Teste para Filhos de Hades.

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Teste para Filhos de Hades.

Mensagem por Hades em Dom 3 Nov - 20:00

Hades' Children, show yourselves!
Um escolhido. Dois escolhidos. O resto? Morreu. 

Obs.: Serão aceitos apenas dois semideuses por mês. Todos os testes deverão ser postados neste tópico. Não serão aceitos testes enviados por MP.


Nome: nome completo do personagem, sem abreviações.
Idade: idade do personagem.
Porque quer ser reclamado por esse Deus? mínimo de cinco linhas completas.
História: mínimo de quarenta linhas completas.
Lute contra um monstro digno dos três grandes: estes não poderão ser monstros comuns, mas sim aqueles mais fortes a perseguirem os filhos dos Três Grandes Deuses, que comandam praticamente todo o mundo que os semideuses conhecem. Neste caso, podem aplicar-se quimeras, leões de Nemeia, Javali de Eurimanto, dragões, etc. Mínimo de trinta linhas completas.
Por que você deveria ser aprovado neste teste? os motivos que o diferenciam dos demais.
Suas características físicas: autoexplicativo.
Suas características psicológicas: autoexplicativo.
Por fim, um encontro com Perséfone: narre um encontro com Perséfone, a esposa imortal de Hades, como se você já tivesse sido reclamado. Nesse encontro - que acontecerá nos Jardins de Perséfone, no Palácio de Hades -, o semideus deverá fazer alguma missão para conseguir conquistar o respeito da madrasta.



~tsc~
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Re: Teste para Filhos de Hades.

Mensagem por Solaria Magnum em Seg 4 Nov - 18:48

we are the kings and the queens

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Por que quer ser reclamado por esse Deus? Os motivos inicias foram a coerência com a historia da personagem, a proximidade do que o deus significava (deus dos mortos, o irmão mais velho que ficara fadado ao Submundo e excluído pelos demais e muitas vezes visto como "mal") e também as habilidades possíveis dos semideuses de Hades ficariam adequadas ao que pensei para a personagem. Há, também, o fato de Hades ser o mais "presente" e "carinhoso" dos Três Grandes ao meu ver, seguido por Poseidon, e o único que se mostrou capaz de cumprir um juramento, sendo também bastante leal a sua própria palavra. Ele confrontou Zeus, protegendo Nico e Bianca di Angelo de um raio da divindade dos céus para salvar os filhos e depois os deixou no Hotel e Cassino Lotus para não sofrerem mais os ataques constantes do irmão. Também foi visto permitindo que Grover voltasse ao Acampamento, após este ter ficado no Submundo para que Sally Jackson fosse embora com Annabeth e Percy Jackson.
Por que você deveria ser aprovado neste teste? Alguns dos principais motivos para ser aprovada é ser presente e sempre disposta a participar de missões, tramas, eventos e treinos. Uma vez que tenho ampla disponibilidade para participação e frequento o lugar, poderia honrar o deus e seu chalé com mais facilidade, além de poder sempre estar fazendo as coisas para melhorar a fama do chalé (seja como os mais perigosos do Acampamento ou como os mais presentes).
Suas características físicas: Cabelos e olhos escuros, pele pálida. Não é muito alta e geralmente usa roupas escuras, em tons de roxo, azul ou negro. Frequentemente utiliza maquiagem escura e olheiras são visíveis quase o tempo todo sob os olhos negros da garota, como se houvesse passado uma noite insone ou se recuperasse de alguma enfermidade. Seus cabelos cacheados e longos até o meio das costas negam-se a obedecê-la, sendo desalinhados e rebeldes, mas com pouco volume ainda sim. Possui o corpo definido, mas sem músculos sobressalentes.
Suas características psicológicas: Não costuma demonstrar o menor sentimento pelos outros e detedora de uma calma perturbadora. De poucos amigos e falando pouco, mostrava-se com dificuldades de se relacionar quando mais nova. Por mais irônico que possa ser, é gentil. Possivelmente como resultado do desprezo de sua mãe e de seu padrasto para ela, não tinha muita confiança em outras pessoas até conhecer Joseph, mas trabalhava duro para melhorar. Geralmente, opta por pensar com cuidado antes de agir e pode ser surpreendentemente competente. Tornou-se mais severa e séria, após a morte de seu único verdadeiro amigo, seguindo todas as regras ao pé da letra e repreendendo qualquer um que desobedecesse elas. Também é uma pessoa muito fiel e leal quando se trata do Submundo e de seus deuses. Ela é uma pessoa tranquila que se dedica a qualquer missão que estava na mão. Sua suposta bondade é também reforçada pela forma como, compreensiva e gentil, ela era uma das poucas pessoas capazes de manter Joseph longe de perder o controle sobre si mesmo devido a maldição da ilha, que recaiu sobre ele também.
História:
Alguns segredos nunca deveriam ser desvendados
Lendas contam uma história de tragédia e horror.

