Arena ─ Machado, Martelo, Clava

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Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Hécate em Dom 3 Nov - 13:19



Arena!
Enquanto eu estiver aqui, será sempre o segundo melhor. 



Foi decretado a divisão da arena por partes. Cada uma com seu respectivo instrutor e treinos específicos para melhorar o manuseio da arma. Força é a característica em maior destaque entre os usuários de tais armas. Geralmente muito pesadas, são treinadas com fantoches de pedra para não terem que trocar a cada pessoa que treina com as armas. É, possivelmente, a arena que gera mais acidentes, não sendo raros os casos de alguém sem querer deixar arma voar ou se acertar com a própria arma, precisando ir para a enfermaria. Há estantes com diversas armas do tipo para o treinamento. Existem também alguns autômatos de fácil manuseio para combates mais avançados, mas é aconselhável chamar uma cria de Hefesto para supervisionar o uso destes. O instrutor desta área é um filho de Hefesto especialista em armas pesadas.

- Só é permitido 3 treinos por dia em qualquer campo
- Mínimo de dez linhas



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Treino!

Mensagem por Wisteria Campbell em Dom 24 Nov - 13:08


A violência deveria resolver tudo...

Eu não acredito. Eu não posso acreditar.
Eu não quero acreditar.
Perdi minha melhor amiga. Pra um garoto. UM GAROTO! Ok, relaxa Wisty, não é o fim do mundo... Mas é quase isso. Não obstante ser minha melhor amiga, eu perdi minha ÚNICA amiga! Não, não... O destino já está de palhaçada comigo. Quer dizer, sempre esteve... Mas aparentemente ele NÃO gosta mesmo de mim. Mas claro que não vou dizer isso em voz alta: Não deve ser muito bom ser fulminada, morta, torturada, eletrocutada, carbonizada e afins só porque um Deus escutou e me achou com cara de ingrata.
Sabe qual a melhor maneira de descontar as frustações? Não, não. Não é nada disso. É xadrez. Que foi, nunca viu não? Enfim, eu geralmente faço isso, mas hoje meu espírito não quer voltar para o Chalé, que cá entre nós, não fica tão perto assim do Anfiteatro, fora o sol forte do meio-dia agora. Então, resolvi descontar tudo num pobre boneco de pedra na Arena, pintado grotescamente por alguém de má vontade do Chalé de Ares, que provavelmente não tem um pingo de senso de arte.
O grandioso portal da Arena já assustou muitos novatos, talvez por o portal ter só metade da grandiosidade do interior da Arena. Enormes e incontáveis arquibancadas rodeavam o local, aonde poderia haver lutas ou, como na maioria das vezes, simples treinamentos. No meu caso, simples treinamentos, que seria o de Martelos, Machados e Clavas, sendo o primeiro o meu item preferido. Como não gostar? Ele pode tanto salvar sua vida matando algum monstro enxerido por aí, como pode martelar e criar alguma coisa bela. No caso, o martelo de guerra vai realizar a primeira opção.
Meu irmão, que não me vem o nome à cabeça agora (papai andou mais coelho que Afrodite e Hades juntos, não lembro nem do nome de metade dos meus irmãos), vai até mim e aperta minha mão, quase tão calejada quando a dele, que já me conhece a algum tempo. Afinal, não é a primeira vez que vou até a Arena com aquele intuito, já faz uns bons tempos que venho aqui.
Licurguino, nome meigo imaginário que resolvi dar para o instrutor, me dá um martelo pesado comum. Não é exatamente perfeito, pois é um pouco desproporcional e o peso não é o ideal, mas vai servir muito bem.  Licurguino vai até mim e começa a explicar:
-É o que eu sempre digo... Você tem força. Tem determinação. Tem talento. E tem um pai que sabe mexer muito bem com isso. O resto é prática. E não se esqueça de levantar ele pelo cabo, não pela cabeça do martelo.
Enquanto isso, Licurguino vai falar com as outras poucas pessoas que estão treinando ali na área de armas pesadas.  “Ok, Wisty... Você consegue... Força, garra, coração...”... Não, pera, que que eu to falando? Ah, não importa. Levanta logo essa coisa e bate no fantoche. Nada de extraordinário, né? Bom, então, é isso que eu vou fazer.
E eu faço. Várias vezes. Bato com toda a fúria no pobre coitado do fantoche, que se pudesse sentir dor, com certeza estaria gritando tanto que até mesmo o Tártaro escutaria. “Bata mais forte!”, digo a mim mesma. Eu até tento fazer isso, mas é realmente bem difícil: o martelo é pesado demais e eu estou realmente ficando cansada. Por fim, Licurguino vêm até mim e comenta:
-Está melhor... Mas da próxima vez, tente não segurar o martelo errado. De novo, você fez isso. Você é impossível, garota...
Acho que vi uma sombra de riso em seu rosto, mas ela some tão rápido que depois penso se eu realmente à vi. O suor escorre por todo o meu corpo, e meu rosto agora está vermelho, como se eu tivesse corrido por 2 horas seguidas sem parar. É assim que eu gosto. É assim que uma pessoa consegue seus feitos. É assim que se ganha.

