Teste para os Alquimistas de Medeia

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Teste para os Alquimistas de Medeia

Mensagem por Ártêmis em Qua 18 Dez - 18:46



   
Teste para Alquimista de Medeia
   
Borbulha minha poção...

   


   Alquimistas de Medeia são homens e mulheres dedicados ao experimento e confecção de poções, soluções mágicas e outros itens do tipo. Ao entrarem no grupo, eles se tornam mais lógicos e misteriosos, ganhando um ar inebriante. Eles também ganham certos poderes relacionados ao charme e em grau menor aos dos filhos ou mesmo bruxos de Hécate, sobre magia. Eles especializam-se em poções de todos os tipos, ajudando seus aliados com poções curativas e restauradoras e podendo infligir danos ou efeitos sérios em seus adversários, desde baixas pesadas até cegueira, lentidão, paralisia e sonolência. Medeia não é preconceituosa, aceita desde semideuses até centauros e espíritos da natureza.
O teste para eles está a seguir:



-Nome
-Idade
-Parentesco Divino
-Nível
-História do Personagem (mínimo 20 linhas)
-Como se reuniu aos alquimista? (mínimo 25 linhas)
-Narre uma batalha sua com os monstros, podendo usar poderes e itens de Medeia correspondentes ao nível. Porém, saiba que se usar itens, terá de pedir os mesmos que usou caso seja aceita(o). (Mínimo 25 linhas)


Boa sorte!

   


   
~tsc~
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Re: Teste para os Alquimistas de Medeia

Mensagem por Hanna S. Thermopolis em Qui 23 Jan - 16:47


Macumba, Macumba, Querida Macumba ☠
Teste para Alquimista de Medeia





- Nome: Hanna S. Thermopolis.
 
- Idade: 18 Anos
 
- Parentesco Divino: Nyx
 
-Nível: 1
 
- História do Personagem (mínimo 20 linhas)
 
Nascida no dia 19/05/1995, sou filha de um famoso autor de Best Sellers de romance, mistério, suspense, assassinato, investigações criminais e coisas do tipo, além de Lorde da Coroa Inglesa e um empresário bem-sucedido. Apesar de ter dois empregos, escritor e empresário, meu pai sempre tinha tempo para mim, ficava cuidando de mim, e ele tinha a ajuda de minha avó Sophie que morava com ele, e o ajudava a me criar. Eu sempre tive tudo que quis tudo do bom e do melhor, e tive até coisas que não precisava. Eu sempre tive uma vida "perfeita", mas, meu único problema era a falta de uma mãe. Esse foi um ponto onde minha vida e minha infância sempre foram afetadas. Mas, minha avó sempre foi minha figura materna mais forte, que sempre supriu minha ausência de mãe, e não dava tão certo, mas mesmo assim era bem melhor que ficar sem figura materna, mas isso sempre me corroía. Quando fiz cinco anos, comecei a fazer aulas de Tae-kwon-do, violino, jiu jitsu, caratê, dança, arco e flecha, equitação, etiqueta, teatro, pinturas e idiomas variados. Era um jeito de me manter ocupada na escola e fora dela, e um meio de garantia para meu pai que eu não iria parar no mundo das drogas e da prostituição. E realmente ajudara por um bom tempo. Com nove anos, enquanto estudava, e me preparava para ser uma dama da sociedade inglesa e italiana, meu pai me ofereceu uma proposta, eu o ajudaria a escrever os livros, por um salário de 50 euros por mês e eu aceitei, já que adorava escrever. Por ser uma pessoa meiga, simpática e geralmente amada por todos, era sempre protegida por meu pai, e em qualquer circunstância, ele sempre estava comigo, ou minha avó, ou eu ficava com amigas, era muito raro eu ficar sozinha. Então, eu não tinha tanto contato com garotos, tanto que meu primeiro beijo foi aos quinze anos, e perdi minha virgindade aos dezessete. Não porque queria permanecer virgem, mas por procurar a pessoa certa para isso.
 
