Arena ─ Espada e Escudo

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Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Hécate em Dom 3 Nov - 13:08



Arena!
Enquanto eu estiver aqui, será sempre o segundo melhor. 



Foi decretado a divisão da arena por partes. Cada uma com seu respectivo instrutor e treinos específicos para melhorar o manuseio da arma. Os treinos prediletos dos campistas. Muito comum em historias e filmes medievais, espada e escudo sempre receberam muito mais destaque que as outras armas. Por isto, não raras as vezes, muitos campistas começam seus treinos por aqui. Exige uma boa coordenação do usuário, além de conhecimentos básicos de postura e muita dedicação para manusear-los. Há estantes com diversas espadas e escudos para o treinamento. Existem também alguns autômatos de fácil manuseio para combates mais avançados, mas é aconselhável chamar uma cria de Hefesto para supervisionar o uso destes. O instrutor desta área é um filho de Athena especialista em esgrima e habilidades defensivas.

- Só é permitido 3 treinos por dia em qualquer campo
- Mínimo de dez linhas



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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Channel C. Rowlings em Seg 23 Dez - 15:01

Swords Training

Lutinha..



Estava a muito pouco tempo no Acampamento, mas aquele lugar já me parecia um lar. Era estranho pensar assim, era como se eu não tivesse nada, o que não era verdade, eu tinha meu irmão. Mas o meu chalé me causava uma sensação de conforto, e me fazia esquecer de que era novata ali, era filha de uma deusa e todo o resto das bobagens. Sentia-me feliz, e era apenas isso que importava. Havia acordado cedo naquela manhã, com uma ansiedade estranha corroendo meu ser. Enquanto tomava um calmo café da manhã no Pavilhão do Refeitório percebi o que era. Precisava treinar. Estava ali há alguns dias e não tinha feito nenhum treino. Então segui para a Arena com minha espada.
Estava a ajeitar meus jeans quando cheguei à arena das espadas. Parei por alguns segundos enquanto meus olhos faziam a varredura do local. Como meus conhecimentos de batalha e treinos eram muito limitados, tinha de ter a consciência de não pegar algo muito pesado. Por isso me direcionei até os bonecos de palha. A arena não estava tão cheia, então a minha pequena timidez não se manifestou quando desferi um golpe em diagonal onde devia ser a barriga do boneco. Parei para olhar se alguém estava prestando atenção em mim, mas aparentemente não. Sorri, pois isso quebrou a barreira que eu tinha de quebrar para continuar treinando. Desferi um golpe em horizontal no ombro do boneco, me agachando e atingindo o boneco em sua coxa. Afastei-me alguns metros do boneco, correndo de volta para ele e desferindo um golpe em horizontal no seu pescoço de palha, fazendo a mesma voar do buraco que minha espada havia feito ao arrancar a cabeça do boneco. Mesmo tendo arrancado seu pescoço, não parei de atacar o boneco. Desferi golpes em diagonal em ambas as laterais de seu corpo de palha, agachando-me enquanto rodava e o atingia na perna direita. Sem parar e nem ao menos pensar no que fazia, continuei atacando o boneco em sua barriga e seus braços, e parei apenas quando vi palha cercando-me por todos os lados.
Caminhei até o boneco mais próximo e, sem esperar, o atingi em um local que deveria equivaler a seu nariz. Atingi os ombros e os antebraços do boneco com golpes mais fundos. Girei para o lado direito e atingi o boneco em sua cintura, logo desferindo outro golpe em uma diagonal inclinada para a esquerda em seu peito e logo o atingi no mesmo lugar, mas com um corte de diagonal inclinada para a direita. Antes que me desse conta, desferi golpes em seus braços, pescoço e pernas que arrancaram os mesmos. Pensei em me dirigir para outro boneco, mas antes precisava prender meu cabelo em um coque para não me atrapalhar. Apoiei a espada no chão e, após ter terminado meu coque, caminhei para o boneco a minha esquerda. Comecei a pensar em outras técnicas que seriam úteis em um combate, em uma medida desesperada, quando estivesse entre a vida e a morte. Sendo assim, finquei minha espada no olho do boneco, retirando-a em seguida e enfiando no local onde ficava localizado o pulmão esquerdo de uma pessoa. A retirei e a cravei na barriga do mesmo. O instrutor via tudo de longe, sem dizer algo. Eu estava entediada com aquele treino já, então cortei a cabeça do boneco ao meio, seus braços e seus ombros, e sai dali, indo para meu chalé sem dizer algo.

Arma:
☾Espada do Eclipse. A arma é magicamente alterada para ter seu peso ajustado ao campista que utilizá-la. O cabo é feito de um material que impede que a arma escorregue das mãos do campista. A lâmina é feita de ouro, que representa o sol, e bronze celestial, que representa a lua, por isso é chamada de Espada do Eclipse - mortal para qualquer ser vivo e em seu cabo está entalhada uma lua e um sol com safiras.


 



Última edição por Channel C. Rowlings em Qui 16 Jan - 12:50, editado 1 vez(es)

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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Athena em Ter 24 Dez - 7:44



   
Avaliação e Atualização
   
Arena de Espada e Escudo

   


   
Coerência: 10/25
Ortografia: 22/25
Organização: 20/25
Descrição do combate: 20/25
Totalizando: 72 de experiência

Comentários: Channel, seu treino em si foi ótimo, porém houve alguns erros ortográficos. Você não chega assim em uma Arena e nem cumprimenta o seu instrutor, e ainda não possui uma perícia nesta arma para poder decepar os bonecos assim. É a primeira vez em que toca em uma espada e já vai atacando tudo como se fosse uma mestre no assunto, isso é errado. A arma que colocou no spoiler, na verdade faz parte dos itens de defesa, não é a que você citou no seu treino. Mas não se preocupe, ainda irá melhorar muito.
Aguarde a atualização e faça mais 2 treinos para ganhar perícia iniciante em espada e escudo.

   


   
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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Channel C. Rowlings em Qui 16 Jan - 12:30

Swords Training

Lutinha..



Acordei aquela manhã já pensando em treinar minhas habilidades com a espada, eu precisava treinar muito para não acabar machucando quem não queria. Peguei minha espada e o meu escudo em cima da cabeceira, não tinha nenhum risco de roubarem eles de mim senão teria um cadáver ali ao meu lado, e fui até a arena para começar meu treino. A porta da arena se abriu com um estrondo, não tinha ninguém ali por algum milagre, mas era melhor assim sem ninguém para atrapalhar. Segurei firme na espada, dando um sorriso torto enquanto avistava o local.
- Que comece o treino. - Avistei um boneco a minha frente e outro a direita avaliando cada centímetro deles com os olhos, uma brisa entrou pela porta entreaberta me fazendo perder um pouco o foco, claro que não era uma brisa comum, nada no acampamento meio sangue era comum, mas respondi sem me virar.
- O que foi instrutor? - Perguntei erguendo a sobrancelha esquerda, tentando entender o que houve.
- Nada minha princesa, volte sua atenção ao treino.
Fiz como ele falou tentando reavaliar cada objeto e cada boneco centímetro por centímetro para que tivesse certeza de que minha estratégia daria certo. Já devia ter passado pelo menos 2 minutos comigo apenas avaliando e numa luta isso significava morte, mas era apenas um treino e eu queria ser impecável. Virando em direção ao boneco mais perto parti em disparada correndo a toda velocidade.
Com os braços colados ao lado do corpo para ganhar mais velocidade, eu deslizei por trás do primeiro boneco enquanto abria os braços passando levemente a espada pelas costas do boneco, então fazendo o caminho reverso com o mesmo braço enfiei a arma no peito dele. Não esperei para ver o estrago correndo até o outro boneco novamente com os braços colados ao corpo. Ao chegar perto o bastante do boneco ele meio que andou para trás, mas eu já tinha percebido isso nos meus dois minutos de avaliação da arena e foi preciso apenas por a espada atrás do boneco fazendo com que ele cometesse suicídio, bonecos imbecis. Olhei para trás e o instrutor ainda olhava para mim calmamente.
- Bom, bom, mas da próxima vez tenta usar menos a espada e mais o seu corpo. Também seja mais rápida avaliando o terreno senão você morre antes de mexer um dedo.
- Se eu tenho uma arma tenho que usar essa arma. - O que de fato era a realidade, não sei ainda porque ele permanecia com aquela cara de quem desaprovava a minha atitude, porém eu respeitava as opiniões do mesmo.
- Não nesse caso, essa arma serve para te dar mais velocidade e poder cortante, não para você só usar ela.
Girei a espada contra o flanco direito do boneco, tok, se fez ouvir. Levantei o escudo e me inclinei para trás ligeiramente visando proteger meu dorso contra um ataque imaginário. Boom! Imaginei um golpe de maça impactando contra meu escudo. Imaginação era o que não me faltava, ler vários livros e interpretar os movimentos e imaginá-los me recompensou com um "treino" de imaginação ao longo dos anos.
A aquela altura o boneco de palha já tinha sumido de minha mente, à minha frente estava agora um soldado de meu tamanho com um conjunto de cota de malha de aço de baixa resistência, escudo e espada. Analisei a postura dele, pernas separadas uma das outras onde a dominante tomava a frente, joelhos um pouco flexionados e firmes. Escudo em riste ao dorso assim como espada. Tentei imitar sua posição, não era fácil por mais fácil que parecia... Óh ironia... Corri em sua direção girando o corpo em 360 º e executando um corte em seu escudo, como uma maneira de intimidá-lo e impedir a defesa do próximo ataque. Rápido como um soldado experiente, ele bloqueou com o escudo e já realizava uma estocada contra o flanco direito.
Tentei aparar sua espada com a minha usando a parte não cortante, porém em vão, fui golpeado nas costelas direita em cheio pelo soldado imaginário, por sorte imaginário. Voltei a posição. Avancei empurrando o soldado com meu escudo para desequilibrá-lo, seguido de um de cima para baixo contra seu ombro direito, aquele com qual ele segurava sua espada, agora no chão. Não queria perder tempo, avancei como um cachorro que avança em um pedaço suculento de bife, o imaginário apenas defendia meus golpes de gládio com seu escudo com uma habilidade muito acima da minha, até que, no último corte, ele me bloqueia com seu escudo e, logo após, me chuta na perna. Simulei uma caída - porque esses ataques físicos não eram reais -.
Sem pausa, ele avançou me direcionando um chute a face e me jogando de lado, minha simulação foi um tanto exagerada. Um chute do soldado me jogou a um metro longe. Ele agora recuava em direção a sua espada, não podia permitir. Me rastejei e levantei-me pulando contra ele e usando um tesoura para prender suas pernas e derrubá-lo como uma boleadeira que consegue atingir os pés do oponente. Imaginei ele caindo. O soldado chutou meu escudo diversas vezes enquanto lutava para se soltar de minhas pernas, que mais pareciam trepadeiras envolvendo ruínas de uma construção.
O homem chutou-me a cara se libertando da prisão de minha pernas e agarrando sua espada imaginária, sem perder tempo avançou, desceu a lâmina vorazmente contra meu escudo que o rachou com o golpe. Recuei para o lado e cortei seu flanco esquerdo, onde o escudo não cobria com eficácia. Ele gemeu desestabilizado. Avancei novamente erguendo a lâmina contra seu peito, pronto para empalá-lo ou assim pensei. O soldado imaginário girou em seu eixo aparando com seu escudo e ele me empalou no coração. Fingi uma respiração cortada e precária enquanto girava tentando retirar aquele aço sádico ao qual na minha imaginação fértil me matará.
O instrutor provavelmente estava pensando, ante meu espetáculo de encenação de batalha: Essa garota comeu as ervas estragadas dos filhos de Deméter? Ela é mímica? Ela não se alimentou? O Sol está fritando-lhe a cabeça? Foi quando percebi que o boneco de palha já estava a 5 metros de mim, com vários cortes espalhados pelo corpo (pelo menos, o que restou do seu "corpo"). Eu no chão toda suja e o instrutor me dirigindo olhadelas esquisitas pelos cantos dos olhos. Me retirei da Arena para dar uma pausa em meu treinamento.

Arma:
☾Espada do Eclipse. A arma é magicamente alterada para ter seu peso ajustado ao campista que utilizá-la. O cabo é feito de um material que impede que a arma escorregue das mãos do campista. A lâmina é feita de ouro, que representa o sol, e bronze celestial, que representa a lua, por isso é chamada de Espada do Eclipse - mortal para qualquer ser vivo e em seu cabo está entalhada uma lua e um sol com safiras.
☾Escudo de Bronze Celestial. Indestrutível, o escudo é super refletor e tem uma lua com safiras  entalhada em seu centro. É capaz de formar uma barreira protetora não só ao lugar onde o campista está protegendo, mas ao corpo inteiro do campista e mais duas pessoas (todos os itens, se perdidos, sempre voltarão para o campista).


 


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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Ártêmis em Qui 16 Jan - 18:57



Parabéns pelo treino!
Sua nota é...



Coerência 20/25 – Nada mal mesmo, Channel. Mas fique atenta para não exagerar. Gostei da sua imaginação, interpretou bem a personagem e ficou crível e estranhamente legal ao mesmo tempo, mas a falta de vírgulas deixou tudo meio sei lá, confuso? E também, gostaria de algo mais emocionante: seu escudo é indestrutível, como rachou pela espada? Ou foi o contrário e eu não entendi bulhufas?
Organização – 25/25 – Sem grandes comentários.
Descrição do combate – 22/25 – Achei engraçado! Foi divertido ler seu combate, Channel. Mas os erros ortográficos e um levíssimo exagero na imaginação fértil da Channel não deixaram sua nota como máxima.
Ortografia – 10/25 – Muitas vírgulas, pontos e verbos feitos de maneira errônea. Gostaria que revisasse melhor seus textos, querida, ok? Não achei erros significativos como em palavras, mas é melhor que você desse uma lida sobre emprego da vírgula, certo? Estou dizendo isso para seu aprimoramento futuro. Você tem potencial como todos os outros.

Total: 77 XP
Aguarde atualização e faça mais um treino para ganhar perícia em espada e escudo (separadamente, já que são armas diferentes).



~tsc~

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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Cassidy S. Jones em Seg 20 Jan - 17:24




Treinamento…

You have to die by my hands †

O Sol havia resolvido aparecer depois de alguns dias de chuva no acampamento, a luz forte adentrava o chalé 5, o que estava atrapalhando o meu sono. Irritada com a luz, resolvi levantar-me, meu irmão já havia saído do chalé, pois não havia nenhum sinal de vida dentro do recinto. “Ainda bem, pelo o menos ninguém vai me perturbar!” Bufei e arrastei-me até o banheiro, onde fiz toda a minha higiene pessoal, logo, peguei as roupas que gostava de usar em treinamentos e o meu cinto, vesti as peças e prendi meus cabelos em um rabo de cavalo no topo da cabeça, fui atrás da espada que havia ganhado ao ser reconhecida pelo o meu pai, o deus da guerra, Ares. Ela estava dentro do meu baú, a peguei pelo cabo e a levantei, a luz do Sol estava batendo em sua lâmina o que a fez brilhar, aquele tinha sido o melhor presente que eu já havia ganhado. A minha espada do terror!
Quando sai do chalé 5, pude sentir o calor que estava fazendo lá fora, pelo visto, Apolo estava fervendo. Revirei os olhos ao perceber que pensava naquele deus tão ridículo que ele era e segui para a arena. No caminho, avistava alguns conhecidos e não falava com absolutamente ninguém, odiava sorrisos e aquelas pessoas que achavam que viviam em contos de fadas. “Bando de fúteis!” Não demorou muito e já estava em frente a arena, adentrei a estrutura e tratei de buscar o meu adversário, hoje resolvi que iria lutar com um autômato. Corri até o arsenal e peguei um daqueles robôs, o que eu havia escolhido era um pouco mais alto que eu e em sua mão estava uma espada, carreguei o robô até um ponto da arena com uma certa dificuldade, ele era um pouco pesado, o posicionei e antes de ligá-lo o encarei, sorrindo de canto e apontando a espada para seu pescoço, o tocando com a ponta da lâmina.
- Vamos ver do que você é capaz homem de lata. – Falei para ele.
Liguei o autômato e me afastei, esperando o que ele iria fazer, ele apenas ergueu a espada, provavelmente, estava esperando que eu atacasse, assim eu fiz. Corri em direção ao robô, girando a espada contra seu peito, o golpeando, o objeto se esquivou do golpe e ergueu a espada contra mim, abaixei-me e cravei a lâmina em seu tornozelo, o que despertou sua fúria, ele parecia ter ficado louco, pois começou a correr em minha direção dando vários golpes violentos, eu me abaixava e me esquivava de todos, o autônomo percebeu que não estava me acertando e parou de atacar, levantei-me e segurei firme no cabo da espada, o olhando.
- Você é bom, para um robô. Mas sou filha de Ares, baby! – Disse arqueando as sobrancelhas.
Ele estava parado, o que me irritou, ele deveria me atacar agora, sem paciência para esperá-lo, ergui a espada na altura do ombro e a movi contra o braço do robô, eu havia acertado o golpe, mas ele continuou parado e quando me aproximei para ver se o mesmo estava desligado, ele atacou meu rosto, deferindo um corte leve em minha bochecha, por sorte eu havia desviado a tempo, aquele robô estava de brincadeira comigo, eu já estava começando a ficar furiosa com ele.
Segurei a espada com força e dei início a uma série de golpes em zigue-zague contra o autômato, uma perna à frente e outra atrás o que dava sintonia aos meus movimentos, o homem de lata se afastava e se esquivava dos golpes, mas eu estava começando a mandar na batalha, como sempre, alguns golpes pegavam em seus braços, outros no peito, rosto, assim como também pegavam no ar. Dei um giro e quando ia acertar o seu pescoço, a sua espada interferiu, ele a usou como escudo e empurrou-a contra mim, fazendo com que eu caísse no chão, ele jogou a espada em minha direção, porém fui mais rápida e rolei para o lado desviando do golpe, levantei-me e aproveitei que o robô estava distraído, parecia me procurar pelo chão, corri sobre as pontas dos pés e pulei em suas costas, segurando em seu pescoço. O robô começou a se debater e tentar me derrubar de cima dele, entrelacei as pernas em volta de sua cintura para conseguir apoio, ergui a espada em cima da sua cabeça e cravei a lâmina contra sua estrutura de metal, pulei do robô em direção ao chão, peguei a espada e deferi um golpe em sua mão, necessariamente, a que segurava sua espada, sua arma caiu no chão e a peguei rapidamente, parei em frente ao autômato e girei as espadas dando um sorrisinho, o robô avançou contra mim e eu apenas ergui as lâminas, já era tarde demais para o homem de lata, minhas espadas haviam perfurado sua barriga, forcei mais um pouco, e enterrei totalmente as lâminas em seu corpo de metal, com um movimento brusco, retirei as armas de seu interior e apreciei sua queda.
- Xeque-mate! – Chutei o corpo caído do autômato.
Girei as espadas e levei o resto de autômato de volta para o arsenal, deixei sua espada no mesmo local e guardei a minha em meu cinto, não foi preciso utilizar o escudo, a espada era o suficiente. Meus cabelos estavam um caco, suados, sujos e bagunçados, minha calça e blusa estavam sujas de terra, que ótimo. “Odeio isso!” Dei de ombros e voltei para o chalé 5, emburrada e furiosa pelo estado de meus cabelos e roupas.
Poderes & Armas::

- Level 1 - Força: Os filhos de Ares, são um dos mais forte de todo o acampamento meio sangue, perdendo exclusivamente para filhos de Héracles. Seja qual for a situação, mesmo que você não precise usar a força para realizar o que esteja fazendo, o filho de Ares terá esse poder ativado.
- Espada do Terror – Uma pequena parte do poder de Deimos está nesta espada, já que ele é filho de Ares.  É uma espada aparentemente comum, de 90 cm de lâmina e 10 de cabo, com um bom poder cortante, mas nada de extraordinário. Porém, ela tem sim um especial: toda vez que corta algum ser vivo, seu usuário sabe exatamente quais os medos do seu inimigo e também infligirá um pânico de leve a moderado, de acordo com o narrador, em seu alvo. Acompanha bainha de couro de javali.
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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Ártêmis em Ter 21 Jan - 14:18


Parabéns pelo treino!
Sua nota foi...



Coerência: 12/25
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Ortografia: 10/25
Organização: 23/25

Total: 60 XP

Comentários: Digamos que... Você errou demais nas vírgulas, esqueceu alguns pontos e colocou muitas vírgulas. Fora isso, achei seu combate meio estranho e também sua nota de coerência ficou assim já que você não deveria conseguir ligar o autômato assim, sozinha. Tome real cuidado sobre isso! Gostei do seu template, e isso salvou sua nota.
Aguarde atualização e faça mais 2 treinos para ganhar perícia com a espada

Ps: Sua pp nova é muito mais bonita e “combinada” com Ares. ‘-‘


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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Cassidy S. Jones em Qui 20 Fev - 13:00




Treinamento…

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Novamente, o dia começara como todos os outros. Era cedo e a brisa gélida da manhã proporcionava a Cassidy uma ótima sensação de paz e tranquilidade. Algo que realmente ela odiava sentir. Em poucos minutos, a jovem já estava de pé, sua cama estava arrumada e a essência de um novo dia tomava conta de seu corpo.
Trajando uma camisa preta, shorts jeans e all stars surrados. Caissy terminava de prender seus longos cabelos em rabo de cavalo, assim que o fez, a garota pegou suas armas que estavam debaixo da cama. Deu um longo e alto suspiro enquanto caminhava para o térreo do chalé. Seus passos eram silenciosos e rápidos, não demorou muito e a semideusa já estava do lado de fora daquele recinto.
Observou tudo em sua volta, os chalés, as pessoas, os risos. Era tudo muito irritante, afinal, Cassidy odiava tudo aquilo. Porém era ali o seu novo lar, era ali sua nova casa, ela precisava aceitar sua nova realidade. Os dias iam e vinham e cada vez mais ela acreditava que havia encontrado um verdadeiro lar, onde podia ser ela mesma, sem precisar esconder nada de ninguém. Onde podia lutar e ver sangue todas as horas.

                                                                       
  X-X-X


Lá estava ela, em frente ao seu lugar preferido em todo o acampamento. Todos aqueles semideuses manuseando espadas, golpeando bonecos e autômatos. “Se eu pudesse, ficaria aqui o tempo todo e mataria cada um desses semideuses imprestáveis!”. Sorriu e foi até o local que abrigava todos os equipamentos de treino necessários, a jovem olhou em volta e optou por um autômato.
O robô possuía uma altura de 1,95, estava armado com uma espada de prata e um escudo de bronze, nada muito forte. Cassidy sorriu examinando o seu oponente de baixo para cima. – Vamos lá grandalhão! – Com esforço, a semideusa arrastou o corpo de metal até um ponto mais vazio e tranquilo da arena, um lugar onde tivesse espaço o suficiente para acabar com aquela máquina.
Seus olhos estavam atentos, seu corpo passeava ao redor do autômato examinando cada parte daquele corpo de lata, gravando em sua mente os melhores pontos para atingir seu adversário e como sempre vencer a batalha. Sentia-se forte, mais forte do que nunca. Pressionava os lábios ansiosa para a nova batalha que estava prestes a acontecer. Novamente ela sorriu, dessa vez erguendo suas armas, as quais usaria para dar fim no que nem havia começado. Bastava um comando e...
- Vamos! Lute!
O boneco de lata moveu-se rapidamente, girando o seu braço direito que segurava a espada em direção ao rosto de Caissy. A menina precisou flexionar as costas para desviar da lâmina prateada, ela riu e ergueu seu braço direito chocando a lâmina de sua espada com a do robô. O chiado baixo de objetos minerais chocando-se era explícito em meio a batalha que acabara de começar. Obviamente, a espada de Cassidy estava bloqueada, mas nada a impedia de utilizar seu escudo. A jovem iniciou uma série de golpes com “escudadas” na região abdominal do autômato, aos poucos a garota ganhava novamente a guarda da luta e afastava o corpo de aço obtendo mais espaço.
Um golpe vindo de seu oponente causara um forte impacto contra o corpo de Cassy, que por sua vez, caíra ao chão ao receber um chute no pé da barriga. – Droga! Você vai ver seu robô idiota! – Gritou enquanto se contorcia de dor. Segurou firme em sua espada e girou na superfície árida em que havia caído, ela sabia como usar aquele fato contra o robô. Ao rolar no solo, os pés da semideusa colidiram-se com os tornozelos de seu adversário, parecia algo impossível, mas a força da filha de Ares foi tão grande que seus pés conseguiram derrubar o corpo de metal no chão. “Agora estamos de igual para igual.” Sorriu e ajoelhou-se indo em direção ao autômato.
A rapidez de Cassidy, a forma como seu braço direito se movimentou cravando a espada no centro da barriga do robô. Ele tentou reagir, empurrando seu escudo contra a espada da garota, porém era tarde demais para isso. A cada tentativa do autômato de se livrar da espada da semideusa, a lâmina se cravava mais ainda dentro daquele corpo de ferro. Os olhos da filha de Ares estavam fixos naquela cena, faltava pouco para que o sistema daquele objeto parasse de funcionar. Era apenas uma questão de tempo.
Um golpe rápido vindo da espada de seu oponente surpreendeu Cassy. Sua bochecha possuía agora um corte profundo. O sangue escorria pelo seu rosto, aquele tinha sido o ápice da raiva da semideusa. Com o escudo, a jovem golpeou o rosto do robô repentinas vezes, enquanto erguia a lâmina da espada, a tirando da barriga do objeto. Girou a espada e por fim cravou-a no centro do peito do autômato. Dando um fim ao boneco de lata.
Sua bochecha ardia, seus cabelos estavam um caco e a única coisa que a agradava era o estado em que havia deixado seu adversário. Cassidy recolheu suas armas e deu um último golpe contra o autômato. – Fim de jogo, robozinho! – Riu e soltou seus cabelos. Logo, a jovem iniciou sua caminhada de volta para o chalé 5. Esquecendo-se de seus cortes.
Poderes & Armas:

- Level 1 - Força: Os filhos de Ares, são um dos mais forte de todo o acampamento meio sangue, perdendo exclusivamente para filhos de Héracles. Seja qual for a situação, mesmo que você não precise usar a força para realizar o que esteja fazendo, o filho de Ares terá esse poder ativado.
- Espada do Terror – Uma pequena parte do poder de Deimos está nesta espada, já que ele é filho de Ares.  É uma espada aparentemente comum, de 90 cm de lâmina e 10 de cabo, com um bom poder cortante, mas nada de extraordinário. Porém, ela tem sim um especial: toda vez que corta algum ser vivo, seu usuário sabe exatamente quais os medos do seu inimigo e também infligirá um pânico de leve a moderado, de acordo com o narrador, em seu alvo. Acompanha bainha de couro de javali.
♦Escudo do Pânico – Um escudo vermelho, grande e redondo, capaz de cobrir todo o corpo do semideus.  Seu vermelho não é berrante, é como o material da Lança Sangrenta. Tem uma cabeça de javali esculpida bem no centro, que 1x por missão, deixa o inimigo amedrontado, e que caso ele seja 10 níveis menores que você, o faz sair correndo e desistindo do combate. É muito resistente, mas é destrutível. Fora de combate tem a forma de um medalhão de ouro com uma corrente de igual material.
day: Um dia qualquer. place: Arena. with: Minha Espada *u*  humor: Sanguinária                  clothing: THIS
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Re: Arena ─ Espada e Escudo

Mensagem por Ártêmis em Qui 20 Fev - 15:13


  
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Coerência: 10/25
Descrição do Combate: 20/25
Ortografia: 20/25
Organização: 24/25

Total: 74 XP

Comentários: Eu aviso, aviso, aviso, e você não escuta. É totalmente incoerente dizer que ligou um autômato sem um filho de Hefesto próximo. Como raios você sabia que ele ligava pela voz, fato que eu já considero totalmente esquisito e fantasioso? No mais, notei uma melhora significativa na sua narração.
Aguarde atualização e faça mais 1 treino para ganhar perícia com a espada e mais dois treinos para ganhar perícia com escudo.
 
~tsc~
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Re: Arena ─ Espada e Escudo

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