Day: Um dia com um sol de rachar.   Place: Arena do Acampamento Meio-Sangue.   With: O povinho da Arena e o Licurguino    Humor: Seca, quieta e raivosa. Somente eu sendo eu.      Clothing: Roupas  
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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Melinoe em Dom 24 Nov - 13:33

Avaliação de Atualização
Arena de Machado, Martelo e Clava



Coerência: 20/25
Ortografia: 17/25
Organização: 20/25
Descrição do combate: 20/25
Totalizando: 77

Comentários: Bom, Wisty, gostei muito do seu treino, apesar de ser curto. Foi bem descrito, e notei poucos erros, que valem a pena serem citados para melhorar suas narrações.
Bom, primeiro, lembre-se que só existe uma divindade que começa com D maiúsculo, e este é o Deus cristão; os de mais são iniciados com letra minúscula mesmo, apenas seus nomes começam com letra maiúscula.
Outra coisa que notei, a palavra "vêm". Lembre-se que o acento circunflexo nos verbos ter e vir são usados somente quando estão no plural. Por exemplo: Ele vem, eles vêm. Ou: Ele tem, eles têm.
E também o uso de abreviação das palavras. Sei que por ser narrado em primeira pessoa e está sendo destinado ao público você pode usar de uma linguagem informal, mas não fuja da norma padrão. "Não, pera...", o correto seria "Não, espera."
No mais, seu texto foi bem elaborado e cheio de diversão. Parabéns!

~tsc~

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Treino sobre Martelos '-'

Mensagem por Wisteria Campbell em Seg 25 Nov - 11:36


Licurguino, O Bibliotecário

“And I say baby baby, baby
 Baby I (ooh baby, oh baby, my baby)
 Baby I (ooh baby, baby I)”