Meu pai é uma boa pessoa, um escritor bem-sucedido, empresário e lorde da Coroa Britânica e geralmente tinha muito tempo livre para ficar comigo. Com um ar de permanente bonomia no rosto, exalando charme em cada ação, possuindo um carácter de playboy, com inúmeras conquistas do currículo e uma personalidade de Bon vivant, Francesco Thermopolis tem também algo único: a capacidade de, devido à sua visão singular dos crimes, resolver os casos irresolúveis. E, assim, torna-se um consultor do departamento de homicídios da cidade de Londres e Roma. Ele é, também, um pai extremoso, apesar de rico, gosta de manter uma aparência mais rústica, vivendo no seu apartamento comigo, a filha precocemente adulta e com a qual mantêm uma relação de grande empatia, e a mãe Sophie, uma ex-atriz e dona de uma língua viperina. Vivemos como uma grande família feliz, até meus dezoito, onde anunciei que iria fazer faculdade na América, e procurava uma quando fui atacada por uma harpia e salva por uma filha de Selene. Me levou para o Acampamento Meio Sangue, e descobri ser filha de Nyx.
 
 
- Como se reuniu aos alquimistas? (mínimo 25 linhas)
 
Uma noite calma era o que eu precisava. Eu precisava disso depois de quase ter sido morta por uma criatura que era semilouca que Thanatos tinha mandado para o Lago de Canoagem por pura diversão. Estava brava. Tinha quase morrido, e matado um monstro literalmente esquisito com um bando de náiades lerdas. Exalava ódio. Estava no chalé de minha mãe, simplesmente entediada, quando vi Channel a filha de Selene que fora minha salvadora, com um vestido vermelho, salto de mesma cor e brincos. Eu estava curiosa para saber o que ela fazia lá. Apenas a olhei. - Channel, o que faz aqui? - Ela deu um sorrisinho falso, e me olhou. - Vim levar você e sua irmã para um passeio. Se troque e me encontre no Anfiteatro, vou chamar mais algumas pessoas. Leve Lucy com você. - Eu a olhei um pouco assustada, e suspirei fundo. Então coloquei uma blusa, um casaco, um jeans, um tênis, um brinco, um colar, uma pulseira, brincos e fone de ouvido, arrumando o cabelo, antes de ir para o quarto de Lucy e gritar. - LUCY KURNOVA VOCÊ VAI LEVANTAR ESSA SUA BUNDA GRANDE DAÍ PORQUE VAMOS SAIR, SE TROCA! - Revirei os olhos, entrando no quarto de Lucy e a vi dormindo, e joguei um travesseiro nela, e ela me olhou, coçando os olhos: - Hanna saí daqui! - Eu acenei um não com a cabeça, e fiquei lá, esperando Lucy se trocar, até a vir com um short de cintura alta, blusinha curta rosa, um bolero jeans, uma luva de couro e tênis de salto alto preto. Dirigi meu olhar para espelho, e Lucy estava linda, então, trancei seu cabelo, e ao mesmo tempo, me via no espelho. Eu estava linda. Assim que vi Lucy pronta, fomos para o Anfiteatro caminhando a passos curtos. Era noite, e era a melhor época para Channel, eu e Lucy. Aquilo seria "quase" uma reprise do dia que conheci Josh. O que não seria tão ruim, mas dessa vez, Channel e Lucy estariam conosco, eu achava.
 