A muitos anos, havia uma ilha pequena e disforme pertencente ao Japão. Era o principal ponto de apoio dos semideuses da região, todos buscando o apoio e proteção uns dos outros. A paz e a calmaria eram constantes na ilha. Dando de tudo um pouco, nenhum deles passava necessidade e eles acreditavam viver de acordo com a vontade dos deuses. Mas então a noticia de uma ilha na região que tudo dava aqueles que nela viviam e que a prosperidade era constante, foi se espalhando pelo mundo. As pessoas então tentavam alcançar a ilha, sem sucesso durante longos anos. Até que, um dia, um navio transportando prisioneiros acabou preso numa tempestade e foi parar na ilha. Aquele foi o inicio do fim para os moradores da ilha. Roubos, assassinatos, tortura. Aquele lugar tão sagrado tornou-se tão ruim ou pior que o Tártaro na vista daqueles que lá habitavam. Os moradores enlouqueceram e os poucos que conseguiram fazer algo antes de serem acometidos pela loucura rogaram uma última proteção na ilha que, ao mesmo tempo, lhe serviu como maldição: a ilha não poderia, nunca, ser encontrada, durante o período de mil e quinhentos anos, mas ninguém que morasse nela poderia sair. Nunca mais se ouviu falar da ilha e ela caiu em seu esquecimento total. Tão pouco os deuses se recordavam direito dela. Palco apenas dos caprichos de deuses trevosos, a ilha virou um lar de mortais especiais quase ideal, exceto pelas almas errantes que lá vagavam, querendo vingança dos causadores de suas mortes violentas. Um herdeiro de Apolo, com dom da profecia, previu que anos a frente nasceria uma única meio-sangue capaz de salva-los, mas deveria fazê-lo sem saber o que fazia. Nasceria marcada pelos mortos e pela morte, uma criança tão profana quanto a ilha em que moravam. Destinada a ser eternamente serva a morte e filha do senhor dos mortos, estaria fadada a carregar consigo o lamento das almas, a punição daqueles que vagam. Seria a guia definitiva da ilha, aquela que salvaria todas as alma. Mas um preciso precisaria ser pago: não poderia jamais se apaixonar e sua mãe, coitada, deveria odiá-la sob qualquer circunstancia. O motivo nunca fora explicado pelos deuses, tão pouco fora descoberto pelo oráculo. A profecia jamais fora ouvida pelos membros da ilha, já esquecidos dos deuses e de todo o sofrimento trago por eles para si. Ano de 2001, fevereiro. Uma ex-donzela é encontrada em uma cabana antiga, no meio da floresta, totalmente despida e com marcas visíveis de abusos físicos e sexuais. Próximo ao corpo da mulher, jazia um papiro e estava escrito no japonês-inglês arcaico da ilha que não deveriam esquecer, jamais, dos deuses e no ventre daquela mulher haveria a única salvação da ilha, mas o preço seria a desgraça da mãe e do povo que não possuía fé. Muitos acharam que era a baboseira de um delinqüente qualquer e pelos meses que se seguiram procuraram o culpado pelo estupro, sem jamais encontrá-lo. Ano de 2001, novembro. Depois dos nove piores meses da vida da mãe, nasce uma criança pálida, de olhos e cabelos escuros. Apesar da saúde fragilizada da mãe, a pequena garota nascera incrivelmente saudável e os boatos da criança sanguessuga começaram. Vampira, monstro, demônio. Todos os nomes possíveis lhes foram dados pela mãe. Sem jamais conhecer o amor e sem ser concedida sob o amor, a meio-sangue não podia reagir ao sentimento mais básico: amor. Conheceu Joseph aos seus cinco anos e se tornaram amigos aos poucos, só realmente se aproximando aos dez anos, quando ambos foram parar na velha cabana novamente. Lá, encontram um homem de manto negro, cabelos prateados e olhos vermelhos. Em suas costas jazia uma foice. “E o filho prodigo a casa retorna”, disse o homem na mente da garota, “Seja bem vinda, princesa, sou Thanatos”. O garoto não entendia o que ocorria e a jovem estava paralisada de medo para fazer algo. Seria aquele... O seu pai? O homem meneou a cabeça. “Apenas vim lhe entregar uma coisa... Tome, irá precisar”. Um pequeno anel foi até ela e lhe caiu nos pés. Seus olhos foram até o anel e a jovem involuntariamente o pegou. O anel criou uma conexão com a jovem e seu destino estava lacrado para sempre. O deus olhou para o garoto e balançou a cabeça exasperado. ─ Hécate precisa se controlar. ─ Depois de dizer disto, se desfez em trevas. Dias mais tarde, fantasmas começaram a perseguir a garota dia após dia. A ilha deixou de ser segura e os antigos presidiários mortos causaram a morte espiritual e física de várias pessoas, incluindo Joseph. Deixou a ilha pouco após o embate contra um Manticora.

A maldição retornou do Além. Caso você escolha ir até a ilha, viajante, preste atenção em minhas palavras: “Abandone toda a esperança, vós que escolheis aqui entrar! O que vos aguarda é uma mal além da imaginação! SEREIS CAPAZ DE SOBREVIVER AO HORROR DA ILHA ESQUECIDA PELOS DEUSES?

Lute contra um monstro digno dos três grandes: Um Manticora. Estava apavorada e encolhida próxima a cabana onde meus tormentos começaram. Armada apenas com a foice que o homem me dera um ano e meio antes, estava totalmente sem saber o que fazer. Já começara a entender minha origem, mas era difícil aceita-la. O passado da ilha voltava para me assombrar e sabia da existência de deuses. Mas... Quem seria meu pai? Ouvi o barulho gerado pelo pisar da criatura e fiz um movimento ágil com a foice. Meu outro lado começava a se revelar. Um riso veio dentro de mim, uma sede de vingança e ódio, uma voz clamava pela morte do monstro. Uma voz masculina me pedia para... Ceifa-lo. Era a mesma coisa do que na luta com os fantasmas. O fio da foice cortou o náilon que usará dias antes para criar uma armadilha ali, exatamente com a finalidade de usar contra monstros. Estava apenas seguindo instintos e reagindo as coisas que o mundo me impunha. A rede se soltou, deixando cair pedras e pequenas agulhas. Esperava ter ao menos confundido o oponente, enquanto em um único ato de loucura avançava contra ele com a foice em frente ao corpo. Não tremia mais, meus olhos estavam vazios e sem emoção, gélidos. Minha boca estava seca. Medo de morrer? Nenhum. Estava me sentindo protegida, sabia que estava na vantagem naquela situação, sabia que podia sobreviver. Confie, a voz disse mais uma vez e eu obedeci. Só precisava seguir a voz. Girei a foice e ataquei o monstro. Ainda sob o efeito da armadilha, ele demorou a responder ao golpe, o que me proporcionou tempo suficiente para recuar dois passos depois de acerta-lo. Esqueci-me, porém, da fúria da criatura e esta me acertou com a cauda de raspão no ombro. Senti um dos espinhos soltando e ferindo o lugar. ─ ARG! ─ Gemi de dor e ódio. Um brilho no olhar e voltei a recuar. Estendi uma das mãos e concentrei-me. A escuridão tinha que me ajudar, era preciso. ─ Você teve uma péssima ideia, maldito. ─ Esferas negras dispararam de minha mão e rumaram ao manticore. O ferimento artia como o cão, aumentando minha frieza de forma miraculosa. Mais uma chuva de espinhos, desviados com certa pericia com o cabo da foice, que já aprendera a manusear para defesa também. Fui atingida por dois: um na perna e outro na lateral esquerda do corpo, na cintura. Investi em mais um ataque, pulando e girando a foice. Segurei o cabo com as duas mãos e desci a foice a frente do corpo. Foi a vez do monstro gritar de dor. Escorria sangue pelos meus ferimentos. Sabia que o sangue limparia os ferimentos, mas era melhor ser rápida. A minha espreita, estava uma criatura indefinida. Cerrei os olhos. A criatura me acertou com uma das assas e ameaçou erguer voo. Em uma última esperança usei o cabo da foice para me lançar para cima do animal - sabia que se ele voasse estaria perdida - e lhe cortei as asas. Não pude ver se o golpe acertara a criatura ou não, pois apaguei pouco depois desta tentativa.