Ah, Mariana Small é tão... Tão... Diva! Ai, ela é tão fofa, tipo... Ela é mais que fofa! Ela é... Ela é SUPER fofa! Dá vontade de pintar unicórnios e... É... Vocês não escutaram NADA disso. Se contarem pra alguém, eu corto seus lábios fora e faço você engolir. Ok, prosseguindo...
Há alguns dias atrás, eu fui até a Arena. Você deve se lembrar, não faz tanto tempo assim. Pois bem, eu estava indo novamente com o mesmo intuito, o de treinar com o martelo, até que eu tropecei. Bom, simples assim: Eu tropecei. Como? Um sátiro filho de uma cabra, com cara de peixe morto e faltando 3 dentes na boca me fez tropeçar, colocando aqueles cascos feios na minha frente. E logo se desatou a rir, cretino... Eu poderia atacar-lhe com um soco antes que ele pudesse dizer “Latas!”! Mas não. Não fiz isso. Consegui me controlar e tentei seguir meu caminho. Tinha algo doendo pra caramba no meu pé, mas dane-se, provavelmente é só uma câimbra.
Só tentei, pois não consegui.  Por um pequeno probleminha.
Eu torci o tornozelo!  AQUELE FILHO DUMA... QUEBROU MEU TORNOZELO! A dor que eu antes sentia já era cruel, mas agora era simplesmente insuportável. Eu não conseguia andar... Precisa ir para o treino... O que faria? Ah... Tá doendo...Calma, Wisty, não grita, você é forte... Ahhh, se a dor do parto é a pior da vida de uma mulher, eu não quero ficar grávida nunca, porque essa aqui já é doída de morrer!
Não obstante, o sátiro “troll” sumiu que nem fumaça. Nem pra ajudar ele serve? Ah, mas se eu soubesse o nome dele... Bom, por sorte, uma campista de Athena, bem intencionada veio me ajudar a me levantar e me levar para a Enfermaria, embora eu me recusasse terminantemente a isso. Eu perderia o treino... Não vou ser uma semideusa que é um pouco mais que um grãozinho para os Deuses se eu continuar não fazendo nada! E se o Licurguino ficasse bravo?
Com todos esses pensamentos, eu acabei não tendo opção nenhuma a não ser receber alguns tratamentos básicos e simples para meu tornozelo, tendo que ficar deitada... Ah, que falta de educação! Aquele filho de Apolo com cara de cavalo foi super grosso e rude! Nem mesmo perguntou o meu nome! E ainda por cima, nem ficou ali me vigiando, só murmurou algo sobre “Dar uns pegas na namorada”... Ah, só por isso eu vou... Não, não vou conseguir levantar. Ou será que vou?
Bom, quem não arrisca não petisca. Levantar eu consegui, mas sabe como é doloroso andar com um tornozelo torcido? Não? Azar o seu, babaca. Não é nada confortável. Não estou fazendo drama não: Não dei um único grito até agora. Mas sinceramente, queria que estivessem aqui no meu lugar.
Havia uma muleta ali num canto da Enfermaria, empoeiradas e meio gastas. O acolchoado estava quase podre e tinham um cheiro que lembrava um gato morto que foi atacado por um gambá, mas eu acho que dá para o gasto. Melhor que nada. E com dificuldade, cheguei até a Arena. Sim, eu fui até lá. Não quero nem saber! O Licurguino com certeza vai me dizer...
-Não. – Sim, foi o que ele disse quando cheguei à Arena e fui falar com ele. – Você é doida? Deveria estar na Enfermaria. Não vou permitir que treine assim.
Sinto meu rosto ficar vermelho de raiva. Já estou transbordando de ódio a muito tempo, sou uma bomba-relógio. Uma hora, eu explodo... Tipo agora:
-Escuta aqui, Licurguino! Eu faço o que eu quiser, ouviu? Você não é meu pai!
Ele coçou a cabeça, confuso:
-Licurguino?
Ops. Preciso parar de colocar apelidos imaginários nas pessoas ou vou acabar em situações embaraçosas como essa.
Eu tento remendar:
-É... Hm... Nada. Mas, sério, por favor! Eu preciso muito treinar! Como vou ser útil se não sei matar um monstro direito?
-Sou irredutível. Desculpe garota. Mas... Temos uma salvação. – Ele dá um risinho.
Se eu pudesse, eu daria um mortal triplo twist carpado para trás de tanta alegria, mas eu provavelmente morreria de traumatismo craniano. Não esquecendo a lamentável situação do meu tornozelinho lindo e sexy.  Mas infelizmente, toda essa felicidade acaba quando... Ele saca um livro do bolso. UM LIVRO. Não, não... Isso... Não é o que eu estou pensando ser...
Licurguino explica o que eu mais temia que fosse:
-Este é um exemplar em grego de “Perícias com Martelo: Eu Martelo, tu Martelas, Nós Martelamos”. Eu simplesmente acho esse livro chato pra cara... Ah, desculpe a boca. Mas enfim, você pode aprender uma ou outra coisa aqui, basta saber procurar e ter paciência.
Pois é. Com ajuda de uma campista de Íris, que promete devolver a muleta mais tarde para a Enfermaria, chego ao Chalé de Hefesto, deito-me na cama e leio. Ou melhor, tento ler, porque, cá entre nós, meu grego é ridículo. Mas, se aquilo não significar “Coma o martelo com caixas de papel”, deve significar “Não segure o martelo como um pedaço de chapéu”. Ou não. Hm, acho que vi um dicionário por algum lugar...
Bom, eu mais vi as imagens do que realmente li, mas havia coisas interessantes no livro, que a propósito, nem era tão extenso (embora para mim, fosse mais longo do que 2 bíblias, 1 novela, 5 minisséries e ainda sobrasse para fazer um panfleto), e eu “terminei-o” logo.  Ele me mostrou algumas coisas aparentemente úteis: Que caso eu segurasse um martelo de maneira errônea, poderia acabar com meu pé machucado ou algo assim. As ilustrações mostravam como segurá-lo corretamente e tudo o mais, o que era ~super~ interessante (Só que não!). Licurguino fez o máximo que podia, não posso reclamar. O livro até dava umas dicas sobre como segurar itens pesados! Pobrezinho... Não deveria ter falado com ele daquele jeito. Vou pedir desculpas quando estiver melhor.
E assim acabou meu dia: Deitada numa cama, sem nada pra fazer, lendo um livro chato pra boi dormir e com um lindo e belo tornozelo torcido. Perfeito desfecho...
Day: Final de Novembro.   Place: Voando no sétimo céu    With: Eu e eu, uma dupla de dois. Isto é, se o DemoSátiro não contar.   Humor: Dor... Ah, que dor...      Clothing:Trapos  
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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Hécate em Seg 25 Nov - 11:57

