finalmente termos ganhado, principalmente depois que quase cai do precipício para salvar a ruiva que havia sido empurrada para beirada e estava encurralada por dois mortos. Cortei o primeiro na diagonal ate transformá-lo em dois montes de carne, e a ruiva por sua vez cuidou do outro que quase a levou pro rio de lava e morte que ficava abaixo de nós.
-Foi por pouco – Dizia bastante aliviado pelo fim do combate enquanto puxava ela pra cima. – Seria horrível perder uma guerreira tão habilidosa
A mesma vira o rosto rapidamente e sai andando.
-Ela realmente me odeia
-Eu não diria que é ódio, na verdade tenho certeza que é o contrário
Disse o líder da equipe com um sorriso discreto e logo se afastava.
Minutos depois estávamos andando com cuidado por aquele lugar fétido e quente pra caramba. Estava segurando o arco e flecha na minha mão, o escudo de bronze e o machado preso nas costas, armas essas que recebi pelos filhos do deus da guerra assim que chegamos ao local.
Agora, depois de lutarmos diversas vezes com pessoas mortas, o que era estranho, devo destacar, estávamos finalmente infiltrados dentro do castelo de Hades. Aquilo tava incrível, tava me sentindo o 007 e melhorou ainda mais quando passamos por um quarto cuja janela estava aberta e lá dentro podia-se ver uma mulher belíssima que só depois fui saber se tratar da esposa de Hades e que para meu espanto estava se despindo.
“Hopa! Cheguei numa boa hora”
Tive que sair dos meus devaneios quando a garota ruiva me puxou pra longe pela gola da camisa.
-Mas que maldade, eu quase morri, acho que mereço algumas recompensas, não?
-Concentre-se na missão seu pervertido.
-Por que esta com tanta raiva?
Ela apenas bufou de irritação e continuou me puxando forte como se eu fosse tentar fugir
Depois de mais algumas horas começamos a escutar vozes vindas de um dos cômodos mais isolados no castelo, nos aproximamos e vimos dois garotos conversando sobre um assunto que não identifiquei e nem perdi tempo fazendo isso. Assim que notei a arma localizada na frente deles guardei o arco e flecha nas minhas costas e tirei o escudo e o machado com cuidado para não fazer barulho.
Avancei pra cima deles e golpeei o primeiro antes que ele sequer soubesse da minha presença, no entanto o outro conseguiu puxar sua espada curta e da vários golpes em minha direção que eu apenas desviei com facilidade, fazendo uso do machado e então usei o escudo para acertar seu rosto, o desequilibrando e logo derrubando o mesmo no chão, então aproveitei e dei não mais que dois chutes para levá-lo a locaute.
-Valeu pela ajuda galera.
Disse me virando para o grupo de semideuses a minha frente e então vi a ruiva levantando o arco, encaixando uma flecha no mesmo e logo a flecha estava zunindo pelo lado do meu rosto, não me acertando por poucos centímetros. Virei-me e vislumbrei um cachorro grande pacas com uma flecha alojada no peito e saindo uma mistura de sangue e baba de sua boca, o que me deixou enjoado. Logo deixei aquela visão grotesca de lado e voltei a encarar a ruiva que percebi, tinha belos olhos azuis.
- Você fumou o que? Quase me acertou
-Eu salvei sua vida! Seja mais grato
Gritou como resposta.
-Ok linda, obrigada.
-Linda? Obrigado pelo elogio.
Dizia ela com o rosto corado e colocando uma mecha do cabelo atrás da orelha. Olhei pra ela e quase deixei escapar uma gargalhada. Ela tava afim de mim mesmo? Isso é bom, prova que ela não me odeia. Logo dei mais uma olhada nela e notei que era realmente bela, tanto de rosto como de corpo e quando estava corada ficava ainda mais... Pera! Foco na missão. Teria uma péssima reputação se morresse por que não conseguia me concentrar na missão graças a uma bela garota
Olhei para a arma localizada encima de uma mesa:
-É essa?
-É. Respondeu a ruiva enquanto pegava a arma e por fim jogava aquela pedra estranha aos seus pés, desaparecendo logo em seguida. Todos fizeram a mesma coisa.
-Adeus castelo fedido e cachorro morto. –Disse olhando pro cachorro estendido ao chão, no entanto, quando peguei a tal perola para quebrá-la sinto uma forte dor no braço e instantaneamente noto o motivo. Um cachorro umas duas vezes maior que o último havia agarrado meu braço com os dentes e antes que eu pudesse reagir, sou lançado na parede, caindo como saco de batatas e vendo a perola escapando de minhas mãos e rolando para longe. Levantei com dificuldade e peguei meu machado e meu escudo.
-Eu realmente não precisava disso. Ta calor, to suado, fedido e quase fui morto por pessoas mortas. Você se condenou agora seu vira-lata. - Espero ele vir me atacar, o que não tarda a acontecer, o maldito cachorro corre em minha direção espumando pela boca. Assim que o cão pulou em minha direção, eu simplesmente girei para o lado evitando seu ataque e logo em seguida acertei um forte golpe em suas costas com meu machado fazendo-o cair por poucos segundos, logo se levantando em seguida rosnando.
-Não é legal quando é contigo né pulguento?
O cachorro pula novamente e acerta em cheio no meu escudo que eu estava segurando com o braço machucado, o impacto me fez largar o escudo e ficar apenas com o machado e então o cachorro me atacou novamente, mais uma vez desviei de seu ataque, só que dessa vez acertei o machado em seu pescoço o deixando lá mesmo, e com isso aquele monstro cambaleou e depois se contorceu no chão até a morte.
-Haha Perdeu otário. Eu sou foda, agora onde esta a pedrinha mágica mesmo?
Logo vi a perola e a frente dela mais dois cachorros infernais.
-Fodel.
Disse pouco antes de ver os cachorros caindo com várias flechas perfurando suas carnes, olho na direção de onde as flechas vinham e logo reconheço aquele cabelo ruivo tão querido no momento.
-Você demorou e eu fiquei preocupada, e agora percebo que tinha bons motivos pra isso. Você ta machucado.
Disse ele pegando meu braço.
-Você estava muito sexy com aquelas flechas. – Disse com o sorriso um pouco torto por causa da dor. Ela corou na hora e ficou calada sem saber o que responder. Aquilo me fez rir aumentando minha dor. Ela trouxe uma perola pra ela voltar, logicamente.
Peguei a minha e a utilizei para voltar também.
Depois disso fui proibido de visitar o palácio de meu pai, acho que por que ele provavelmente não precisava mais de mim.
Mas enfim... Nunca soube que fim se sucedeu com Hades ou os filhos que haviam roubado a arma e nem pra que eles a queriam, no entanto isso não importava mais, agora estava no acampamento meio-sangue com minha nova única amiga que apelidei de cabelo de fogo pela coloração, mas isso são apenas banalidades triviais, a história em si já foi contada.
Características físicas: Alto com 1,75, magro pesando cerca de 65 kg, braços um pouco definidos e algumas cicatrizes devido as brigas que participei. Olhos azuis, cabelos um pouco longos caindo um pouco por cima dos meus olhos.
Características psicológicas: Bem humorado, sarcástico, otimista, nunca leva desaforo pra casa e nunca despensa uma boa briga.
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Marcio Oliveira

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