A Corrente Perdida - Missão One-Post para Wisteria Campbell

Ir em baixo

A Corrente Perdida - Missão One-Post para Wisteria Campbell

Mensagem por Melinoe em Qui 28 Nov - 18:19

A Corrente Perdida
Missão One-Post para Wisteria Campbell



Os bonecos de combate nas arenas já não estavam sendo tão chamativos para a filha de Hefesto; ou melhor, já estavam ficando tediosos - Wisteria queria desafios novos.
Para Melinoe, parecia a campista perfeita para exercer a missão. Vinha observando os semideuses ao longo da semana, e concluiu que a campista estava mais apta para recuperar sua corrente. Assim sendo, mandou uma de suas servas visitá-la.


Código:

REGRAS, OBSERVAÇÕES E DICAS
- Seja criativa, descreva detalhadamente o que estava fazendo antes de ser visitada por uma fantasma
- Desenvolva uma conversa breve com o espírito - o porquê da visita, etc. Ela lhe dirá para seguir até Los Angeles, onde encontrará o ladrão
- O ladrão é um semideus, filho de Éolo. Trave um debate com ele, você pode optar por ele querer ajudar ou não. Caso não queira ajudar, você terá que lutar com ele - até a morte ou não. Se ajudar, ele levará até o local exato onde escondeu, mas você precisará lutar com algum monstro no caminho
- Cuidado com a coerência, tente explicar todos os acontecimentos. Por exemplo: Por que ele quis roubar tal arma, e etc.
- Faça um desfecho criativo, procure me surpreender com a leitura
- Prazo de postagem: 25 dias
- Qualquer dúvida, MP-me
Boa sorte! Mami linda gata diva <3 -qq

~tsc~

_________________

Ghost Queen
avatar
Melinoe

Mensagens : 40
Data de inscrição : 02/11/2013
Idade : 33
Localização : Caverninha. sz

Ficha Meio-Sangue
HP:
9999999999/9999999999  (9999999999/9999999999)
MP:
9999999999/9999999999  (9999999999/9999999999)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Corrente Perdida - Missão One-Post para Wisteria Campbell

Mensagem por Wisteria Campbell em Dom 8 Dez - 17:27


Sou um gatinho lindinho...

... de olhar fatal. Provavelmente a última coisa que você verá.