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Coerência: 20/25
Ortografia: 20/25
Organização: 20/25
Descrição do combate: 17/25
Totalizando: 77

Comentários: Não houveram muitos erros de português, só uma ou outra coisa em pontuações mesmo. Achei meio cansativo a leitura do treino e também não houve nada que realmente prendesse minha atenção, me obrigando a forçar a leitura. Tente fazer algo mais descontraido e descrever as coisas de modo mais envolvente. Usar palavras mais leves e sinonimos auxilia. Florear o texto serve mais para deixar mais atrativo a quem estiver lendo. Bem, é isso.

Atualizada

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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Wisteria Campbell em Qua 27 Nov - 16:43


Novidades Agradáveis!

Ah, oi. Tenho muitas novidades! Se você quer ou não ouvir, pra mim tanto faz: você vai ouvir tudo de qualquer jeito. Bom, vamos começar...
Primeiramente, meu pai finalmente tomou vergonha naquela cara feia e torta (coisa que eu nunca direi em voz alta por motivos óbvios) e mandou alguns... Presentinhos pra mim. Agora, estou no Chalé de Hefesto, e encontrei meus agradáveis presentes sobre a cama, todos colocados em pacotes rústicos de papel. Foi uma surpresa... Agradável. Espero que os meus outros irmãos não tenham inveja... Afinal, querido, eu sou ~a~ Monitora! Sou diva, por favor, né?
Enfim, eu recebi um martelo. Perfeito, papai, enfim algo que você acertou na minha vida, provavelmente a única. Ah, vou chamar o martelo de Whomper! Ah, também recebi um tablet... Sim, um tablet. Eu não tenho muita paciência pra essas coisas, logo logo eu verei como esse treco funciona. E temos também um... Um escudo! É, é... Nada mal. Gostei. O mesmo ocupava a maior parte da cama, que era onde ficaram os presentes. E temos outro presentinho... Esse merece até um parágrafo só pra ele.
DONIZILDO! Sim, o Donizildo, o autômato-aranha. Ele praticamente pulou em mim quando adentrei o Chalé. Ohn, que coisa mais... Mais... Grr, odeio essa palavra... Mas sim, o Donizildo é uma coisinha muito *fofa*! Com certeza, me dou melhor com máquinas do que com pessoas. Com suas 8 patinhas explodindo ~ousadia e alegria~, o autômato me obedece, não importa qual ordem. Ele deita, rola e até finge de morto... Uma verdadeira gracinha. Agora só preciso achar um saco de ração pra ele... O que será que ele come? Ah, deixa pra lá.
Bom, as “novidades” são essas. E, como meu tornozelo já está curado, resolvi ,como sempre, ir dar uma treinada básica. Ver como esse martelo é, se é bom, ótimo, excelente, perfeito, maravilhoso ou esplêndido. A Arena, com seus altos portais e arquibancadas vazias, mostra novamente sua imponência e resplandecência. Eu gosto disso... Não sei se poderia viver sem. Licurguino está lá, como sempre, auxiliando um povinho muito feio, e digo feios mesmo. Mais feios que os de Hefesto, e olha que isso é um mérito que poucos alcançam... Provavelmente eram os filhos de Hécate ou Melinoe, reconhecidos mundialmente por todo o Acampamento. Bem, vamos parar por aqui: com aqueles olhos estranhos, eu não duvidaria que eles fossem capazes de ler mentes.
