[Teste] Sacerdotisas de Héstia.

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[Teste] Sacerdotisas de Héstia.

Mensagem por Hades em Qui 19 Dez - 8:39



   
Teste para Sacerdotisa de Héstia
   
'Cause we got the fire and we're gonna let it burn, burn, burn, burn... ♪

   


   As Sacerdotisas de Héstia são um grupo de jovens donzelas que dedicam-se à proteção oferecida pela lareira, e cultuam a mais velha dos Olimpianos. As chamas são suas maiores aliadas e, depois de jurarem fidelidade e castidade eterna a Última Olimpiana, ganham a vida quase-eterna (morrendo em batalhas, caso falhem em cumprir seus deveres, como as Caçadoras de Ártemis). São a versão grega das antigas Vestais, servas de Vesta, a Héstia romana e com isso, como as irmãs latinas, serão enterradas vivas caso descumpram o juramento de castidade. Se sobreviverem ao enterro, queimaram no próprio fogo de Héstia. Por ser um grupo fechado e reservado, além de agirem às escuras, poucos sabem dos mistérios que envolvem os rituais das Sacerdotisas, mas dizem que quando são selecionadas por Héstia, deverão sacrificar a si mesmas pela Chama do Olimpo, jogando-se ao fogo da lareira da deusa e renascendo das cinzas, como uma fênix, para então ganhar a benção da deusa e os poderes respectivos ao grupo.
O teste para elas está a seguir:



Nome:
Idade:
Parentesco Divino:
Nível:
História da Personagem (mínimo 20 linhas):
Como Héstia a encontrou? Lembrando que para ela te encontrar, precisaria ter um porquê, pois a deusa só seleciona as mais puras para se juntarem aos clero.
Narre uma batalha em que a sua personagem deverá fazer um sacrifício para salvar alguém, mostrando o lado mais puro e fiel que tenha. (Mínimo 25 linhas)

Boa sorte, donzelas!

 
~tsc~

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Re: [Teste] Sacerdotisas de Héstia.

Mensagem por Karma Wang em Sab 21 Dez - 14:24


Teste para Sacerdotisa de Héstia


☼ Nome: Karma Wang
☼ Idade: 17
☼ Parentesco Divino: Deméter
☼ Nível: 1
☼ História da Personagem: Karma tinha sua mãe (que mais tarde, obviamente, descobrira que era uma madrasta nos 15 anos da menina) que sempre a tratou muito bem, como uma filha. Já o seu pai, um homem chinês rigoroso, era o contrário da esposa: fazia pouco caso da filha e vivia dizendo para a mulher parar de se preocupar com ela; Moravam numa pequena fazenda nos arredores de Augusta. Antigamente, a madrasta contara que o pai, antes de se casar com ela, teve um caso com uma mulher amante da natureza. Ela o notara pelo seu programa de ajudar a salvar a flora local e seu aspecto jovial e otimista. Por algum motivo desconhecido até pela “falsa” mãe, o homem, entretanto, se tornou carrancudo e ranzinza.  A menina ajudou a colher, plantar e cuidar das plantas. Tudo que ela cuidava nascia viçoso e exuberante, e não demorou muito para que conseguisse arranjar um emprego de meio período para pagar aulas de canto e um breve tempo para aprender intuitivamente como cozinhar com o que plantava;
No aniversário de 16 anos, os pais de Karma estavam inquietos. Até mesmo Joseph, o pai, estava um pouco mais preocupado com a menina do que o normal, o que era um avanço sem precedentes se tratando dele. Sem aviso, eles se mudaram para a cidade de NY, em um bairro de classe média baixa. Foi difícil explicar para Karma que ela era uma semideusa, mas não havia o porquê mentir. Depois de algumas semanas, ela acabou engolindo a história, principalmente porque alguns bichos com cara de batata atacaram a menina um dia antes do seu aniversário, denominando-se Karpoi. Inacreditavelmente, ela já sabia o que eles eram: espíritos dos grãos. Ela carregava uma foice na mão, cuja usava colher a aveia que foi ali plantada. Um por um, os monstros pereceram. Depois de dito que era filha de Deméter, ela pensou muito e decidiu-se por acreditar. Foi levada até o Acampamento Meio-Sangue, e sem mais nem menos, como acontece com todo campista...
Seu queixo caiu.

☼ Como Héstia a encontrou? Lembrando que para ela te encontrar, precisaria ter um porquê, pois a deusa só seleciona as mais puras para se juntarem aos clero.
Parece banal, eu sei, mas Karma é uma garota que acredita na simetria em todas as coisas, no equilíbrio vital. Ela nunca fez mal a ninguém que não merecesse o que fez com que muitos achassem que a menina era uma Justiceira de Nêmesis. Ela, inclusive, se interessou pela ideia geral dos justiceiros, mas se horrorizou quando viu que o equilíbrio não é tão equilibrado. Karma é pura, fofa e inocente, intervém somente quando necessário.
Certo dia, a garota perdeu o horário fitando o lago de canoagem. Por que ela era tão inútil? Por que não sabia fazer nada? Ela daria tudo para ser alguém por ali, não só mais um rosto. Quando percebeu, eram mais de 11 horas: o toque de recolher já fora feito. Aquilo foi demais para ela: lágrimas escorreram silenciosamente pelo belo rosto da menina. Dane-se o toque de recolher, dane-se as Harpias... Ela faria alguma diferença? Ela seria algo...
De repente, um brilho calou os pensamentos torturantes de Karma. A luz se aproximava ao longe, mas não era exatamente uma luz: era uma mulher. Ela parecia ser muito bonita, e o ofuscante brilho vinha de uma vela carregada pelas mãos da mulher. Karma sentia algo... Poderoso. Algo divino.
A luz da vela se acalmou, passando a ser como a de um fogo comum (embora ele continuassem intensamente laranja). A mulher caminhava pelas águas, o que era mais um sinal, e dessa vez certeiro de que a moça não era mortal. Karma poderia ter corrido, mas se sentia cada vez mais... Confortável. Esquisito...
Em esvoaçantes vestes brancas, a bela mulher chegou até ali carregando sua vela, transbordando algo como conforto e... Felicidade. A jovem menina, agora sentada em cima dos joelhos (como se fosse rezar à qualquer momento), olhava diretamente para a mulher, que abriu um imenso sorriso e disse:
-Olá, Karma. Como vai? Me reconhece, sabe quem eu sou?
Ela leu vários contos sobre deuses e deusas nos livros em grego que o Acampamento fornecia, mas não se lembrou muito bem de nada parecido. Talvez...
-Perdão, senhora... Hã... Hera?
A mulher riu genuinamente. Ela parecia agradavelmente surpresa:
-Passou perto. Eu e Hera, contudo, somos bem diferentes. Sou Héstia, querida, a deusa da família e do fogo da lareira. – Com um movimento de mão displicente, uma enorme mesa de madeira surgiu, com tudo que se possa imaginar: pão feito em casa, batatas com cenouras na manteiga, sopa de cebola caseira, carne de panela e uma variedade imensa daquilo tudo. A deusa se sentou em uma das duas cadeiras que ela conjuro logo em seguida.
Alargando ainda mais o sorriso, ela disse:
-Sente-se, Karma. Temos muito o que conversar.

Spoiler:
Embora a moça não fosse como a Christina Perri, a situação foi mais ou menos essa

☼ Narre uma batalha em que a sua personagem deverá fazer um sacrifício para salvar alguém, mostrando o lado mais puro e fiel que tenha.
Agora, Karma era a mais nova sacerdotisa de Héstia. A noite de ontem foi tão confortável, mas tão... Estranha. O que importava agora era que Karma se sentia melhor do que nunca: mais segura, mais confiante e mais incluída. Era como se quisesse aquilo durante a vida toda! Não se importava agora com o que os outros pensavam quando olhavam para ela (agora atraía um número sólido de olhares), pois ela era Karma Wang. Não fazia diferença agora, pois enquanto ela tivesse Héstia ao seu lado, nada a atingiria. Ela era inabalável.
O Natal passou tão rápido quanto a alegria familiar e fraternidade, tão apreciada pelas Sacerdotisas. Logo chegou o Ano-Novo, tão adorado e... Bagunceiro. Bom, não era proibido se divertir! Mesmo Karma estava animada, talvez a mais animada, pois nunca vira nenhuma festa de Ano-Novo. O pai sempre insistira em não comemorá-lo, por motivos desconhecidos, talvez fosse algo relacionado às origens chinesas do senhor. Parecia ser tão emocionante! Mesmo sendo Sacerdotisa, seria a coisa mais gostosa do mundo ficar ali, rodeada de gente alegre e emocionada, contando os minutos para o novo ano que se começaria. Ela daria tudo para comparecer!
A garota resolveu preparar roupa e maquiagem uma semana antes do Ano-Novo. Queria estar estonteante, linda. Acontece que uma carta (o pobre carteiro ficou meio atordoado, mas no final, tudo deu certo) acabou com toda aquela alegria e ansiedade. Sua tia Britineyde teve um derrame e nenhum parente gostaria de cuidar dela: afinal, ela nunca foi realmente legal. A única vez que Karma a vira antes, ela passara uma noite pousando em Augusta e só criticou: a casa, o nome da menina e diversas outras coisas repugnantes. A garota deu graças quando a mulher finalmente foi embora, cruzes.
“Mas a velha tinha que ficar doente logo naquela hora? Logo dia 30? Você não chegaria a tempo para o Ano-Novo. Você nem gosta da tia, ela que se vire! Não vai perder a festa mais adorada por ela no ano por uma velha chata pra cacet*, né?!”
“Mas... Ninguém mais iria cuidar dela. A senhora teve um derrame, merece um Ano-Novo feliz... Eu não posso simplesmente deixar ela lá, vou me arrepender disso depois! E se ela morrer? Seria minha culpa!”
Dois lados da menina brigavam. Um dizia para ela ficar, outro para ir. Ela realmente queria ficar para a virada do ano... Mas era mais que uma obrigação das Sacerdotisas ajudar o próximo. Por fim o pensamento de que se a tia morresse seria indiretamente culpa dela venceu, e Karma foi impassível e sem reclamar para Miami, levando junto somente sua gadanha. A vontade dela seria gritar e espernear em todo o avião, sair dali o quanto antes e voltar para o Acampamento, mas ela acabou se conformando. Afinal, uma coisa que ela aprendeu desde pequena nunca a abandonara: “Devemos fazer nossas próprias escolhas, e arcar com as mudanças que ela trará”. A viagem, sendo assim, se seguiu tranquila e sem transtornos.
Miami estava linda ali no dia 31, algumas casas ainda com enfeites de Natal. Via-se árvores e praças enfeitadas por toda a parte, sendo que logo tais enfeites seriam desfeitos para o Ano-Novo. Direcionada para o hospital mais próximo, seguindo o endereço da carta, Karma chegou de táxi ali. Ela suspirou longamente, mas adentrou o local.
Ela nunca gostara de hospital. Tinha uma aura e aromas esquisitos, mas aquele não era momento para se incomodar, teria que fazer companhia para a tia Britineyde, pois não veio de longe, perdendo uma festa épica que gostaria imensamente de ter participado, para ter que ficar ali sem fazer nada.
Infelizmente, foi isso que aconteceu.
É horrível fazer companhia para uma pessoa que teve um derrame. Ela tinha os olhos vidrados como o de uma boneca, totalmente impotente deitada naquela cama de hospital. Às vezes, a mulher conseguia abrir debilmente a boca, como se fosse falar algo, mas dali não saía nada que não fosse saliva. Karma escutou os médicos comentando que ela não teria muito tempo, o que era visível. Fora isso, não aconteceu nada até às 11 horas do dia 1. A garota, antes disso, tinha comemorado a virada do ano na TV da sala desanimadamente no dia anterior, e não foi nada divertido com uma tia tão inútil e débil quanto uma pedra ao seu lado.
Começou a sentir uma pena enorme da mulher. Ela nunca gostou mesmo dela, e esse sentimento não mudou. Porém, ela não merecia ficar tão... Sem nada poder fazer. Era uma visão tão deprimente... E ela não merecia, tampouco, morrer daquela forma.  Karma pensava naquilo, quando escutei baques meio surdos e roncos. Os roncos eram normais, mas estavam vindo até dos corredores... Ela abriu a porta, e uma visão estranha tomou conta dos seus olhos: como assim, os enfermeiros e médicos estavam ali, deitados, dormindo? Derrubaram tudo que carregaram: bandejas, soros e gaze. Não fazia sentido... Ao menos que...
O hospital estivesse sendo invadido.
Uma risada foi ouvida atrás da jovem garota. Virou-se abruptamente e viu uma... Uma... Empousai! Sim, era aquilo que ela era. Só podia ser! Uma mulher de pernas de burro, rosto belo e cabelos flamejantes! Ela riu novamente para Karma e sua unha, digo, garra chegou perigosamente perto do pescoço da tia, olhando para cima com um olhar vidrado. O monstro debochou:
-Diga suas últimas palavras, querida. Um passo a mais e te mato também.
Uma expressão de horror tomou o belo rosto da menina. Disse nervosa:
-Mas... Ela está no leito de morte! Por que você iria fazer isso?
A Empousai fez um sinal de descaso com a mão:
-Orgulho. Essa mulher aqui não é tão boazinha assim, sabe? Já foi uma mortal bem chata. Embora você não acredite, vendo-a impotente e gorda assim, ela conseguia ver através da Névoa. Denunciou vários ninhos de Empousai e outros monstros. É uma felicidade que ela esteja morrendo, mas se eu mata-la eu mesma, com certeza serei famosa pelas minhas irmãs. Não foi difícil manipular a Névoa nos mortais fazendo-os dormir, sabe?
Hã? Seria possível? Tia Britineyde? Uma velha gorda, amante de buldogues, que adorava beber e criticar? Não... A Empousai estava apenas debochando de Karma para distraí-la. Mas uma coisa era certa: não era correto matar uma pessoa inocente. Sem pensar, Karma disse audivelmente (porém muito nervosa):
]-Você deveria pegar alguém igual a você! Não uma pessoa como ela! Pegue uma pessoa igualmente horrorosa, malcuidada e de maquiagem borrada e aí conversamos.
Uma nota de ódio pareceu aparecer na voz da Empousai quando ela disse:
-Por favor, quem é você para falar de mim?
Desta vez, o ódio tomou-lhe a cabeça, quando a sacerdotisa disse genuinamente:
-Sou Karma Wang, Sacerdotisa de Héstia, Filha de Deméter. E uma garota que não se veste como uma prostituta e nem tem garras mal feitas assim.
Aquilo foi demais para o monstro. Ela abandonou o dedo do pescoço de tia Britineyde, e com uma rapidez imensa, a bruxa pulou em Karma. A menina apertou seu anel e de lá saiu uma foice. A Empousai não esperava aquilo, e em questão de segundos, só restava pó de monstro por ali. E... Como? Tia Britineyde estava em pé, ajeitando sua camisola e olhando para a sobrinha:
-Naya. Uma Empousai com tanto poder... Mas tão cabeça quente. Eu sabia desde o começo que você era uma semideusa, menina.
A boca de Karma se abriu e fechou. A tia deu uma risada alta e espirituosa:
-O que a Empousai disse é verdade. Sou perita em disfarçar quem sou e o que estou sentindo, como comprovado agora. Me fiz passar por quem tinha tido um derrame só para que você a derrotasse para mim. Nem eu mesma sei como enganei os médicos... Estou muito velha e enferrujada, sabe. – Ela comentou, dando um lamúrio como se estivesse cansada de viver. Continuou – A carta era minha... Falsifiquei tudo. Sabia que Naya viria atrás de mim, então... Bem, agradeço. Não esperava que se sacrificasse daquela maneira só para chamar atenção do monstro para si... Desculpe pelos transtornos e... Por antigamente. Bom, acho melhor pegarmos um táxi.
Ela disse aquilo como “Vou comprar pão ali na esquina e já volto”. Era demais para aguentar, era mais ainda do que saber de que se era uma semideusa. A garota estava zonza... Literalmente.
Ela estava sangrando no braço: a Empousai a ferira. Mas não importava tanto, pois tia Neyde (como insistiu em ser chamada) estancou o ferimento e pediu um táxi. Juntas, elas festejaram o Ano-Novo na casa dela (a tia estava fanática por comida, pois não comia no hospital há dias, já que teoricamente teve um derrame.
Voltando ao Acampamento, ela teria muita história para contar. No caso, nem mesmo houve uma festa de Ano-Novo – Cancelada, devido ao provável uso de bebidas alcoólicas. Mas aquilo nem importava: estava radiante. Sem motivo, aparentemente, mas na verdade, estava mesmo é feliz por um motivo simples.
Ela salvara uma vida.
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Re: [Teste] Sacerdotisas de Héstia.

Mensagem por Thanatos em Sab 21 Dez - 20:35

Gostei da ficha, tirando a luta de um parágrafo só. A história está bem feita. Bem vinda Sacerdotisa.

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