Por fim, um encontro com Perséfone:O que diabos ela deve querer comigo? Não entendo, quando meu pai precisa de algo ele mesmo me procura. ─ Reclamava com Seth enquanto caminhávamos pelo Submundo. Para quem não sabia, Seth era meu cão infernal, presente de meu pai para mim quando me reclamou após minha mais marcante luta. Estava com o cordão-corrente e com uma jaqueta negra também, todos os presentes de meu pai. Ainda respirava com dificuldade ali e meus pulmões não estavam habituados ainda com o ar submundano. O lugar marcando para o encontro? Jardim de Perséfone. Pelo menos eu tinha o bom senso se não aceitar nenhuma comida que me fosse oferecida, se isso servisse de consolo. Ao chegar no jardim, a deusa já estavam e esperando e deu um sorriso simpático a mim. ─ Desculpe chamá-la assim, querida. Creio que Thanatos tenha ficado irritadiço por ter tido uma ceifadora tirada de campo por ora, porém é por um bom motivo. Sente-se, deseja beber ou comer algo? ─ Algumas ninfas me ofereceram comes e bebes e neguei com a mão, indiferente as delicias que eram oferecidas a minha pessoa. Não queria acabar presa no submundo por ter comido alguma coisa de lá. ─ Obrigada. O que desejas de mim, Perséfone? ─ A frieza era visível em minha voz, apesar do respeito que tinha por minha madrasta: não demonstrava muito, mas tinha. Ela sorriu irônico, sabendo o que sentia. ─ Sei que não morre de amores por mim, porém sei como os filhos bastardos de meu marido são importantes para ele. Darei-lhe uma chance de provar seu valor e ganhar meu respeito. ─ Arqueei a sobrancelha e gesticulei para que continuasse. Havia ganhado minha atenção total ali. Sorrindo, a deusa me explicou minha missão. Suspirei e me ergui após ganhar a explicação, virando-me para ir realizá-la. ─ Espere, querida. Tome. ─ Ela me deu um bracelete e sorriu. ─ Irei saber quando completaste sua incumbência através do bracelete. ─ Coloquei o bracelete contrariada e sai, reclamei mentalmente algo sobre divindades mulheres com Seth e ele rosnou de volta. O sentimento era compartilhado. Mortos vivos me olhavam, mas nenhum se aproximava. Na hierarquia do submundo, cães infernais vinham primeiro, porém filhotes do Cérbero eram um nível totalmente superior. Não eram loucos de se arriscar com um inimigo deste porte. A missão em si era fácil. Precisava procurar uma flor na margem de cada rio e levar a Perséfone. Ou melhor, ela iria me procurar possivelmente. {...} Durante um tempo indeterminado – havia perdido total noção de tempo ali embaixo – eu andara sem rumo, indo para onde achava estar os rios. Sempre que um morto vivo mais corajoso se aproximava e queria me atacar, era obrigada a parar e lutar caso ele não se amedrontasse com minha Nobreza Infernal. Próximo a primeira flor, havia um rapaz de cabelos escuros, pele clara e perfeita, muito bonito. Ele me olhou e sorriu, estava admirando a flor, mas parecia incapaz de tocá-la. A flor tentou fazer algo comigo, mas não teve efeito. ─ Oi... ─ Disse por educação, já com a corrente pronta para uma luta e peguei a flor. O rapaz parecia querer me atacar no inicio, mas ao ver a flor arrancada, pareceu voltar a si. Dominado por uma flor? Estava de brincadeira comigo. Revirei os olhos e continuei meu caminho. Ele gritou algo que não ouvi. {...} Foi inevitavel o embate pelas outras flores. Machucada, sangrando e irritadissa, eu entendia perfeitamente a musica Going Under - Evanescence. ─ Now I will tell you what I've done for you. Fifty thousand tears I've cried, screaming, deceiving and bleeding for you and you still won't hear me. Going under! ─  Cantei em voz baixa. Não ouvia mais nada ao meu redor, andava com Nobreza Infernal e Seth fazendo minha escolta naquele momento, sem me importar com nada. Eu levava as flores raras e malditas a Perséfone e eu era a princesa-donzela do Submundo.


OBS.: No combate, utilizei uma manticora, também considerado monstro único, como a maioria dos monstros sugeridos para o teste. A Mantícora tem cabeça humana de homem, corpo de leão, cauda de escorpião e asas de morcego. Seu ataque é efetuado com seu aguilhão, lançando rajadas de espinhos venenosos, como uma besta. Seu veneno é extremamente forte e mata em poucos minutos. O nível de poderio do monstro é equivalente ao quarto nível, onde:
- ✝✝✝✝: Criaturas que exigem uma maior competência, apresentando um risco até mesmo em um combate com semideuses experientes e de grande perícia.

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Re: Teste para Filhos de Hades.

Mensagem por Hades em Ter 5 Nov - 16:23


Solaria Magnum

A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem. O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte. O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.

De acordo com o meu ver, o seu teste foi aprovado. Com coerência, criatividade e a arte de cativar as pessoas com sua escrita, em um português quase cem por cento correto - excluindo uns mínimos erros por falta de atenção, como a falta de algumas letras em poucas palavras. Agora, o que deves fazer é postar aqui, dizendo suas armas de reclamação escolhidas e postar aqui, em seu chalé.
Vinde, filha de Hades!

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Re: Teste para Filhos de Hades.

Mensagem por Swenney Blackstrand Drai em Qui 23 Jan - 18:05



"I was looking for a breath of life, a little touch of heavenly light, but all the choirs in my head say, no."
You're So Dark



  Nome: Swenney Blackstrand Drai

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  Porque quer ser reclamado por esse Deus? Por que depois de ser filho de Hades, mais perto de Pérséfone pretendo estar, e num plano já velho, quero dar uns pega nela... isso sendo logo após fazer todas as gatinhas do Olimpo serem minhas... tá, brincadeirinha. Bem, sem muito o que falar apenas mostro um interesse quanto ao deus, na verdade, quanto ao que posso ganhar sendo descendente do mesmo, digamos que Hades seja um deus "fodão", digo quanto ao deus mitológico, não o suquinho de caixinha, nutritivo e gostosinho para toda a família.. affe Luis, cala a boca... Enfim, filho então do ser temido do submundo, herdarei parte de seus poderes, onde particularmente, semelhante ao mesmo serei, e possivelmente tão foda também , assim sendo, não por detalhes, mas por capacidade, aquele ser que terá tudo pra que seus objetivos finais sejam alcançados.

  História: Uma bela e única forma de conhecer é saber, é ter a noção de que mensagens positivas e histórias cativantes traçam um caminho distinto quanto ao detalhe mágico. Um toque de magia, elemento básico, característica de tudo, faz ser breve e de maneiras diferentes ainda tendo pontos em comum. Os sonhos de um jovem rei, Oscar Wilde, bom livro não? Como tudo, o tom de inocência mostra-se maior, a simplicidade faz-se ser algo grande, quanto sim as barreiras que separam os homens. Tudo pra então abrir os olhos e perceber que nada é tão fácil de repente, estar preso por um frágil fio que o amor fez-se ferir da cabeça aos pés. E tentando levantar-se, tão inútil se vê quanto a tentativa, se forçar, se lembra do não desejo quanto a isso, e ainda lá, ao fundo, a dor te corta, fazendo-o ser e sentir-se mais mortal, mais humano, mais fraco.

  Não me pergunto por não saber responder, não espero uma resposta por saber que de lugar algum virá, mas sei, a dor de não possuir, a dor de não viver, se remete ao desejo de ser, as noites insones se remetem às lágrimas caídas, molhando teu rosto e teu travesseiro, os gritos ocultos, os gemidos abafados e o sofrer silencioso quando todo o resto presenciava seu sorrir maravilhoso. É verdade que temos o desejo inicial de amar o que nos machuca? O que nos mata? O que nos fere deixando de lado o que iria suprir a necessidade de importância? Todos somos seguidos, todos nunca estamos sozinhos, porém, alguns sabem fazer daquele seus pesadelos maiores, seu forte, alguns fazem dos mesmos pesadelos, a companhia para noite. Quantas vezes tentou levantar-se desejando que nada mais existisse? Que a dor que consome teu ser, nada mais fosse que mais um pesadelo, quantas vezes, do mais profundo consciente, desejou acabar com aquilo? Sabemos ser impossível, assim como sei que aquele por qual movo meus olhos, de seus medos fez seu cobertor.