Acordo subitamente, com meu cabelo mais parecendo uma vassoura, e olha que isso é um xingamento para as vassouras. Era noite, pois resolvi apenas dar uma “descansada na vista”, mas no final, acabei dormindo por mais de 4 horas seguidas. Acho que tenho me esforçado demais, preciso ir com calma... Só que não. Vou me esforçar tanto até ficar mais cansada do que o pente da Ariel, A Sereia, e olha que isso é difícil!
O Chalé tinha saído pra fazer alguma coisa que eu não me recordo. Acho que eles iam à forja... Ou... Ah, não importa. O que importa é que apenas eu, Donizildo e Dark Fist estamos aqui. Donizildo está brincando de pega-pega com o gato, e nem notam minha presença direito. Eles ficaram muito amigos, embora eu não faça a mínima ideia de como um robô e um felino podem ter uma amizade tão animada. Eu estava livre, portanto, para fazer o que quiser por um bom tempo. O próprio Quíron deu permissão para o Chalé de Hefesto passar noites a fio nas Forjas. Pego um livro embaixo da cama da garota que se deita embaixo de mim no beliche, um dicionário inglês-grego. Talvez eu consiga melhorar um pouco meu grego deste jeito... Ou talvez eu acabe usando esse dicionário como objeto de arremesso para o mais longe que eu puder.
Até que... Eu quase caio da cama. Não, não pode ser... Mas... O que... Eu empalideço, e logo depois me dou conta de que deveria estar gritando.
-UMA BARATA! SOCORRO! SALVE-SE QUEM PUDER!
Eu faço tanto estardalhaço que os pelos de Dark Fist se arrepiam, aquele gato covarde! Tive que mandar Donizildo sair correndo atrás daquele Tiranossauro, digo, inseto nojento. Ela acabou virando picadinho pelas pinças do autômato, enquanto eu estava super encolhida no cantinho da cama, esperando o bicho parar de se contorcer e finalmente perecer. Ah, pronto agora sim. Pode continuar falando, voz fantasmagórica esquisita e misteriosa de fonte desconhecida...
Hm... Espera um pouco... Como assim voz fantasmagórica? Ah, tá. Um fantasma. Ah, um fantasma é de boa. Melhor que o terrível monstro mutante conhecido como barata. Dou um aceno para a aparição, vestida de algo que imagina ser um vestido branco (mas ela inteira é branca, é um fantasma!), o que a deixa meio desconcertada. Ela se recupera e me diz, ignorando tudo:
-Os deuses declamaram que você... – Donizildo e Dark Fist continuando brincando fazendo um estardalhaço – Será que dá pra esses bichos calarem a boca? Enfim... Como eu dizia: os deuses declamaram que você deve recuperar a sagrada corrente de Melinoe.
Nossa, que rápido. Só isso? Eu pergunto:
-Primeiro: Hã? Segundo: Que?
A fantasma revira os olhos e explica:
-O Chalé de Melinoe tem uma corrente sagrada, de ouro imperial. É um belo ornamento, que enfeita a sala do Chalé e significa muito para todos nós, fantasmas, e também para a própria deusa e seus filhos. Afinal, foi presente do próprio Hefesto!
Hm. Agora papai tá de amizade com a deusa Gasparzinho, é? Eu pergunto:
-Tá, beleza. Vou recuperar essa porr* dessa corrente aonde? E porque eu? E o que ganho com isso?
A fantasma me fuzila com aqueles olhos, que eu imagino que foram castanhos um dia:
-Los Angeles, Califórnia. Aparentemente, um filho de Éolo a roubou, mas vai ter que procurar por própria conta e risco. Não faço a mínima ideia do porquê de ser você. Eu poderia sou muito competente, sabe? – Ela diz toda orgulhosa.
Tenho certeza de que é, penso. Ela continua:
-Quanto a sua recompensa, ganhará a gratidão eterna nossa e de nossa senhora, e provavelmente de seus filhos. Mas, além disso... – Ela pausa e dá uma risadinha -... Você não tem opção. Não é um convite, é uma convocação. Ou você vai, ou você vai. Já falei com Quíron, e ele disponibilizou um avião para você amanhã. Até mais, Wisteria!
Ela some, como se eu tivesse desligado uma TV. Como assim? Eu vou... Pra uma missão? Meu Deus... Isso significa que...
EU VOU PRA UMA MISSÃO! IUPIIIII!
Não me animei tanto antes porque... Não sei. É difícil ficar feliz na presença de um fantasma. Mas agora... Haha! Donizildo e Dark Fist se viram para mim, como se eu estivesse louca. E talvez eu esteja mesmo! Isso é maravilhoso! Finalmente, uma missão de verdade! E cara... É LA! Um lugar melhor do que Coyoacán no México, claro. Me deixo derrubar na cama, feliz, e acabo adormecendo novamente para o dia movimentado que será amanhã.