Estou com o martelo de meu pai em mãos. Ele, incrivelmente, pesava exatamente o peso ideal: Nem lá, nem cá. Licurguino observa o item com atenção, e logo depois diz, apertando minha mão com suas mãos calejadas:
-Belo martelo. Vamos ver se aquele livro lhe serviu de alguma coisa e se consegue usá-lo. Comece com aquele boneco ali, está bem?
Os grotescos bonecos de pedra estavam ali, olhando para mim com aquela cara de “Que foi? Nunca viu não?”. Eles devem ter sidos pintados com aquele vidro de groselha que qualquer um acha em alguma loja de U$ 1,99 e um pincel de uma criança do maternal, porque provavelmente quem os pintou devia ter tanto senso de arte quanto um hipopótamo radioativo.
“Pegue seu martelo lindo e maravilhoso, e faça esse boneco implorar pela mãe caso ele tivesse uma boca e um cérebro”, este é o meu pacífico mantra. A cada rápida recitação, o boneco leva uma martelada... Duas... Três... O suor brilhava em minha face, provavelmente vermelha de tanto esforço. O martelo era perfeito: eu rendia muito mais. Mas mesmo assim, uma hora todos nós chegamos ao nosso limite. E eu cheguei nele. Mais um pouquinho, e eu desmaiaria ali, na frente de todos. Licurguino percebeu, dizendo:
-Chega garota. – Estranho como apenas duas palavrinhas podem nos fazer mudar de ideia.
Eu interrompo, sem nem pensar duas vezes. Não sei, talvez seja coisa da minha cabeça... Mas eu me sinto cada vez mais... Purificada, edificada, toda vez que trabalho duro de verdade. Sinto-me mais forte. Sinto-me feliz.
Enquanto descansava e tomava um pouco de água, com grande sede e voracidade, logo voltaria ao Chalé de Hefesto, para encontrar Donizildo, provavelmente deitado em minha cama. Cada treino, uma nova edificação... Serei a melhor.
Armas utilizadas:
Martelo Sagrado – Martelo de Bronze Celestial. Quando o filho de Hefesto o usar, vai ser do peso ideal para ele, e quando o inimigo o sentir, ele vai pesar muito, provavelmente mais de 50 quilos. Usado tanto na forja, aonde é preciso e eficaz, quanto na batalha, aonde tem iguais qualidades. 1x por ocasião, ele se envolve em um fogo sagrado, que queima os atingidos retirando 15% do seu HP por 2 rodadas, queimando até mesmo na água, mas não fere mortais (embora não seja fogo grego). Fora de combate, se torna uma corrente com um pingente de um martelo em chamas.
Day: Meio de Dezembro   Place: Arena do Acampamento Meio-Sangue  With: Eu e Whomper, o martelo mais gato da galáxia <3   Humor: Cansada pra caramba.   Clothing: Roupas q  
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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Hécate em Qua 27 Nov - 17:11

Avaliação de Atualização
Arena de Machado, Martelo e Clava



Coerência: 23/25
Ortografia: 22/25
Organização: 20/25
Descrição do combate: 19/25
Totalizando: 84

Comentários: Primeiramente, meus parabéns. Seu treino ficou mais divertido e foi agradável a leitura. Erros eu não percebi nada que fosse tirar muitos pontos, como pode ver ali em cima no quesito ortografia. A coerência foi boa também. No combate, poderíamos estender ele um pouco mais. Foi muita introdução para pouco treino, apenas.