  Blackstrand Drai, o garotinho pequeno e inglês, um exemplo para todos e decepção para si, aquela antes dor citada, já havia consumido tudo de existente ali, já não mais o desejo de consumo extremo pra um fim por, existia, apenas entregou-se, entregou-se e foi nos braços a fragilidade. Posso deixar-me levar pelo drama, mas como escrito disso, apenas descrevo parte do desejo daquele menino, que ignorando a dor sádica, a dor que mata aos poucos, a dor que envenena, a dor que cresce por não saber onde aquele anjo, hoje está, Alessa, o único amor já visto, o maior e mais perfeito sentimento, o fato de ter a voz doce cada vez mais aos olhos da mulher, o detalhe gigantesco, o amor nas letras que formavam aquele antes dito "mamãe", e mesmo não lembrando, o saber quanto a isso existia. Estando já no chão, apenas faz-se perder tudo, deixa-se ser roubado pra recomeçar, pra atrás daquele amor ir, deixando de se envenenar, sei que a mudança drástica no garoto, faria-o agora ir atrás daquela que anos atrás, o deixou nos braços daquelas freiras, o melhor sim seria pra ele, mas agora, o melhor pra seu coração é não ter mais o que perder, e sim, correr atrás do que ganhar.

  Um suspiro quanto ao olhar preso as malas fez-se ouvir, apenas pelo garoto, naquele local, naquela estação de trem, partiria de Londres pra aquela pequena cidade em algum canto daquela parte do mundo. No condado de West Yorkshire, Wetherby, dentro da cidade de Leeds fez-se criar esperanças, ali, quanto ao destino. Suas escolhas eram o que esperava de suas escolhas, mas por que ainda sentia-se fora de rumo quanto a um desejo inicial, sabe, como se aquele ainda não fosse seu lugar, pois de fato, ainda não era, na estrada, seguia o jovem, naquele vagão, fez-se perder quanto as lembranças não existentes, fez-se sentir as caricias já não dadas e o cheiro ainda presente, num olhar rápido, apenas viu-se sozinho. Nunca tivera uma mãe além de seus medos, pois como dito, tudo haviam se tornado, toda a falta, acabara por serem cobertas por medos. Pela manhã, todo jardim contém uma aura especial, uma bruma que toma conta de tudo, logo acima dos tornozelos, rosas e peônias plantadas com esmero por toda parte, as espécies mais bonitas e estimadas, assim era parte daquela relva onde aquele garoto agora andava, a viajem não mais de prolongou, seu destino agora feito, a ideia de continuar ainda fixa, suas malas, ali largadas num canto, deu-lhe a liberdade de guiar-se até se sentar, aos pés dum tronco, da mais bela e grande árvore dali.

  Como de costume em meus personagens, aquele mesmo livro agora presente na vida do garoto estava, me sinto clichê não mudando isso, mas de que valeria mudar sendo o mesmo? Aquele conjunto de folhas com capas velhas e um tanto danificadas mais não faziam ser notadas as diferenças, agora apenas, aos poucos deixa nítido a importância conforme aos poucos as páginas rolavam. Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final, seria agora o fim daquela época onde o inicio deu-se no "abandono" da criança? Criado aos braços do destino, fez-se não amar, mas ser grato aos cuidados daquelas irmãs. A brisa da manhã não mais fria era do que aquilo que de tudo tomava conta, não mais fina era do que os fios lisos dos cabelos castanhos, o céu já não mais claro do que aquele azul único dos olhos e o desejo de seguir mais forte era do que aquele impactante olhar.

  Alessa, a moça de que noção Blackstrand agora tinha, um dos motivos da gratidão, jamais fora escondido o abandono, assim como jamais, oculto foi o possível encontro, apesar de não entender a causa disso, apenas faço ser, faço acontecer, e não contrário disto, agora apenas guia-se o garoto por aquele campo aos arredores da estação, num mais novo e verdadeiro sorriso, fez-se feliz, e mesmo quanto a pouca idade, seus 15 anos lhe fariam- ser já homem, homem por realmente amar quem valia amar, por ainda sentir e ter fé num acontecido pouco provável, já então no condado de West Yorkshire, a pequena criança fez-se abalar, vencendo-se pelo cansaço e frustração por nada encontrar, aquele garoto sem família, sem conhecimentos de si próprio, o garoto criado por uma submissão irritante naquela totalmente vaga Inglaterra, agora jogado na cama de um hotel qualquer está, aqueles olhos frios e azuis como as águas de um lago congelado, agora fixos ao teto estão, os pensamentos vagos ainda envolvidos pelo desejo de ali, novamente a ter.

  Os anos em Wetherby se passam, aos pés da maioridade, agora pouco fazia-se importar, ainda por que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão do talvez, seria ali o ponto onde a força contrária seria maior e desistir de encontra-la seria a saída? É o sentimento de talvez, de quase, ou possível que me incomoda, a resposta que mata trazendo tudo que poderia ser e não foi. Naquela noite nublada e fria, aos pés novamente daquela árvore volta a estar, agora já não com o pensamento pequeno de apenas encontrar, mas agora de estar e fazer, a pergunta persistente, o que nos leva a escolher uma vida morna? Ou melhor, não uma pergunta, um testamento referente a isso, a resposta obviamente presente está em sorrisos distantes e frios, nos abraços fracos e indiferença quanto ao viver. Ainda sem ideia de um pai, covarde demais fez-se pra ser feliz, deixou-se queimar pela paixão quanto ao viver limitado, enlouquecido pelo amor, atraído fora pelo desejo. Motivos bons talvez, e novamente talvez, motivos capazes de faze-lo escolher entre alegria e dor? E assim, mais um garoto sem história, ainda espera faze-la, espera ainda viver o bastante pra que a ideia de história, não seja apenas, história, mas que seja uma vida, e se um dia hei-de ser pó, cinza e nada, que seja a minha noite de alvorada, que me saiba perder... pra me encontrar...

  Lute contra um monstro digno dos três grandes:Depois de dias completamente entediantes e noites vagas, logo pela manhã, ainda possível era ouvir os pássaros numa canção calma e leve, logo sendo rompida por alguns gritos, coisa que logo saberia de uma besta, aberração ou seja lá como você queira chamar próxima ao acampamento havia feito seu ponto de "terror". Isso pode significar algum tipo de ameaça e é bom alguém tomar uma providência antes que a situação piore. Como eu não tinha mais absolutamente nada para fazer além de comer biscoitos enquanto ao teto olhava, mais uma das ideias idiotas fez-se aparecer com o objetivo dar um jeito naquilo já que esse caso não parecia estar sendo assim tão interessado por campistas campistas covardes, não pareciam interessados também os crentes a ponto de tirarem as bundas da cama e fazerem algo.