-----------
Meus cabelos não estão muito melhores, e noto que agora deve ser umas 4 horas da manhã. Ninguém me chamou ou despertou, inclusive, Dark Fist e Donizildo ainda estão descansando. Quer dizer, Donizildo não “dorme”, ele só recarrega as baterias... Mas isso não vem ao caso. Eu acabei acordando sozinha, provavelmente por ter dormido demais na noite anterior, e todos meus irmãos estão tão sonolentos quanto quando minha mãe tentou fazer aula de ping-pong e cuidar da petição para a salvação dos papagaios do papo roxo de bolinhas vermelhas.
Em breve, eu supunha que alguém chegaria de qualquer maneira, então acordar cedo até que me ajudou bastante. Los Angeles me espera! Vou dar um pau nesse filho de Éolo traidor e voltar pra cá, sendo recebida com glória e animação. Arrumo minha mala modesta, colocando em seu interior o que eu precisaria: algumas mudas de roupas, dracmas, um pouco de dinheiro mortal, protetor solar, repelente de insetos, óculos escuros, escova de dente e um dicionário de grego. Nunca se sabe. E principalmente, por fim, pego meus equipamentos: dobro cuidadosamente o robe dos bruxos, coloco meus três colares e correntes no pescoço (martelo, escudo e cajado de Hécate), pego o meu tablet e meu livro de cartas saído direto de Sakura Cata-Cartas e coloco tudo dentro da mala. Acho melhor deixar Dark Fist aqui: não quero que ele se assuste. Mas vou levar Donizildo, cujo eu acordo clicando em seu botão de “despertar”.
Às 5:30 da manhã, como dizia o relógio, leves e breves batidas na porta fizeram-me atender ao Argos, o chefe de segurança do Acampamento, que me chamou com um gesto silencioso para que eu me aproximasse. Pego Donizildo no colo e vou até ele, que me leva até o carro lá fora.
Era estranho que Quíron nem sequer fosse falar comigo: provavelmente a Dona Aparição da Silva já tinha ido conversar e informa-lo. Argos estava utilizando óculos escuros e terno: como sempre.  Ele deve ter comprado o lote inteiro da loja de ternos “sexys sem ser vulgar”. No caso, ele não parecia nenhum dos dois.
Adentro o carro de chofer super ultra chique do Acampamento. Eu jurava que haveria um frigobar ali dentro, mas infelizmente, nem sinal de um. Argos deu um grunhido (o que já é muito pra ele, que parece que não tem língua) sobre chegarmos ao aeroporto e depois estar por minha conta. Tá, eu já sei, né? Não é minha primeira missão. Só é minha primeira missão emocionante, sacou?
E é assim que acontece. Argos não diz nenhuma palavra no caminho até o aeroporto, e chegamos lá antes das 7 da manhã. Pego minha mala e o homenzarrão faz um gesto com a cabeça. “Nossa, que simpatia de tchau!”, eu penso. Depois, é só fazer o que tem de fazer: pagar a passagem, rodar a baiana com a tiazinha do balcão, ignorar os vendedores de suvenires e esperar. Coisa básica e rotineira. Ao final, eu subo no avião, e até que foi uma viagem tranquila... Talvez meu querido avô Zeus estivesse de bom humor, se é que isso é possível. Talvez Hera tenha comprado uma lingerie nova e ele tenha ficado todo alegrinho. Melhor parar de conjecturar por aqui mesmo.
Los Angeles... Cidade dos Anjos. Um lugar que realmente seria digno para que eles morassem.
Arranha-céus e prédios se erguiam majestosamente pela cidade. O sol ainda se erguia sob o céu, deixando a cidade com um aspecto alegre e bonito. Estava quente. Muito. Excessivamente. O suor escorria de uma forma tão quente que provavelmente até vergonha na cara eu gostaria de tomar com uma fatia de limão e gelo. Bom, melhor manter o foco. Tiro a mala do avião e vou achar um lugar pra passar a noite. Nada muito caro, pois fora o meu dinheiro, o Acampamento deu só um pouco a mais de dinheiro mortal além do que eu usei para a passagem de ida e volta de Los Angeles para Nova York.
Acabo achando um hotelzinho bem simpático. Não é um lixo de sujo e tem pessoas educadas lá, mas a comida é tão ruim que quero cuspir tudo fora na planta ao meu lado. Mas aí eu penso “Coitada da planta...”, e continuo comendo para ajudar o meio ambiente. Não quero que a coitada morra. Deixo minha mala por lá, como alguma coisa e saio dali, não antes de vestir meu robe e passar protetor solar. São 3:30 da tarde, e eu e Donizildo (que a propósito, se comportou muito bem na viagem) vamos até as ruas, com meus três colares balançando e fazendo barulho retinindo uns nos outros.