Pericia Ganha:
Especialista em Arma - Martelo (Iniciante - 2 estrelas)

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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Wisteria Campbell em Qua 11 Dez - 14:41


Tudo bem, não precisa ter frigobar...

... Mas ao menos que tenha uma limusine.

Quando se é filha de Hefesto, as forjas são seu segundo chalé. Eu estava lá – Um dos meus lugares preferidos -, mas acabou que aconteceu algo muito... Detestável. Uma das harpias resolveu que a forja estava suja de carvão e fuligem (talvez porque realmente estivesse, dã. É uma forja.) e começou a limpar tudo. Tentativas de espantá-la eram tão úteis quanto se jogar de um penhasco. Ela grasnava e limpava feito louca, e por fim, não tínhamos opção a não ser deixa-la ali limpando tudo. Ela não ia obedecer nem mesmo ao Quíron, e também não podíamos machuca-la. Portanto, a forja está fechada.
Harpia filha da put*.  
Em minha mão direita, segurava o martelo, mas agora, ele não teria utilidade... Ou não. Treinar às vezes é bem legal, mas a Arena estava longe e estava ficando cansativa. A floresta estava mais perto, mas eu não acreditava muito que seria um lugar adequado. Mas, é óbvio que quando eu estiver em uma missão de verdade, não vou ter o luxo de poder escolher entre locais para batalhar – e uma floresta é algo mais “possível” do que uma arena. Quem enfrentaria um exército iminente de monstros em uma arena?
A floresta é um lugar alegre e ao mesmo tempo sombrio. Difícil explicar sabe? O colar pendia em meu pescoço, e chego até o local. Árvores faziam sombra para o sol da tarde. Estava claro, um dia bonito. Se havia alguém ali, fod*-se, não estou nem aí.
Pego o martelo e vejo o que vai ser esmagado primeiro. Havia uma árvore que se parecia até que bastante com uma pessoa... Ergo o martelo e segundos antes de dar o golpe, ouço um guincho vindo da... Árvore? :
-Se levantar esse martelo contra mim, vai acordar com tantas urtigas que não vai reconhecer sua cara feia no espelho!
Dali saiu uma ninfa. Eu quase bati numa dríade... Isso meio que dá expulsão. Ainda bem que ela me alertou antes que fizesse essa besteira... Violência nem sempre resolve tudo. As vezes, ela te expulsa de acampamentos para semideuses. Peço desculpas a ela e vou para outro local. Um que não houvesse ninfas que gritassem, de preferência.
Achei um lugarzinho simpático, aonde visivelmente não havia nenhuma ninfa. Ergui um martelo, então...
-Não! Minha árvore não, sua piranh*! – Uma dríade “chegou chegando”, pulou em cima de mim e começou a me estapear, arranhar, puxar meu cabelo, essas coisas. Eu não poderia bater nela, e ela podia: estava no direito dela, eu quase estraguei sua árvore. Consigo empurrá-la e digo, apressadamente e antes que ela saltasse sobre mim novamente:
-Certo, desculpe! Você está no seu direito... Mas aonde eu posso treinar?
Ela revirou os olhos, ainda estressada:
-Na Arena!
Eu bufo:
-Sério, não tem nenhum lugarzinho aqui não? De preferência com frigobar e salgadinhos.
-Não! Xô, xô! – A ninfa exclama praticamente me empurrando para fora do bosque.
É, Licurguino, vamos ver você de novo. Sem opção, vou até a Arena, suando feito uma porca velha. Avisto Licurguino e vou lá vê-lo:
-Olá. Tempo, não?
Ele faz um pequeno esboço de um sorriso amarelo. Que cara animado:
-É. Veio treinar?
-Não, vim martelar a sua cara na parede, peste. Sim, vim treinar. Então, até ma...
-Espere. Agora, os filhos de Hécate resolveram nos ajudar com os bonecos, então, temos novidades.
Bato palminhas:
-Agora eles resolveram pintar os bonecos como pessoas decentes? Aqueles de antes pareciam javalis que caíram de um precipício.
Os filhos de Ares, que pintaram os bonecos, olharam feio em minha direção. Acho que eles não gostam muito quando sua "obra de arte" é ofendida. Eu hein, esses caras me dão arrepios. Enfim, Licurguino bufou tão alto que acho que ele precisa fazer um pouco mais alto. A outra metade do Acampamento não escutou:
-Não, eles continuam parecendo bestas. Mas agora, eles se movimentam. Não muito, eles só desviam de alguns ataques e tudo o mais, é até meio lento. Ali, vá ali. – Ele aponta para alguns bonecos de antes, os de pedra. Eles pareciam iguais, exceto por uma marca brilhante e roxa no centro da sua cabeça.
Ah, eu deveria ter reconhecido. Sou uma bruxa de Hécate. Dã! Eu dou uma de Dobby do Harry Potter mais tarde, vou bater minha cabeça no abajur. Nada, partiu se castigar passando as mãos no ferro de passar! Ok parei. Foco, Wisteria!
Pego meu martelo, esperando não chamar atenção dos recalcados na Arena. Parece que nunca viram um martelo que se transforma em corrente, putz hem! Levanto o martelo para o boneco. Fácil, que bicho mais... Rápido? Nossa, isso porquê ele era lerdo. Adoro quando minhas capacidades são insultadas na cara dura.
Ele correu. Nossa, ele sabe correr. Tento golpeá-lo novamente na cabeça, mas ele se abaixa. Que bicho ridículo! Depois de umas 30 tentativas estou suando ainda mais do que antes. Mais um pouquinho e viro ensopado (um ensopado delicioso, claro). Eu sei, minha inteligência é limitada, mas só aí percebo todos me olhando. Ok, todos não, mas aquelas garotas frívolas ridículas do chalé de Afrodite estão me encarando como se eu fosse uma barata que elas gostariam de pisar, mas morrem de nojo... E medo.  Elas que me dão nojo!
Uma raiva toma conta de mim. Morre, boneco filho duma put*, vai pra put* que pariu lá no Tártaro, desgraça! Começo a golpear, mas ele continua desviando. Noto, porém, que está sendo difícil pra ele. Em um movimento falso rápido (que não sei como consegui fazer, fique claro isso) o martelo vai contra a cabeça dele, que estoura. Não sabia que tinha essa força. Só não é muito legal quando a pedra esmagada voa na sua cara e te desmaia. Maldito boneco. Você me paga...
Minha visão escureceu, e eu só lembro-me de... Nada. Pior que nada mesmo, que maravilha...


observações
Martelo Sagrado – Martelo de Bronze Celestial. Quando o filho de Hefesto o usar, vai ser do peso ideal para ele, e quando o inimigo o sentir, ele vai pesar muito, provavelmente mais de 50 quilos. Usado tanto na forja, aonde é preciso e eficaz, quanto na batalha, aonde tem iguais qualidades. 1x por ocasião, ele se envolve em um fogo sagrado, que queima os atingidos retirando 15% do seu HP por 2 rodadas, queimando até mesmo na água, mas não fere mortais (embora não seja fogo grego). Fora de combate, se torna uma corrente com um pingente de um martelo em chamas. [Item Obrigatório]







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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

Mensagem por Lord Poseidon em Qua 11 Dez - 19:57

Avaliação - Aguardando Atualização
Arena de Machado, Martelo e Clava



Coerência: 25/25
Ortografia: 24/25
Organização: 25/25
Descrição do combate: 20/25
Totalizando: 94 xp

Comentários: Não tenho muitos comentários a fazer, seu treino foi excelente e divertido. O treino me prendeu, não notei nenhum erro grave ortográfico. Bem, meus parabéns.

~tsc~

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Re: Arena ─ Machado, Martelo, Clava

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