  Então aqui está nosso garoto, ainda sem expressão ao tirar do armário minha mochila empoeirada juntamente com um arco, logo tendo-o em mãos, aljava ali pendurada, logo ao chão jogado também um escudo pouco usado, e apenas ali, um desejo de maior ser. Por então obter tantas coisas enfiadas na mochila, um desafio seria leva-la, outro também fecha-la, porém, com apenas um empurrão mais, tudo ali se encaixar, e logo, o zíper da pequena mochila se fecha. Roupas confortáveis mas do estilo do garoto, jeans relativamente justos e flexíveis de cor preta, botas de couro escuras, camisa larga também no tom negro e blusa de algodão cinza de capuz... Parecendo talvez a imagem de um assassino em série, não mais se importou, pois detalhe apenas isso séria.

  Tudo pronto, mochila jogada por um ombro logo sendo cruzada pelas cordas de poliéster do arco, logo saindo então ao encontro da sua escolha idiota, sendo também provavelmente a próxima vitima da "coisa". Não sendo difícil encontra-la graças toda a confusão por ela causada, já cercada por alguns campistas curiosos e covardes - Como sempre pensei... apenas um bando de semideuses medíocres... - Passando entre todos apenas com o corpo movimentando de um lado para outro em esquivas quanto aos meros corpos vivos ali, numa expressão ainda fixa e séria, fez-se cobrir o olhar pelo capuz da blusa num abaixar de cabeça leve apenas guiando-se pelo saber de onde está. Convincente para si próprio, apenas fez-se mais e mais continuar, observando, com um virar de cabeça leve, aqueles seres sendo afastados, onde ainda num caminhar calmo, mais ainda fazia-se afastar.

  Depois de caminhar por alguns minutos chegamos em um lugar no meio do nada, digo o garoto e eu, que desde o início, capaz de o acompanhar fui. Logo aquilo me aponta um grito, o monstro estava exatamente logo após alguns morros, antes de desaparecer qualquer entre as árvores. Caminhando um pouco mais para o centro das árvores logo pegando um gramado, observo em volta, mas tudo estava quieto demais, pelo menos ali. Pegando a mochila já se virando para ir embora, sente-me ameaçar por algo, quando jogado para trás junto com a mochila e tudo fora, num pouco habilidoso, fez-se apoiar as mãos ao solo, já num olhar rápido, apesar de não ser mais sentir a mochila a presa à seu ombro e o capuz tapando-lhe os olhos, fez-se observar tudo afim de novamente a encontrar, jogada logo ao lado, com o arco um pouco mais longe porém ainda próximo da aljava, possível foi notar flechas jogadas.

  Focando seu olhar no tal monstro, nota uma criatura estranha que não lembranças de te conhecer havia, porém ainda bem assustadora. Levantando-se, fazendo-se saltar para trás com o apoio das mãos ao solo, o impulso dos braços dobrados logo fazendo-o jogar-se para trás em pé caindo, ao perceber mais daquela aproximação da besta olimpiana, com o tempo apenas de arrancar a pulseira fazendo-a abrir-se numa espada de prata, isso ainda no ar, no decorrer do movimento, fez-se, quando a aberração mais próxima, anteceder um movimento, e antes da mesma fazer qualquer ataque, o braço direito fez-se o apoio para o giro do corpo na mesma direção, logo o esquerdo sendo o apoio seguido, quando que no giro, o pé de antes ao solo (direito) fez-se ir na direção do corpo da fera, que também no ar, na tentativa de acerta-lo fez-se jogar ao lado pelo impacto, então ganhando um pouco de tempo para correr até a mochila. Pegou e firme prendeu o escudo ao braço esquerdo, num suspiro, fez-se revirar os olhos quanto ao escudo ali preso.-Incrível a forma que me faz ser lento essa bosta...-. Ainda num olhar fixo, fez-se sorrir quanto a um balançar de cabeça negativo aos poucos que a fera levantava-se, e num morder de lábios, olhos deviam a ponta da espada já apontada para a fera.-Espero que consiga me entender... me frustra essa pouca intimidade entre nós, sabia?-. Pouco antes de tudo animar-se, fez-se enfiar a espada ao solo e devagar abaixou-se, aquele olhar monstruoso não mais  intimidava do que a fato de ser sozinho, já então pegando e passando o arco por todo o braço, fez-se prender em suas costas tendo do outro lado mas ainda nas costas, preso a aljava com flechas, pouco antes de acariciar o colar com um pingente dourado e uma chama negra, que ao ser arrancado de seu pescoço, e por desejo do semideus, em uma lança negra abria-se.

  Quando notado a rápida aproximação num novo ataque, fez-se novamente anteceder-se ao bicho, era notável o foco desse novo objetivo, outro golpe na cabeça, mas defendendo-se antes de ser bem sucedido isso, pouco mais forte que aquilo, aguentou firma a pressão que a pata dianteira fazia ao escudo, numa tentativa de suposto esmago, não fez-se mais fraco logo se aproveitando esse momento, fez-se ali soltar o escudo girando para frente sobre o seu próprio eixo, ao completar o giro, já com a pata pressionada ao escudo já caído, fez-se enfiar até o ultimo pedaço, a espada na lateral do pescoço da besta, e para trás novamente pulando, num giro completo, arrancou das costas o arco, num pressão incrível fez-se puxar a flecha, que pela força das cordas de poliéster poderia facilmente atravessar a fera, num soltar breve, na direção da pata mirou e ali acertou, prendendo-a ao solo por ter parte da flecha ali cravada, novamente ao chão, fez-se uma das pernas dobrar e de joelhos ficar, quando arrancando o colar, em sua mão o agarrou e sem armas notáveis, fez-se correr na direção daquilo novamente.

  O monstro solta um grito bem desafinado, parando de fazer pressão no escudo pois para cima puxava a pata tentando dali arrancar, escudo que já entre sua pata e o solo preso estava. Num impulso considerável, fez-se na espada segurar , quando ainda presa, para o lado contrário forçado foi a girar, giro que consequentemente o fez cair com o pescoço do oponente entre as pernas, e ali sentando-se, arrancou a espada e do outro lado, cravou-a novamente. Num impulso notável ao conseguir arrancar do solo a pata, seu corpo naturalmente ergueu-se, e erguendo-se, possível foi acompanha-lo e num novo impulso pego, para cima ser jogado, jogado ao alto porém não arremessado, fez-se erguer o colar antes em sua mão logo desdobrando-o numa lança, que segurando-a com as duas mãos, teve a ponta virada para baixo, no jogar de corpo para cima e pouco para trás, fez-se descer ao meio de suas costas até cada centímetro de seu corpo atravessar, logo antes de sobre o aquele corpo já quieto girar e de seu pescoço arrancar a espada, ao lado e vendo-o novamente a gemer, um girou soltou, um levantar de espada e um descer violento fez-se decepar a cabeça daquilo.

  O monstro não mais se mexe, a espada com cuidado novamente voltou a ser sua pulseira, que colocando-a no lugar, voltou a aproximar-se mais da fera até poder em seu corpo apoiar subir, segurando a lança com ambas as mãos, fez-se puxa-la, arrancando-a a tendo toda suja de sangue, quanto ao enfiar da arma ao solo, andou e a mochila pegou, nas costas e colocou e entre ela e o corpo, prendeu a lança, com cuidado pra não intervir no tirar de flechas da aljava e em sua mão direita fez-se segurar o arco na outra o escudo, preso pra novamente uma suposta defesa. Bem, então, o silêncio de tudo toma conta, num caminhar leve, fez-se afastar não temendo um novo ataque, mas sim a espera de seu descanso, numa pausa em sua caminhada, por cima do obro olhos a fera, aquele cheiro de sangue era agradável, por isso a lança suja logo à suas costas, enquanto erguendo a mão que o arco segurava, novamente seu capuz colocou e voltou a descer a colina, ignorando tudo e todos, apenas nada disse, deixou, seu trabalho ali acabara de ser feito. E quanto ao monstro, cabe a você decidir o que acabo de enfrentar, pois apenas narrei, e você valida o nível do combate.

  Por que você deveria ser aprovado neste teste? Por realmente ser filho do tal ser, sinto-me raro quanto aos acordos desfeitos, por, no papel de filho, julgar-me poderoso e indiferente quanto aqueles filhos medíocres dos outros 2 grandes, apesar de não possuir pele gélida e olhar "profundo", faço valer a imagem quanto ao olhar impactante, não semelhante a um morto, mas a imagem do deus. Por possuir, através da narração conhecimentos quanto a manuseio de espadas, quanto ao impulsivo fato de detalhes escondidos deixar, deixar que fazem tudo ser mais "escuro", quanto ao mundo inferior, a vontade de dele fazer parte, a habilidade de trazer junto a si exércitos da horda, me fascina, o fogo negro, algo extremamente único, não digo quanto ao sentido, mas sim quanto ao sentimento causado, por consequentemente ser astuto, sei que isso cabe a um detalhe semelhante a Hades, além de, odiar Perséfone, não pela lei de "é filho de Hades, a madrasta dever ser odiada", mas sim pelo fato de que, Perséfone, me enjoa, enjoo causado pelo sentimento de vingança quanto ao ser, coisa que num conjunto de suposta confiança, esse "ódio" guardado é usado numa forma de "amor".  Por fim, o desejo de ser aceito apenas vem da vontade incontrolável de continuar tendo a honra de receber este título, assim como o prazer de honrar o nome daquele superior.

  Suas características físicas: Faço agora uma breve descrição física e de meu personagem, que por sua voz possui cabelos escuros, bagunçados porém discretos, bem, cabelos adaptáveis à situações diversas, pele pálida em um tom relativamente estranho de branco, altura média de 1,70 com uma estrutura corporal básica mas definida, sem grandes músculos mas ainda forte, olhos  claros em um tom de azul incomum, peso total de seu corpo na faixa de 58 quilos, admira-se por determinação e coragem, onde em conjunto torna-se a base pra todas as suas atitudes, sádico com uma mente aberta a novas escolhas e experiências, encara a morte como parte, como o inicio da vida, calado, apenas deixa-se disponível para ouvir, para conhecer, para adquirir conhecimentos, sorridente para si mesmo mas sério em ocasiões não particulares, tenta sempre levar tudo pelo lado bom, as vezes deixa-se tomar pelo pensamento de que nada daria certo, tornando-se algo tanto pessimista quanto focado assim que tudo deixa de estar sobre seu controle, tendo um grande amor por mitologia, ama musica, adora ser o que é, coisa que o faz fugir daquele seu mundinho problemático e muitas vezes estranho, apenas deixa que tudo ande quando o assunto é julgamento preliminar de seu ser, porém tudo isso muda quando o tal assunto e dirigido à seus queridos. Muitas vezes sombrio, evita deixar que aquela coisa presa em seu interior transpareça mostrando o quanto sensível pode se tornar, inteligência dentro dos limites consideráveis pra alguém como tal, não fala muito porém se diverte da maneira mais estranha, se diverte sendo tonto, se diverte sendo amigo de seu subconsciente, odeia perder, e usando as palavras que não costuma usar em seu dia a dia, cria um mundo onde seu ser próprio e aquilo que mais o desafia, podem se enfrentar, bom com as palavras mas sem deixar de lado a habilidade com o resto, junta tudo em um combo de tranquilidade e paciência, porém sendo agressivo e desesperado, e como dito antes, acaba sendo outro quando a situação foge de suas ideias, onde é capaz de tirar forças até mesmo de onde ninguém jamais conseguiria imaginar que houvesse algo assim.

  Suas características psicológicas: Quieto, e pouco emotivo, fez-se ser realmente fechado, não confiando nas pessoas por também pouco não ser confiável, na verdade tende a se afastar delas, contudo, sendo próximo dos amigos reais, de tudo é capaz, apenas por eles, por algo que valha. Apesar de costumar dar em cima de todas as deusas, ou campistas que vê, o garoto costuma ser fiel, não gostando muito de pessoas que traem, na verdade, sente-se enjoado quanto ao conhecimento da existência destes seres, nessa questão não é apenas pelo fato de traição entre marido e mulher, mas entre amigos também. Possui crises de memória, confiante e pouco meio rebelde, quieto mas ainda competitivo, persuadido quanto ao resto e inteligente quanto também ao conjunto de tudo em um só ser, maturidade até que alta pra sua idade, tendo iniciativa quanto a algo de que proveito tiraria ou que dali, lhe daria sucesso, discreto mas notável, se é que me entendem, sendo responsável por seus ideais e companheiro de ideias, honesto com sentimentos e desejos, educado ao ser sexy, e sexy ao ser educado, ainda sendo fiel a tudo antes citado.

  Por fim, um encontro com Perséfone: A casa, tudo, seu ser e por fim a existência, tudo literalmente mostrava-se quieto, o silêncio maior mais uma vez supera os gritos de sua alma, a quietude tomava conta do local, sua primeira visita ali pouco era marcada, apenas nada, tudo mas nada, contando apenas com Dyrk e por fim com seus pensamentos. Dyrk, seu cãozinho infernal, agora seu companheiro, e junto  aos passos lentos e sem rumo, fez-se caminhar e seguir o dono por aquela escuridão quando aos poucos ia mais se aproximando daquela imensa janela, não entendo ou não sei o porque de tudo ali estar quieto, apenas faremos então continuar, apenas faremos, ser quieto. Estranho era, sempre acostumado com o barulhinho de vozes, nunca fez-se limitar a não escutar, mas sim observar sem intervir, era estranho ver agora apenas algo sem vida, estranho porém intimo, era intimido ali estar e como a grande casa, sem vida sentir-se, era estranho não estar naquele lugar onde todos se metem na vida de todos, onde privacidade não existe, e o barulho de gargalhadas, frequente é junto aos passos de corrida. Sua jaqueta arrancou, jogando-a no braço de um móvel daqueles em que se senta, sua mochila jogada ao chão, fez-se abrir, num olhar e sorriso leve ao cão, abaixou-se, acabando de abrir pegando ali então, aquela sua pequena pulseira, não uma pulseira qualquer, mas sim, a única coisa que das irmãs, pode arrancar para consigo levar.
Ao novamente arrumar tudo ali dentro, no bolso de trás dos jeans deixou o presente, quando em sua perna Dyrk agarrou, o garoto sorriu e para a criança lançou um olhar satisfatório e divertido, aos poucos percorreu toda a extensão do zíper com as mãos e o fechou, ainda deixando jogada ali, um incomodo acreditou não ser a seu pai, por isso da tão grande comodidade. Num abaixar, sob o bichinho passou as mãos antes de erguer-se então pegando-o no colo.