Não faço ideia por onde começo. Aí está um enorme e inacreditável problema. Tudo foi mais fácil em Coyoacán, no México, porque o local não era tão grande... Mas aqui? Não tenho nenhuma referência! Como vou acha-lo assim? Eu preciso de pistas! Saio pelas ruas, até me perco. Se perder não é bom.
-Procurando por alguém, Wisteria? – Dona Aparição da Silva apareceu novamente. Suas sobrancelhas finas e sua boca com a grossura de uma folha de papel me encaravam inquisitorialmente. Imagino como esta mulher deve ter sido na sua vida: provavelmente uma diretora, como aquela do meu terceiro ano. No final das contas, acabei descobrindo que a docente era uma Empousa. Nada de especial, sabe? Coisas rotineiras.
Respondo secamente:
-Estou procurando sua beleza, mas alguém a escondeu muito bem.
Ela revirou os olhos:
-Garota tola... É o seguinte. O garoto está hospedado no hotel nojento da rua ao lado. Tem um beco ali perto, perfeito pra você dar uma voadora de dois pés no rapaz e fazê-lo desmaiar com esse cheiro nauseabundo do seu cabelo! Aí você pode pegar a corrente dele.
Dou as costas pra alma penada:
-Pelo menos eu TENHO cabelo. Você não passa de uma coisa morta, sabia?
Se fantasmas ficassem vermelhos, ela teria virado um pimentão mergulhado em ketchup:
-Garota insolente! Não faço ideia do por que da minha Senhora ter escolhido logo você para esta tarefa! – Com um rápido movimento, ela some. Ainda bem, ugh.
As instruções da fantasma, entretanto, foram certeiras: havia apenas um hotel naquela rua detestável. Ela, em si, não era um local pobre (até porque eu estava na região “top” da cidade), mas o hotel simplesmente estragava tudo. Suas luzes piscavam muito lentamente (somente a letra I do letreiro “Hotel Liz & Leo”), e aquele local estava literalmente caindo aos pedaços. Tampo o nariz e entro no local, com Donizildo nos braços. Não sei o que os mortais viam, mas não se importavam muito, embora me olhassem de maneira estranha: talvez vissem uma aranha de pelúcia. Isso explicaria muita coisa.
O cheiro de mofo invade meu nariz. Uma atendente mascando chiclete ficava atrás de um balcão, com pelo menos 30 tatuagens e um cheiro idêntico a peixe. Que delícia. Vou até ela, na cara de pau mesmo, e pergunto. Demoro um bom tempo pra ela notar que estou ali na frente, tive que praticamente fazer um carnaval pra ela enfim perceber minha presença:
-Tem algum... Hã... – Agora que me dou conta que não sei o nome do garoto. Grande utilidade essa fantasma tem.
E então eu o vejo. Quer dizer, só pode ser ele. Afinal, quem mais teria uma corrente mágica super-ultra linda amarrada como um cinto e aparentemente feita de bronze e prata celestiais? Claro que era...
A CORRENTE! Pega ladrão! Acho que ver um autômato feito de bronze celestial chiando agressivamente para ele não é exatamente um bom sinal. Querendo salvar a própria pele, o garoto saiu correndo por uma porta dos fundos, que leva ao... beco. Maravilhoso! Sem pestanejar, vou atrás dele com toda minha velocidade. Que garoto mais burro, achar que ninguém ia procura-lo com uma corrente na cintura!
Enquanto corria, o garoto parecia estar concentrado. Talvez quisesse voar com os ventos – Afinal, era um filho de Éolo. Enfim, isso não importa: o que importa é que eu acabei em cima dele, com um escudo provavelmente bem pesado para ele. Seus olhos se arregalarão, e eu rosnei:
-Quem é você e o que faz com essa corrente, filho de Éolo?
Ele gemeu:
-Você não entende... Eu... Eu preciso dela!
-Como assim “precisa” dela? E responda, quem é você.
Não afrouxo o aperto. Preciso de uma boa explicação... Que eu aceitei.
-Sou Zack. Essa corrente... Eu a roubei... – Não diga! – Sei que o Chalé de Melinoe não deve estar muito contente com isso, mas você não entende. Ela é poderosa, preciso dela.
-Poderosa? É apenas uma corrente ornamental. – Eu digo aquilo confusa. Ao menos era o que tinham me informado.
Ele nega veemente:
-Nada disso. Deram essa informação provavelmente para que você não a usasse para outros fins. A corrente controla os fantasmas e espíritos, até mesmo outras presenças humanas ou semi-humanas indesejadas... E minha irmã... É difícil falar sobre isso, mas minha irmã está possuída. Ela é uma simples mortal, mas não importa: os deuses são cruéis, não recebi ajuda alguma quando descobri isso, quando vim de férias aqui no verão. Voltei ao Acampamento e roubei essa corrente. Por favor, não me mate, eu só quero salvar a vida dela...
Neste ponto, ele já estava chorando. Parecia genuíno, mas muitas pessoas tem uma capacidade desumana de conseguir mentir com facilidade e emoção. Eu deveria estar doida: praticamente nunca me comovia, até mesmo com a pior das situações. Mas aquilo foi um tapa na cara: os deuses não prestavam atenção em nós. Eram seres muito cruéis, sem dúvida. Acho que foi por isso que fiz a loucura de...
- Tudo bem. Eu te ajudarei. Como se chama sua irmã? – Tento dizer aquilo o mais secamente e friamente possível, mas é difícil quando você quer dizer suavemente e delicadamente.
Um brilho de satisfação passa pelos olhos do garoto. Ele pega um táxi e vamos juntos, passando por lugares e mais lugares.
Sua irmã se chama Mellany. Ela tem deficiência física, o que me faz ter um leve aperto no coração. Usa cadeiras de rodas, e vive sozinha. “Ela se vira...”, diz ele. Ele não sabe a quanto tempo as possessões começaram, mas está sendo difícil para a garota: ela quebra coisas, arranha paredes, fala em línguas diferentes, a voz dela muda. Ela até levitou um dia, segundo ele. A pobrezinha, quando não está possuída, praticamente não come nem bebe nada. Está definhando.
O táxi nos deixa num prédio velho num bairro aparentemente não tão prestigiado. Os tijolos velhos e vermelhos não pareciam que iam durar por tanto tempo: isso é algo que um bebê de três anos que não sabe nada sobre arquitetura pode dizer. Janelas empoeiradas e plantas mortas ajudavam a concretizar que aquele era um péssimo lugar para se morar. Uma sensação esquisita tomou-me o peito: eu não sabia o que aconteceria, mas estava desconfortável. Simplesmente um pressentimento bobo, que eu afastei.
Adentramos o local, e instintivamente tomei a dianteira. Assim, protegeria o que desse e viesse, e também protegeria a corrente caso a possessão fosse um caso muito sério. O corredor e o saguão estavam desertos, como o restante do prédio, o que eu descobriria mais tarde. O mal pressentimento agora estava praticamente gritando dentro de mim, mas cara, é só um pressentimento! Melhor eu afastá-lo. Pressentimentos assim não servem de nada.
Grande engano.
Adentramos uma porta. Estava aberta. Era simplesmente... Nada. Cômodos sem nada dentro, apenas a pintura descascando e o piso antigo. Mas o que... Minha visão ficou turva. Senti algo sendo injetado dentro de mim. Derrubo Donizildo, que avança contra o atacante. E agora eu entendo... Não havia nenhuma irmã. Não havia nenhum caso que necessitasse de exorcismo. Foi tudo uma armadilha... E eu caí.
Caio no chão, e a minha visão escurece.
----------------------
Eu acordo. É noite. Do mesmo dia? Talvez. Só sei que...
Eu falhei. Eu... Eu... Falhei... Estou a ponto de cair em prantos. Mas não caí. Eu sou Wisteria. Não choro. Mas a minha vontade é fazê-lo. Pra mim, era o fim do mundo, até que... Ouço um chiado familiar que me deixa alerta. Donizildo. E está...
Atrás de mim. Zack está parado, com uma adaga em direção a Donizildo... Mas é claro, ele tem uma toxina mágica infindável que paralisa. Donizildo está mordendo o filho de Éolo traidor, totalmente paralisado agora, claro, como se tivesse congelado no tempo. Donizildo foi esperto: ele paralisou o filho de Éolo mordendo-o continuamente. Estou fervilhando de raiva e ódio. Saco meu martelo, e não penso nem sequer uma vez antes de amassar e esmagar a cabeça do garoto como uma uva. Pego a corrente do seu cinto. Não me arrependo nem um pingo. Só sei que há coisas cruéis e ocultas acontecendo na minha vida. E sabe por que o arrependimento não é algo presente?
Eu não sou uma boa garotinha. Não sou e jamais serei.
Com a corrente no ombro, deixo um garoto esmagado ali. Donizildo me segue, preocupado. Saímos dali, e amanhã, mandarei uma mensagem de Íris de algum lugar para o Acampamento. O que aconteceu com o garoto, pode se manter segredo para todos. Exceto para mim. Isso se manterá sempre vivo na minha memória.