Assim que chegamos ao Anfiteatro, vi Joshua com uma blusa branca, um jeans, um tênis, jaqueta de couro preto e um cordão de prata. Ele parecia despreocupado ao lado de Channel. Eu suspirei fundo, me aproximando sorrateiramente por trás dele, colocando as mãos em seus olhos. - Bela escolha de roupas. Afrodite te abençoou? - Apenas o ouvi rir, e tirar minhas mãos de seus olhos, e se virar. - Isso, não teria a menor graça, não acha? - Revirei os olhos, rindo, e beijando sua testa. - Não, não teria. Agora, sabe o que Channel quer conosco? - Ele acenou um não com a cabeça, e Channel anunciou que iríamos para a floresta. Comecei a andar receosa, segurando a mão de Josh. Enquanto andávamos, Channel e Lucy conversavam entre si, até que vi um vulto, apertei um pouco a mão dele, não a ponto de doer, mas eu estava com medo, eu queria sair dali. - Não podemos sair daqui não? Estou com medo... - Suspirei bem fundo. Era fácil para eu confessar o medo, estava apavorada. Queria sair dali, mas vi Channel e Lucy pararem em uma clareira. - Então, então, como começaram a namorar? - Suspirei fundo, começando a contar para as mesmas. Assim que terminei, as duas ficaram com caras felizes, e apaixonadas, eu inclusive já estava corada. Josh apenas sorriu. - Eu amo muito... - E o vi desmaiado. Eu não tinha noção de como ele tinha desmaiado. Eu fiquei apavorada e gritei. - CHAMEM AJUDA PELO AMOR DE ZEUS! - Eu chorava. Vinham lágrimas em meus olhos, eu estava com medo. Poderia perder qualquer pessoa, mas ele não. Eu o sacudia para acordar, e fazia massagem cardíaca, qualquer coisa que pudesse resolver. Até ouvir um riso. - Ele não irá acordar assim, signorina. Desista. Só eu posso acordar lo. - E uma mulher realmente linda, de cabelos roxos, um corpo escultural, olhos verdes, saiu de onde estava. Eu chorava. Channel e Lucy desmaiaram assim que viram a mulher...  Eu chorava. Não queria perder uma pessoa que me importava. - Que - Quem é você? - Eu disse curiosa. A mulher se ajoelhou ao meu lado, ajeitando uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha. - A mulher que pode salvar sua vida e a de seu amado, Hanna. Eu sei sim, seu nome, os deuses me contaram, querida. Eu... Por outro lado, sou famosa por ser uma mentirosa vil. - Eu pensei um pouco. Mentirosas vil eram apenas Éris e... Já sabia quem ela era - Você é Medeia... A esposa de Jasão. - Ela concordou, com um sorriso. - Eu possuo um grupo de pessoas que possuem habilidades especiais com poções, meus amados Alquimistas. Una se a mim, ou... O amor de sua vidinha insignificante irá morrer. - Eu suspirei fundo. Eu precisava salvar lo. Observei Joshua desmaiado, começar a tossir, e a acordar. Assim que o vi acordar, eu sorri aliviada, o abraçando e murmurando. - A - Achei que ia perder você... - Eu ainda chorava, mas agora era de felicidade. Ele estava acordado e consciente, mas parecia preocupado. - Hanna... Eu ouvi tudo que Medeia te disse, por favor... Não se una a ela... Por favor... Ela é uma mentirosa, ela não vai cumprir o que prometeu. - Suspirei fundo, olhando para ele. Sabia que estava certo, mas não poderia arriscar a vida dele. O beijei de forma afetuosa e carinhosa, e encostei sua testa com a minha. - Sei dos riscos. Mas te perder não é um risco que quero correr. Sabe que amo você, mas preciso fazer isso. Conte para Lucy, Quíron e quem precisar. Se eu não voltar... Saiba que te amo, e que foi a melhor pessoa que conheci em toda minha vida. - Suspirei fundo, me levantando, e andando até Medeia. - Vou com você, mas cumpra sua palavra, Medeia. - Ela sorriu, e estalou os dedos. - Ele está bem. Agora vá embora, prole de Hebe. - Suspirei dando um sorriso forçado a ele, e o vi indo embora, então segui Medeia, e assim me unindo aos Alquimistas.


- Narre uma batalha sua com os monstros, podendo usar poderes e itens de Medeia correspondentes ao nível. Porém, saiba que se usar itens, terá de pedir os mesmos que usou caso seja aceita (o). (Mínimo 25 linhas)?
 
Um mês tinha se passado. Tinha me unido aos Alquimistas unicamente para salvar a vida de quem amo. E agora, estava até que gostando daquela vida. Mas meu maior remorso era ter deixado o Acampamento por um mês, e Joshua. Andei pelo acampamento atrás de Joshua, eu estava preocupada, ameaçava chorar, quando me toquei de que ele pudesse estar no Chalé. Andava para o chalé de Hebe, a passos rápidos, quando bati na porta do chalé, assim que cheguei, eu ouvia um "Já vai, já vai! Calma"! Suspirei fundo, ficando ansiosa, e olhava para o céu, vendo meu corvo, que voava seu nome, era Frodo, não por gostar de Senhor dos Anéis, mas por achar o nome legal. Eu suspirei, e assim que a porta fora aberta, vi Joshua, me encarando com uma expressão atônita. − Ha - Hanna. − Eu dei um sorriso pequeno, e o olhei. − Hum... Posso entrar? − Ele concordou, e entrei no chalé que tinha uma decoração clara e simples. Eu apenas o abracei forte assim que a porta foi fechada. Eu chorava. Lágrimas caíam de meus olhos. − Eu senti tanto sua falta... Não teve um dia sequer que eu não chorei, nesse mês que passei fora, ou deixei de pensar em você. – Eu apenas sorri para ele o abraçando ainda, e beijando o com calma. Ele me abraçava enquanto dizia com calma, mas parecia ainda surpreso pelo meu “incrível” retorno. – Você não tem ideia... De quanto eu senti sua falta, Hanna. – Ele suspirou fundo. Eu sentia o cheiro dele, de omelete com suco de laranja, um sabonete de pinheiro e de perfume de homem vindo em minha direção, e aquele cheiro seria minha tortura pelo resto da vida. Eu apenas sorria para ele. – Eu nunca mais vou embora... Convenci Medeia a me deixar ficar no Acampamento, digamos que... Usei o mesmo truque que ela usou para que me unisse a ela...  – Dei um sorriso maroto, e ele riu, beijando minha testa. – Me promete... Que nunca mais me deixa. Não vou aguentar se me deixar de novo, Hanna... – Ele suspirou e deu um sorriso triste. Eu não sabia que tinha feito tanta falta assim para ele, mas eu sorri. – Nunca mais te deixo... Prometo. – Eu apenas beijei sua bochecha, e o olhei. – Apesar de não ter virado Alquimista por vontade própria... Ganhei umas coisas bem legais. Ganhei um punhal, um corvo que eu o batizei de Frodo, e nem me pergunte o porquê, uma túnica branca e meu kit de poções...  – Disse tirando tais itens da mochila que estava comigo.  Ele apenas sorriu, e disse. – Precisa treinar dona Alquimista. – E sorriu para mim. Coloquei as armas na mochila, concordando com um aceno de cabeça, e saímos do chalé.
 
Andamos para meu chalé, para que eu pudesse trocar de roupa, dei um breve “oi” para Lucy que sorriu, e saiu para encontrar Liam, o garoto que sabia que ela tinha um rolo. Após sair do chalé, de roupa trocada, sorri para Joshua, e caminhamos até a Arena, onde vi um Ciclope enorme, com uma clava com espinhos. Josh se sentou em uma arquibancada. Eu iria bater nele um dia, mas suspirei fundo, vendo o Ciclope vindo me atacar com a clava. Eu sabia que fogo não iria adiantar, tinha enfrentado muitos deles em Chicago. E não seria tão difícil, mas sabia que tinha que chegar perto.
 
Enquanto o monstro avançava para cima, me preparei para me defender de um golpe, mas o ciclope lançou a clava em meu estômago, mas não a parte com espinhos, me fazendo tombar e ficar sem fôlego por alguns instantes. Eu estava no chão de joelho recuperando o fôlego, vendo Josh se levantar preocupado, eu me levantei, pegando o punhal que caíra de minha mão, a alguns metros há frente. Eu suspirei, olhando para o monstro, que queria me matar, então corri o mais rápido que conseguia, enfiando o punhal no pé do bicho, e retirando em seguida, o vendo mancar. Em minha mochila que levava, eu tinha bombas de sono não muito fortes, prontas, mas não forte o suficiente para me afetar também. Precisava chegar até a mochila. Ouvi o monstro rugir alto, e revirei os olhos.  – Ah cale a boca, bafo de onça! – E corri o mais rápido que consegui até a mochila, pegando uma garrafa e quebrando a, tampando meu nariz, vendo o ciclope cair com o cheiro da fumaça, e Josh assim como o monstro, dormia. Okay, eu tinha ficado mais... Forte. Mais esperta. Assim que o monstro dormiu, dei um sorriso, pegando o punhal furando as veias pequenas do monstro, até totalizar cem, até então, passar a faca pela garganta do monstro. Eu o vi se dissolver em areia com um sorriso sádico nos lábios. Eu estava adorando? O que tinha acontecido comigo? Tinha ficado um mês fora, e tinha adorado matar? Aquela não era eu. Você matou querida, é isso. Você matou um monstro inocente que poderia ser pai, ou filho de alguém, supere. Preciso de você sã, não preciso que delire. Ouvi a voz de Medeia em minha mente. Aquilo me apavorou mais ainda. Guardei minhas coisas, pegando a mochila que tinha a colocando nas costas, e fui até a Arquibancada, onde peguei Joshua, o tirando de lá, e o levando para o chalé de Hebe.






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Re: Teste para os Alquimistas de Medeia

Mensagem por Hécate em Sex 24 Jan - 8:14

Aprovada, boa sorte.

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Re: Teste para os Alquimistas de Medeia

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