-Acredito ter feito o melhor ao te escolher... não?-.

  Aquele jogar de língua pra fora vindo do animal, novamente o faz sorrir quando um rosnado baixo se ouve, um pouco mais esperto que seu dono acabara por ser o bicho. Algo não muito preocupante pois antes de mais nada, encolheu-se em seus braços e seus olhinhos fez-se fechar, ainda pequeno, notável era sua total fraqueza quanto a tudo. Com cuidado, ainda naquele silêncio total, o garoto caminhou e guiou-se até o próximo andar, pelas escadas seguiu e em cada quarto daquele, pouco da porta abriu mesmo tendo a noção de que impossível quase seria encontrar alguém. Havia um buraco dentro de si, seria um sentimento vago ou talvez um pressentimento apenas pelo rosnar do animal? Sabendo disso, fez-se guiar ao fim do corredor, uma ultima porta ali havia, ao tocar aquela maçaneta, mais gélido fez-se sentir, como um lago, grande e sem formas, águas congelando das bordas para o centro, cada vez mais o apertando por dentro, aos poucos e lentamente, deixando-o sem ar para se respirar.
Abriu então com exacerbada lentidão a porta daquele ultimo cômodo logo espiando ao canto da porta ali dentro, quem sabe de um forma distinta, o desejo de ali poder encontrar Hades fosse a motivação, mas não, nada ali havia, apesar de nada se referir a tudo, apenas uma grande e bem localizada fachada, parecia um quarto feminino, um quarto diferente de todo o resto, mais leve, mais calmo, um quarto mais... amigável. Talvez então fora apenas uma ilusão, queria sim ser ilusão, sozinho ali, não sabia o que fazer, a não ser, junto ao teu amigo ficar, ainda tendo-o em seus braços super calmo, era como estar em casa visivelmente.

  Mas de fato, a realidade aos poucos torna-se fixa, ou já existe pra um propósito único, a realidade não se muta ou transforma, simplesmente não nosso bel prazer, a realidade justificando seus fins, não deleita-se quanto a nossa impotência natural. O quarto, como resto da casa, a não ser pelo clima mais leve, ainda era frio e escuro, nem mesmo o abrir de cortinas, cortinas finas de seda o deixou mais claro, ou aconchegante, digo quanto ao teu ser próprio, cada vez mais "não intimo", acabara por se sentir. Na esperança de que aquela luz permanente da lua de mel ali também existisse, não deixou-se abalar pela escuridão constante, quando já vendo seu totó correndo pelo quarto, sorriu e fez-se até a janela guiar, apoiando-a e para fora olhando, num suspirar e piscar de olhos lento e calmo, antes de, para outro ponto... olhar. Num afloro de sorriso, sentiu-se arder, num misto de ódio, desejo e sensação gostosa, num sorriso atravessado com um entortar odioso de lábios, não se fez entender, apenas deixou-se pensar, obviamente tentando entender. Aos pés duma grande fonte, sob uma luz tênue, aquele belo ser desconhecido encontrava-se sentada nas bordas enquanto com a agua brincava, visivelmente distraída e nada focada, a não ser, nas pequenas gotas jogadas ao ar por ela quanto aquele pequeno sorrisinho. Já fissurado e não mais perdido, apenas ali ficou, a olhou e por segundo a desejou, aquele lavar de rosto trazia a imagem de uma alma quedada em silêncio, como numa meditação, sem ideia do que ser, apenas mostrava ser humana, tendo apenas dentro de si uma deusa interior. Enquanto naquela janela fez-se afundar mais em si, Blackstrand num desejo carnal fez-se sorrir e suspirar, como dito, era lei naquele pequeno ser inconsequente possuir tudo que visivelmente pudera ser fonte de prazer, embora ficando pouco paralisado, desejou ao máximo até a moça ir, então, fazendo-se ser o que é.
Deixando ali, no canto daquele quarto, sorri ao ver seu animalzinho quieto, deitado, viajando e visivelmente sentindo-se bem, num caminho de volta, fez-se descer as escadas lentamente até então sair pela porta onde entrou, num caminhar ainda lento, cada pedacinho daquele lugar segue com o olhar até ao jardim chegar, a mesma moça antes ali, continuava, já com as pernas dobradas e mesmo cobertas pelas vestes, sua forma ainda era sexy, aquele novo sorriso de canto, despertou-se antes de palavras calmas e doces soarem ali, numa apresentação, fez conhece-la.

-O nome dele é Dyrk... caso aquele quarto seja teu...- Meio sem sentido isso ficou, porém, num bagunçar de cabelos, negativamente balançou a cabeça tendo também pensamentos negativos, quando pouco sério, aquilo continuou, quando confiante, novamente fez-se falar.-Talvez por não conhece-la ou... por não lembrar talvez, te vi numa único opção de um pouco mais, fazer parte disso.- Num abrir de braços, fez-se sorri logo guardando as mãos aos bolsos ainda olhando-a, sem muito fixar, pouco pisca mas ainda a olha, num levantar calmo, possível foi notar seu corpo, escultural e belo, obviamente bem vestido, com toda certeza, bem sedutor afinal. Naquele olhar "diferente", uma das sobrancelhas de Swenney fez-se erguer, logo num passo lento para frente, nota aquela constante aproximação, quando no canto dos lábios da moça, possível era ver um sorriso, não pensando num olhar rápido, onde realmente, aquele outro alheio, superava todos os limites impostos quanto a sedução.

-Seria o novo pupilo de Hades?... Bem, estava a sua espera... minha criança-. Ainda naquele sorriso, consequentemente fez o garoto se afastar, num olhar já desentendido, entortou os lábios quanto a um novo sorriso.-Bem... Swenney... mas e você, quem seria?-. Já num agarrar forte da moça na gola de sua blusa e numa aproximação brusca, olhando-a ficou antes de sorrir num lamber de lábios bem ao canto usando a ponta da língua.-O conhecer agora não mais importa pra ti... mas bem.. lembre-se que...-. Era constante sua aproximação, quando pouca a distância entre seu rosto e o daquela desconhecida, sua respiração pode sentir, e quente, logo mostrou-se, além de tudo, um complemento pela voz, faria mais tentadora a situação.-...seu pior pesadelo posso ser caso me contrariar... ok?-. Num sorriso e piscar visivelmente "malvado" dela, beijado foi, e naquele antes sentimento de desejo acontecido na janela, deu-se a um estranho e nada conhecido, quando já vencendo-se, fez agarra-la pela cintura, porque contraria-la e não ter tranquilidade? Era essa a imagem mostrada, então, daquele jeito, faríamos, pondo fim já aquela breve e estranha "conversa".
É possível notar uma mordida no lábio do garoto, quando por sua vez fez-se sorrir sem nada entender, se fora um teste, perdido agora estaria, pois aquilo de mais fraco em seu ser, acabara de ser vencido.-Cale a boca e apenas comigo venha, garoto-. Num puxar brusco, o fez segui-la quanto a um destino desconhecido, sendo que, pelo que acabara de ver, não mais temor poderia sentir, apenas um certo receio pela forma direta com que acabara de ser tratado.

  Novamente dentro da casa, não hesitou e seguiu em direção ao andar superior, prestes a subir o primeiro degrau da escadaria, congelou, quietou e da mão daquela moça largou, num afastar breve, a olhou e ao fundo notou Dyrk mostrando-se irritando pois a mostra, possuía os dentes, já parado, pouco acima olhou, e sobre o primeiro degrau a viu, num olhar sério e impactante, fez-se baixo mas firme dizer.-Não sei o que pensa, não entendo o que sente, mas sei que isso não se adapta aos meus objetivos... então por favor...-. Já quase virando-se, sentiu em seu ombro um quase puxão, fazendo-o ali, de frente a ela ficar.-já eu garoto, tudo de você sei... tudo que sente eu sei, tudo o que vê e o que deseja... simplesmente sei-. Tocando-lhe o peito com a ponta dos dedos, ali pressionou quando mais perto chegou, em seus olhos olhou e num suspiro sorriu ao revirar os olhos.-Olhe criança... apenas entenda  minha capacidade de tornar teu rancor pelo abandono sua maior arma, entenda que sou capaz de fazê-lo não ter necessidades de armas, eu posso fazer você ser aquela mais temida arma...-. Num tocar breve quanto ao rosto de daquele menino, o olhar dela prendeu-se ao seu, num cerrar quase completo, assim o olhou, e baixo, continuou suas frases, de uma forma um pouco mais marcante, pois baixo, era impossível esquecer.

-Quero não só manipular, mas em minhas mãos ter o ódio contido em teu olhar, quero ter para mim a sua capacidade de odiar... quero fazer dessa capacidade, o motivo pra trazer a tona o rancor pelo abandono... na forma mais drástica de traição... não quero me cansar dessa capacidade como me canso de lugar... mas pra tudo... preciso tê-lo em minhas mãos... apenas venha, venha então criança, deixe que esse seu primeiro teste seja concluído... apenas deixe-. Estendendo a mão, ainda deixou-se olha-lo, sem expressão mudada, com os olhos o convidou, quando que, por sua vez, sorriu, e nesse sorriso acenou com a cabeça negativamente desviando o olhar enquanto num suspiro, deixou o sorriso de canto ao segurar a mão antes estendida, num olhar, fez-se admira-la, quando mais se aproximou, e perto, sussurrou.-Agradeça ao meu orgulho e a não necessidade daquilo que não tenho...-. Logo voltou a segui-la, entrando mais uma vez naquele antes descrito quarto, deixou nas escadas o pequeno animal assim que dentro do quarto pode estar, com a porta semi aberta, viu e aceitou o sorriso totalmente malicioso contido no rosto daquela mulher, que logo à frente da porta, a fechou, encostou-se e com o dedo indicador, o chamou.

  Num brusco caminhar, o menino Drai fez diminuir a distância entre os corpos, já perto, na porta se apoiou e a ouviu por completa se fechar, em seus olhos novamente deixou que os seus se perdessem, fixos e mais intenso, tornava-se por mais perto estar, a mão ainda livre, sua pele toca, desde o rosto ao pescoço, do pescoço descendo aos seios, e por fim, seu decote sentindo quando ali a ponta dos dedos se penduram, num tocar de lábios, mais continua com a descida da mão, onde por seu corpo passa, por cima das finas vestes, sente cada curva de seu corpo estrutural antes do mesmo agarrar, envolver e contra si puxar, sem distância entre ambos, não mais falas possuíam pois desde algum tempo atrás, mais um daquele beijo dado no jardim, acabara de acontecer, onde, mais intenso tornou-se, mais quente e, não mais com receio. Tendo em sua cintura o local pra mão estar, não hesitou e por fim a subiu, por suas costas levou e então, o zíper de seu vestido pode tocar, quando naquele misto de sensações, sente-se arranhar, de uma forma compulsiva, fortemente as unhas eram sua forma de provocar, ou sentir, talvez fazer o desejo aumentar. Como dito, por suas costas as unhas delas corriam livremente, quando já, sem muita enrola, já presa à barra da mesma, a subiu, arrancando-a logo já agarrando o cós de seus jeans, puxando-o mais pelos botões, com as duas mãos o fez abrir, quando ainda, em sua língua tinha constantemente o contato da do garoto, num beijo ainda bom, num beijo ainda intenso.

  Aquele detalhe de segurar o zíper do vestido dela, não mais era desculpa, pois puxando-o, pudera já ter noção por sentir o vestido em seu corpo escorregar, antes de tê-lo ao chão, por seus ombros as mãos passou, onde acariciando-a, um pouco mais fez se aproximar, por seus braços e por fim por suas mãos, que tirando-as dos jeans, já o teve aberto. Pouco se afastando, um morder de lábios aconteceu, pois no corpo da moça, apenas uma lingerie detalhada, pequena, preta e rendada, então voltando-se a junto dela antes, o quadril pode mexer ajudando-a a fazer com que uma das ultimas peças de roupas em seu corpo, por suas pernas escorregasse, antes então, de um por um, tirar os pés de dentro dos jeans. Fortemente agarrado, sente as mesmas unhas de antes lhe arranhando o pescoço, de uma maneira forte, de uma maneira literalmente marcante, quando vendo, aos poucos movia-se em direção aos seus aposentos, quando ali jogado, fora preso pelo quadril graças as coxas dela, que, por cima de seu corpo, começara já acaricia-lo, de baixo a cima, de cima abaixo, quando que já, a cinta liga de sua lingerie, acidentalmente desprendeu-se. E num chorar, tudo se volta Dyrk, que encolhido a um canto, ali ficara, pressentindo algo ruim, mas ali, quieto ficara, até então, poder ver pouco a porta se abrindo, tudo havia já acabado, então, instantes depois, pouco mais aporta de abre, dali, possível é ver Blackstrand sair ao arrumar as roupas, logo, na cama, a moça coberta e visivelmente quieta, num virar, novamente os olhos se prendem ao garoto, que por cima do ombro, a olha.-Espero que continue com tua missão... seja forte garoto-. Num sorrir discreto, por sua vez o garoto já fez-se mais virar, e num sussurrar, nítido fez ser suas falas.-Dá forma mais drástica de traição... Perséfone-.

# ------  Complement:|Daily | Square | Night | Fear |. # Music: Arctic Monkeys - Do I Wanna Know? ------

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Re: Teste para Filhos de Hades.

Mensagem por Lord Poseidon em Qui 23 Jan - 18:40



Avaliação
Swenney Blackstrand Drai: Gostei muito do seu teste, foi narrado de um jeito diferente, mas mesmo assim não deixou de ser ótimo. Você conseguiu dar alguns toques humorísticos na história e nas perguntas. A narração da luta também foi boa, mesmo com alguns erros de digitação, você conseguiu narrar suas ações muito bem. O encontro com Perséfone foi uma coisa diferente e audaciosa, porém eu gostei, achei diferente e criativo. Enfim, ao meu ver o seu teste foi aprovado. Seja Bem Vindo, Filho de Hades.

OBS: Como Hades está ausente, eu estou avaliando o teste no lugar dele

Aguardando Atualização


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Re: Teste para Filhos de Hades.

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