Observações

armas
☠ Arcane Staff {Cajado todo negro, de ferro estígio. Possui uma obsidiana no topo e esta absorve a essência magica de oponentes derrotados, causando +2 de dano a cada monstro derrotado no período de duas missões, quando as essências seriam devolvidas aos seus donos mortos. É muito parecido com o cajado dos filhos de Hécate, porém não se transforma em uma foice.} [By Hécate]
☠ Robe of the Spiritualist {A muitos anos, um seguidor de Hécate sacrificou-se para criar com magia uma armadura "perfeita": muito leve e com proteção magica e espiritual. O robe cobre o corpo todo do mago, deixando apenas cabeça, mãos e pés de fora. É negro com detalhes azulados. Nas bainhas das vestes, possui desenhos de magias conhecidas como "bola de fogo".} [By Hécate]
☠ Magic Deck {Se apresenta na forma de um velho grimório trancado com uma chave que apenas o Bruxo tem e pode manejar. Quando aberto, revela um conjunto de 10 cartas que realizarão magias de inicio, mas estas poderão depois ser compradas na loja de artigos mágicos ou dadas a eles por um filho de Hécate.} [By Hécate]
Martelo Sagrado – Martelo de Bronze Celestial. Quando o filho de Hefesto o usar, vai ser do peso ideal para ele, e quando o inimigo o sentir, ele vai pesar muito, provavelmente mais de 50 quilos. Usado tanto na forja, aonde é preciso e eficaz, quanto na batalha, aonde tem iguais qualidades. 1x por ocasião, ele se envolve em um fogo sagrado, que queima os atingidos retirando 15% do seu HP por 2 rodadas, queimando até mesmo na água, mas não fere mortais (embora não seja fogo grego). Fora de combate, se torna uma corrente com um pingente de um martelo em chamas. [Item Obrigatório]
Escudo de Carga – Escudo de bronze e prata celestial, encantado da mesma forma que o martelo: leve para você, pesado para eles. Mede 40 cm, redondo, com um desenho bem trabalhado de um martelo envolto em fogo. É quase indestrutível, já que veio direto das forjas do próprio Hefesto. É feito para defesa de qualquer tipo de ataque, sendo resistente até mesmo contra ataques mágicos, embora haja melhor contra ataques físicos e como carga, para bater em seus inimigos em uma forma de ataque. Fora de combate tem a forma de uma medalhão vermelho, colocado em uma corrente de ouro.[Item Opcional]
Réplica do Tablet de Hefesto – Um tablet super moderno, sensível ao toque, com android, um dispositivo próprio de internet, câmera, fotografia perfeita e vídeo da mesma qualidade. Contém memória infinita, iluminação potente e ajuda nos mais diversos assuntos. [Item Opcional]
Autômato-Aranha – Um robô de bronze celestial, ao ser quebrado pode ser reparado. Tem 8 pernas, anda rapidamente e tem 2 pinças que liberam uma toxina guardada em seu interior, encantada para ser infinita. Esta toxina deixa quem for atingido completamente paralisado por 1 rodada. Tem 2 binóculos que acham tudo. Não fala, mas pode “falar” em linguagem de máquinas.[Item Opcional]

Nota: Não tenho usei poderes.







_________________

"Enquanto tiver a Magia e a Ciência ao meu dispôr, não perecerei. Acho que sou uma força a ser considerada, não é mesmo?"
avatar
Wisteria Campbell
Bruxos de Hécate
Bruxos de Hécate

Mensagens : 23
Data de inscrição : 21/11/2013
Localização : Levanta, seu preguiçoso, e venha me procurar!

Ficha Meio-Sangue
HP:
160/160  (160/160)
MP:
160/160  (160/160)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Corrente Perdida - Missão One-Post para Wisteria Campbell

Mensagem por Hécate em Seg 9 Dez - 9:13



Avaliação!
Missão aceita. 



Coerência: 18/25
Ortografia: 24/25
Combate: 15/25
Enredo: 15/25
Total: 72

Comentários: Como pode perceber pelo enredo e combate, a missão não agradou totalmente. O combate poderia ter sido mais extenso, melhor escrito. A coerência existiu em boa abrangência, mas me pergunto por que acreditou tão fácil no garoto e como ele lhe fez cair inconsciente, mas, enfim... Fora isso, boa missão.

Energia e HP perdidos: 0 de energia e 25 de HP
Ganhos em Dracmas: 50 dracmas
Itens: • Guardian Angel {Apresenta-se, muitas vezes, na forma de um casaco com capuz ou um corselete. Quando ativado, assume a forma de uma armadura com correntes nas manoplas. Tem a chance de revidar um ataque desferido por um oponente, a critério do narrador.}

~tsc~

_________________



Hécate


I have died every day waiting for you... Darling don't be afraid, I have loved you for a thousand years. I'll love you for a thousand more


thanks brittany from @ bg!

avatar
Hécate

Mensagens : 103
Data de inscrição : 01/11/2013

Ficha Meio-Sangue
HP:
100000/100000  (100000/100000)
MP:
100000/100000  (100000/100000)
Arsenal:

Ver perfil do usuário http://demigods-rpg.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Corrente Perdida - Missão One-Post para Wisteria Campbell

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum