Teste para Bruxos de Hécate

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Teste para Bruxos de Hécate

Mensagem por Hécate em Ter 19 Nov - 9:53



The Warlock!
A magia é eterna 



O teste será dividido em algumas etapas com intuito de avaliar o player de forma ampla. Devo lembra-los que os testes devem ser postados neste tópico e os mandados por MP serão ignorados. O tenente do grupo será escolhido de acordo com a qualidade do teste, não se iludam achando que o primeiro será o líder e, caso a decisão sobre o tenente esteja difícil, uma missão será solicitada para decidir o tenente. Boa sorte a todos.

______________ ☠ Nome.
______________ ☠ Idade.
______________ ☠ Progenitor.
______________ ☠ Por que deseja adentrar no grupo? (Minimo de 3 linhas)
______________ ☠ O que a Magia significa para você? (Minimo de 5 linhas)
______________ ☠ Historia do Personagem. (Minimo de 20 linhas)
______________ ☠ Como adentrou no grupo? (Minimo de 15 linhas)
_____________ ☠ Narre o embate contra um monstro a sua escolha, podendo usar habilidades do grupo ao seu nível. (Minimo de 30 linhas)
_____________ ☠ Narre uma situação onde seria IMPOSSÍVEL sair sem recorrer a magia. (Minimo de 30 linhas)



~tsc~

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Hécate


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Re: Teste para Bruxos de Hécate

Mensagem por Wisteria Campbell em Sex 29 Nov - 17:18


Teste para Bruxa de Hécate

___☠ Nome: Wisteria Campbell
___☠ Idade: 15
___☠ Progenitor: Hefesto
___☠ Por que deseja adentrar no grupo?
Wisteria é uma garota fria, coração de pedra e bem... Misteriosa, digamos assim. Não quero que ela perca sua capacidade de amar sendo uma Ceifadora, nem que seja uma eterna donzela sendo Caçadora, tampouco que seja... Bebum, falando de uma forma rústica, como uma Mênade. Sendo uma Bruxa de Hécate, serei seguidora da deusa mais sexy deste mundo e de quebra desenvolverei a parte intelectual de Wisteria, que é uma garota de modos brutos e rústicos, quase selvagens, arrisco dizer. Mas se não fosse deste modo, não seria a garota forte e indomável que é hoje. Além disso, deixaria Wisteria ainda mais misteriosa do que já é, como um diário a ser aberto.
___☠ O que a Magia significa para você? Não, não direi que é aquilo que sai da varinha do Harry Potter. Magia é controlar as forças da probabilidade ao seu dispor. É ter o elixir da vida na palma da mão. É saber o que fazer para vencer quaisquer obstáculos impostos pela ardilosa mente humana. O que não existe, passa a existir. O que existe, torna-se inexplicável. E é esta a característica chave da magia: Inexplicável. Sempre mutável e inconstante, é algo que vem com grandes poderes e poucas responsabilidades... Mas muitas consequências.
___☠ Historia do Personagem
Wisteria, ou Wisty, apelido dado pela mãe, passou muito longe de nascer em berço de ouro. Desde quando se entende por gente, morou numa casa de tijolos no Bronx, um dos bairros mais violentos de NY. Havia poucas oportunidades na sua vida, mas as poucas que tinham, transformaram Wisteria em uma garota astuta, inteligente e independente. A mãe, uma mulher bela, porém já de mãos calejadas de tanto martelar e consertar para comprar o almoço de amanhã, tem as mesmas características da garota: tanto físicas, quanto mentais. Aos oito anos, Wisty já era considerada a menina mais inteligente da Escola do Bronx (e talvez mais inteligente do que muitos adultos da cidade inteira) e também uma das mais duras. Sua face implacável e solitária era praticamente um alerta gigante para que as outras crianças, mesmo as maiores, não se metessem com ela. Ela é, era e sempre será um gatinho bem fofinho de olhar fatal.
Com 13 anos, Wisteria já havia ganho o Campeonato de Xadrez Mirim de NY duas vezes... Consecutivas. Logo, ela foi bombardeada de bolsas e inclusa em diversos grupos de alimentação e tickets para a população carente. Quer dizer, Wisteria e Rosalyn, sua mãe, estavam tão longe de serem consideradas “carentes”, ao pé da letra, quanto a Terra fica distante do Sol, mas aceitaram as doações de bom grado. Com uma ajuda mútua, mãe e filha, uma amando a outra, conseguiram vencer os diversos obstáculos colocados pela sociedade: Rótulos, preconceito, e tudo mais que este mundo hipócrita “luta” (ou não) para extinguir.
Mas nem tudo é um mar de rosas. Aos 14 anos, a inteligência sem limites de Wisty fez com que ela conseguisse um intercâmbio para Paris, França, de graça! Ah, ela era o orgulho da mãe... Com certeza. Mas a mãe de Wisteria andava muito abatida durante aqueles dias. Wisteria ouvia a mulher chorar, com o som das lágrimas e dos gemidos abafados pelo travesseiro, passando noites em claro. Quando questionada, a mãe não dava nenhuma resposta: Simplesmente voltava a martelar e consertar. E, como todo semideus, aconteceu o que tem de acontecer: a verdade vem à tona. Mas Wisteria não acreditou, naturalmente. Afinal, quem acreditaria que existem deuses gregos, seres mitológicos, coisas surreais, neste mundo tão sem fantasia e magia? Mas, a verdade é uma amante cruel... Chega até nós por qualquer meio. E ela chegou... Pelo jeito mais doloroso possível, que Wisteria tenta ocultar da memória até hoje.
Ela foi ao Acampamento: Um táxi, pedido pela mãe na noite anterior, veio busca-la. A garota não duvidava de mais nada, montou no carro e foi-se. Era como se uma parte sombria dentro de si tivesse sido descoberta: o Acampamento sempre fez parte de si. Não demorou muito e ela foi feita Monitora e Conselheira do Chalé de Hefesto. Nas férias, não hesitou em fazer o tão adorado intercâmbio, como espécie de presente de aniversário para si mesma. Em Paris, conheceu talvez sua única e melhor amiga, Katherine, e um garoto que ela descobriria muito depois, no Acampamento, que seria o namorado de Kath, Gilan.
A mãe some de Wisteria some, quando voltou e quis conferir tudo em casa. Simplesmente... Desaparece como fumaça. Não há bilhete, aviso, rastros... Nada. Só um estranho e leve aroma de enxofre no ar. A vingança não leva a nada, exceto a mais vingança... Então que viessem toneladas e toneladas de vingança. Whomper e Wisty, martelo e garota, a dupla inseparável, estão tão determinados a descobrir este mistério que chega a ressoar na alma dos ouvintes desta amarga história.
___☠ Como adentrou no grupo?
Ou nada é coincidência, ou tudo é apenas pura sorte. Ou talvez seja intervenção de Hécate, quem sabe?
Após sua rotina do vai e enrola no Acampamento, a vida de Wisteria parou de dar reviravoltas. Para ela, tudo se baseava em esforço: Ser tão proficiente com o martelo quanto seu pai. E desvendar o mistério do sumiço da mãe, uma mulher que tanto amou... E ainda ama. Afinal, ela não morreu... Não pode ter morrido. E era a mesmice de cada dia: Treino. Treino. Treino. Treino. Pra falar a verdade, Wisteria não deixou este lado de fora até hoje... Mas isso não importa. O que importa é: Wisty se meteu em encrenca com o Chalé de Hécate.
Sabe quando você fica com aquela curiosidade monstruosa dentro de si? A severa garota não costuma ser assim. Não costuma e não é... Mas para tudo, há uma excessão. Os misteriosos olhos e cabelos dos filhos e seguidores da deusa Hécate sempre fascinaram Wisteria. A magia é para a maioria algo confuso e incompreensível, mas muitos tem certa inclinação arcana para as artes mágicas, mesmo que nunca tenham visto uma ou mesmo que não sejam proles da deusa da magia. Mas certo dia, uma vontade quase tão indomável quanto a própria menina – Vinda de uma fonte desconhecida – tomou a garota, para que descobrisse mais. Era incontrolável, sem limites.
E Wisteria é uma garota sem rédeas, obedecendo as vontades de seu interior: em menos de algumas horas, ela deu um jeito de invadir o Chalé de Hécate e fuçar nas coisas dos seus integrantes. Mas a garota é um verdadeiro imã de azar (ou sorte...). Os seguidores e proles de Hécate pareciam saber da chegada da menina. Ela logo se viu prensada – Literalmente – contra a parede, sendo questionada com voracidade, e respondendo de igual maneira e verdadeiramente: o motivo foi curiosidade. Muitos ameaçaram a transfigurar em seres terríveis, esmaga-la sob a parede, queimá-la viva ou congelá-la no zero absoluto. Mas aquilo tudo só atiçava ainda mais a curiosidade da menina, transparecendo em seus olhos. Uma menina, de olhos verdes claros e surreais, se aproximou da menina, olhando no fundo dos olhos de Wisteria, e anunciou para todo o Chalé, surpreso:
-É o Chamado de Hécate. Ela deve se juntar a nós.
___☠ Narre o embate contra um monstro a sua escolha, podendo usar habilidades do grupo ao seu nível.
Sabe quando você sente que está sendo perseguida? Bom, é assim que eu me sinto. Não foi uma boa ideia me mandarem em uma missão fora do Acampamento, são 3 horas da manhã... Porque né, porr*! Já é suficientemente trabalhoso suar duro no Acampamento, e ainda me mandam pro México? PRO MÉXICO? Tantos lugares pra se mandar, me mandam pra uma cidade fim de mundo! Ah, sim... Meu objetivo é...
Achar a porr* de um pergaminho velho pra caralh*... Desculpe a boca, mas é que eu estou P da vida com isso. Eles têm dezenas, provavelmente centenas, de outros campistas para mandar em missão... E mandam a mim... A MIM! Não, não... Só pode ser palhaçada. Aquela desgraça do papel deve ter uns 1000 anos de idade, e eu nem fui informada para o que serve! Disseram simplesmente: “Não é nada importante, só um pergaminho velho que pode nos auxiliar um pouquinho aqui no Acampamento”. Se for tão importância, eu mereço saber, né?
Bom, eu cheguei lá de avião. Pelo menos, né? Bom, eu disse que era uma cidade fim de mundo... Na verdade, era a Cidade do México. Sim, uma das maiores cidades do México. Mas a minha missão ficava em um bairro chamado Coyoacán, que parecia meio que uma cidade a parte... Um lugar fim de mundo. Acho que é meu espírito Nova Iorquino falando aqui, mas o bando de casas velhas e lugares “xexelentos” me dava nos nervos.
Quíron tinha dito que não tinha ideia de onde ficava o pergaminho: no breu que estava a noite, seria complicado acha-lo. Talvez eu começasse por ali... Não, muito óbvio. Ou talvez... Ah, deixa pra lá. Só uma pitadinha de magia, e tudo vai dar certo (ou não). Certo, onde está aquele livro... Será que tá na mochila? Bom, tem que estar. É, graças a Zeus, ele está aqui.
Bom, eu não faço ideia de como se usa essa bagaça. Será que eu tenho que lançar essa carta? Ou será que tenho que fazer outra coisa? Vejamos se tem algo útil aqui... Santuário? Não, valeu. Aparição Inesperada? Isso me lembra de fantasmas. Passo. Identificar Terreno... Ei, isso aqui parece legal. Vou usar essa. Agora só preciso saber COMO usar.
Tentativa e erro é a chave. No caso, eu errei muito. Demais. Excessivamente. Demasiadamente. Tá, já entenderam. No final, a intuição venceu: o correto era segurar a carta e dizer seu nome. Oba, deu certo! Ai que tu-do! Toquei o chão, por intuição, e ali, era como se sentisse tudo: objetos, locais e... Passagens secretas? Mas como assim? Hmmm, isso é um pouquinho suspeito ou revelador. Vamos conferir.
A passagem vinha de um beco sem saída. Que raio de passagem é essa? Não tem espaço... Epa, ela vem... Mas como assim? Não, não. Que pessoa colocaria uma passagem secreta em uma lata de lixo, nessas que só vemos em becos? Bom, não custa tentar abrir...
Ugh. A passagem realmente... Existe. Com escadarias e tudo mais.
Um lance de escadas elegante se erguia pela lata de lixo, que agora parecia bem maior do que antes. Se o pergaminho estivesse lá dentro, eu ia descobrir log... AHHHHHH! NÃO, NÃO! O QUE QUE É ISSO?
Eu fui erguida no ar... Por garras?! Olho pra cima e vejo... Um demônio. Do sexo feminino, era visível. Suas garras arroxeadas e seu rosto belo... Asas de morcego, corpo escultural... É, acho que é um monstro. Mereço um Prêmio Nobel por isso, admitam.
Uma Súcubo. Sim, eu tenho certeza de que é uma... Não pode ser outro monstro. Quando ela percebe que estou olhando, vocifera:
-Você só vai se espatifar no asfalto em uma altura de uns 300 metros! Pare de me olhar com essa cara! – Nossa, só? Estou me sentindo lisonjeada por uma morte tão honrosa.
Estávamos subindo cada vez mais... Aquilo estava me dando vertigem. Não podia ficar ali parada, olhando... Mas, sinceramente, o que eu vou fazer? Se usar meu martelo ou escudo, posso me atrapalhar toda: então, vamos voltar a Idade da Pedra, usando mãos e dentes! Com voracidade, finjo que os pés da Súcubo são cheeseburguers suculentos, pingando gordura e com molho extra, coisa que não temos no Acampamento e que eu não vejo faz muito tempo... Em uma bocada só, eu mordo-a com voracidade, como se estivesse faminta... O que eu realmente estou.
Ela grita em agonia e me solta. Estou caindo... Weee! Gerônimo! E agora, o que eu faço? Não pensei nessa parte antes... Que maravilha! Bom, deve ter alguma coisa que eu possa fazer. E se não tiver, vou para o Tártaro queimar alegremente nas chamas enquanto sofro eternamente. Que futuro agradável! Mas acho que prefiro viver mais um pouquinho. Deve ter algo por aqui... Hm... As cartas! É difícil abrir um livro no meio de uma queda, mas quando estamos morrendo, as coisas mais estranhas acontecem.
Identificar Terreno... Aparição Ines... Não vou ficar lendo o nome completo delas! Hm... Falta uma... Ah, achei! Olhe só: Santuário. Não faço ideia do que ela faz, mas meu instinto de sobrevivência me diz que é o que eu posso tentar, porque eu estou apenas a... 50 metros do chão! VAI, VAI! SANTUÁRIO, PORR*!
Como explicar o que aconteceu a seguir? Fui tudo muito confuso. Pra mim, não passou de um borrão... O que importa: Eu não morri. Nem mesmo um arranhão! Só estou com um gosto podre na boca... Sangue de monstro. Ótimo: não é agora que vou conhecer a foice de Thanatos. Talvez daqui a alguns segundos, mas agora, não, obrigada.
Aparentemente, a carta Santuário tinha o incrível efeito de criar 7 anéis mágicos rúnicos de energia, que giravam e me protegiam como um domo, preso ao chão... Hmm, daí o nome Santuário. Nossa, sou genial! Tenham inveja, queridos. Desta forma, a queda não me causou dano algum, tampouco a Súcubo que ataca freneticamente o escu... Não, espera...
Súcubo atacando o escudo? Ah, que ser desagradável! Podia ter ido embora, já... Mas não, pra que? Vamos atazanar a Wisteria! Os ataques não surtiam efeito... Bom, agora sim... SOU INVENCÍVEL! Súcubo de merd*! Pego meu pingente de martelo, que logo se expande em minha mão. O peso ideal aparece em minhas mãos: não tão pesado, não tão leve. Limpo o sangue podre da minha boca com as costas da minha mão e digo, com um olhar ameaçador àquele monstro nauseabundo:
-Quer provar a sensação de virar pó e conhecer o Tártaro? Eu garanto que...
A Súcubo estava presa a minha conversa. Geralmente esses seres burros ficam esperando terminarmos de falar para começar seu ataque... Que idiota! Enquanto avançava lentamente, ela mal notou que eu estava me preparando para atacar. Continuo:
-...só vai doer um pouquinho tá bom? Então não se... TOMA, SUA VADI* DOS INFERNOS! – Acho que não preciso explicitar o que fiz, não é? Só vamos dizer que ela teve toda sua cara horrorosamente bela deformada, enquanto virava pó. A bruxa repugnante grita:
-Corram, minhas filhas! Essa menina tem a benção de Hécate! – Este foi o último grito dela. Coitadinha. Só que não. É meio estranho eu ter feito a Súcubo praticamente se distrair por completo... O que será que eu... Ahhh. Acho que usei magia sem nem saber.
Da lata de lixo, um pouco distante de mim, agora, saiam... Mais Súcubos. Provavelmente filhas da megera que acabou de tentar me matar. Elas voavam como morcegos desesperados... Ainda bem que não entrei ali, santo Zeus. Mas, agora eu vou completar minha missão, com licença.
Descendo as escadarias, me encontro em uma câmara circular e muito espaçosa, ornamentada e antiga. Parece uma mistura mexicana e grega de câmara. Havia... Restos mortais comidos pela metade por todo o local, provavelmente deixados pelas morcegas velhas. No centro de tudo, havia um pergaminho... Ah, aquele mesmo. Os demônios estavam guardando o pergaminho, que eu não sabia para o que servia, nem o porquê de estar sendo guardado. Mas, duas coisas eram fato: aquele papel era importante e aquela câmara não cheirava nada bem. Juntando as duas coisas, significa que eu preciso sair logo daqui e devolver o pergaminho.
Para o que serve o pergaminho? Provavelmente expurgar demônios. Como eu sei disso? Estava escrito no pedestal aonde o peguei. Porque estava sendo guardado justamente pelos seres que deveriam temê-lo? Não faço ideia. Só sei que..
Eu caí. Ou melhor, tropecei... Em uma perna de burro. Porr*, quem traz a bost* de um burro no meio da rua às 4 da manhã? Ninguém e... Pera... Opa. Tarde demais. Garras rasgam e arranham cruelmente minhas faces. Surpresa, me afasto o mais rápido que consigo: Uma Empousa! Mas como... Porque? Antes que eu pudesse dizer “Adoro batatas”, o monstro já estava vociferando sobre mim, tentando arrancar o pergaminho de minhas mãos:
-Vamos, garota fujona! Me entregue já este pergaminho! Eu fui busca-lo e não o achei... E está nestas suas mãos sujas!
Eu não esperava ter que usar novamente isso... Mas agora que eu sei como se faz, vou usar novamente. Sinto-me esquisita... Cansada. Sinal de que está funcionando. Olhando em meus olhos, vejo que a Empousa está diferente: pensativa? Ou um pouco mais distraída? De toda forma, os efeitos foram mais promissores quando usadas na morcega velha-chefe, digo, Súcubo. Seu aperto afrouxa um pouco, o que permite que eu a golpeie traiçoeiramente com a minha perna em um lugar meio... Sensível. Se é que me entende. Ela me solta, e desta forma, com o pergaminho ainda em mãos, vou para a direita e saco meu martelo. Chuto-a novamente, e ela cai no chão. Eu poderia esmaga-la ali mesmo, mas lembro-me do que ela disse: ela foi à câmara! As Súcubos estavam guardando o pergaminho para a cretina daquela vampira de farmácia! Mas o porque disso? E ela era uma seguidora de Hécate, por que me atacou? Faço tais perguntas à ela, que me responde, vociferando:
-Sua maldita... Eu sigo às ordens do mestre, não aquela feiticeira sem noção da Hécate! O pergaminho facilitaria a submissão de demônios para nossa causa! Eu fui diretamente encarregada de cuidar dele e busca-lo... Mas vocês, meios-sangues, cretinos como são, devem ter suspeitado de algo!
Faço a pergunta óbvia:
-Quem é seu mestre?
Ela ri diabolicamente:
-Irá descobrir em breve. Não é um pergaminho que vai parar nossos planos! – E o que ela faz a seguir, me choca.
Ela se matou. Puff. Virou pó, fincando as próprias garras em seu coração. O que a levou a fazer tal ação, quem era seu mestre e que causa era essa, eu demoraria um pouco mais à saber. Mas cumpri meu objetivo. Machucada? Confusa? Um tiquinho traumatizada? Talvez. Mas cumpri a minha parte. E com muitas novidades que Quíron vai adorar saber...

Poderes Utilizados:
☠ Olhar da Penitencia I {Nível Três}: Não é exatamente um olhar que pune as pessoas ou as deixa pensativas. Você apenas encontrou um meio magico de deixar a pessoa pessimista e se achando quase culpada. Isso a distrai em um embate. Apenas inimigos mais fracos caem totalmente nessa, os de nível igual ou superior podem ficar apenas analisando por um turno.
• Santuário {Nível Um}: Uma energia roxa emerge do chão em um raio de três metros do usuário, onde nenhum ataque - exceto provenientes de armadilhas que existiam antes da magia ser ativada - podem ferir aqueles que estão em seu interior a menos que estes comecem o ataque. Quantidade de Utilizações por Missão: 3 vezes

Armas Utilizadas:
Martelo Sagrado – Martelo de Bronze Celestial. Quando o filho de Hefesto o usar, vai ser do peso ideal para ele, e quando o inimigo o sentir, ele vai pesar muito, provavelmente mais de 50 quilos. Usado tanto na forja, aonde é preciso e eficaz, quanto na batalha, aonde tem iguais qualidades. 1x por ocasião, ele se envolve em um fogo sagrado, que queima os atingidos retirando 15% do seu HP por 2 rodadas, queimando até mesmo na água, mas não fere mortais (embora não seja fogo grego). Fora de combate, se torna uma corrente com um pingente de um martelo em chamas. [Item Obrigatório]
☠ Magic Deck {Se apresenta na forma de um velho grimório trancado com uma chave que apenas o Bruxo tem e pode manejar. Quando aberto, revela um conjunto de 10 cartas que realizarão magias de inicio, mas estas poderão depois ser compradas na loja de artigos mágicos ou dadas a eles por um filho de Hécate.} [By Hécate]
Escudo de Carga – Escudo de bronze e prata celestial, encantado da mesma forma que o martelo: leve para você, pesado para eles. Mede 40 cm, redondo, com um desenho bem trabalhado de um martelo envolto em fogo. É quase indestrutível, já que veio direto das forjas do próprio Hefesto. É feito para defesa de qualquer tipo de ataque, sendo resistente até mesmo contra ataques mágicos, embora haja melhor contra ataques físicos e como carga, para bater em seus inimigos em uma forma de ataque. Fora de combate tem a forma de uma medalhão vermelho, colocado em uma corrente de ouro.[Item Opcional]

___☠ Narre uma situação onde seria IMPOSSÍVEL sair sem recorrer à magia.
Não obstante sofrer na missão em Coyoacán, desta vez eu saí do Acampamento por vontade própria. Motivo? Achar talvez a única pessoa que eu tenha amado de verdade neste mundo.
Minha mãe.
Ela está viva... Eu sinto... Sinto que estou na trilha certa! Estou ávida por acha-la... Destino: Forte Durmstrong. Que raio de nome, não significa nada com nada... Mas deixando de lá o infeliz que deu o nome a este forte, o que importa: O Barão Ellore supostamente mora lá. Ah, acho que ainda não contei nada sobre ele... Bom, vamos lá.
Quando ganhei o Campeonato de Xadrez de NY pela segunda vez, um homem misterioso, até de aspecto vampiresco, arrisco dizer, visitou nossa humilde casa. Se é que posso chamar aquilo de casa... Enfim, tal homem se denominou Barão Ellore, um rico homem inglês ( o que denunciava seu sotaque peculiar ). Educadamente, ele informou a mim e a minha mãe, que tentava achar um pouco de chá na cozinha, que eu tinha ganhado o intercâmbio para Paris. Um homem generoso, certamente... Mas analisando mais profundamente, agora eu percebo que foi um presente grego, foi uma maldição disfarçada de benção. Embora na França eu tenha conhecido minha única amiga, foi posta a prova contra criaturas horripilantes praticamente toda noite, mais do que em NY. Agora eu vejo isso como uma prova de minha burrice e ingenuidade. O cheiro leve e quase imperceptível de enxofre que o homem me marcam até hoje a memória: afinal, como não esquecer o homem que fez com que eu ficasse fora, enquanto minha mãe era sequestrada?
Contudo, me lembro de algo que aquele senhor deixou escapar: que a vida no Forte Durmstrong era muito monótona e que por tal motivo, veio passar alguns poucos meses em Nova Iorque. Considerando que ele veio da Inglaterra, não demorou muito para que, pesquisando, eu conseguisse achar o tal Forte Durmstrong. Era um lugar realmente muito antigo, mas não tinha cara de ser a moradia de alguém... Aquele senhor tinha modos muito estranhos. Mas era minha única e mais fiel pista.
E agora, com ajuda do Acampamento, eu consegui chegar até aqui, na Inglaterra. O Forte Durmstrong não recebe turistas a uns 10 anos: não é hoje que alguns desses desnaturados mortais vão me incomodar. Mas também... Quem gostaria de visitar aquilo? Não demorou muito pra achar o tal Forte, perguntando em um vilarejo mais chato ainda. Segundo os aldeões, era um lugar “chato, sem graça, de mau cheiro e com um ex-morador muito excêntrico”. Ex-morador? Excelente. Perdi minha presa. Mas ainda assim, o local pode conter uma ou duas pistas valiosas.
A pedra desgastada pelo tempo não faziam uma fachada bonita. Consegui, a muito custo, adentrar o local empurrando aquelas portas de madeira podre. O cheiro de mofo quase me causou câncer, sério! Que lugar terrível, pelo amor de Zeus! Devo ter visto uns 4 ou 5 ratos, um número quase que infinito de teias de aranha e alguns poucos objetos sem valor, empoeirados, como porta-joias (sem nada dentro), caixas velhas e afins. Nada de interessante na cozinha, saguão, sala, corredor, quartos. Só faltou um lugar... Portas duplas se erguiam para um lugar grandioso. Quem não arrisca, não petisca. Mas aquele lugar sim inspirava poder. É a minha única chance.
Trancado. Bom sinal.
Com o martelo, abro caminho perante madeira estilhaçada do que já foi uma porta, agora. Uma biblioteca: sem nada faltando. Livros e mais livros se erguiam em uma espécie de caos organizado. Era o maior cômodo da casa... Uau! O Barão Ellore parecia gostar mesmo de livros. Sob uma mesa grande, havia pergaminhos e mais pergaminhos: algo suspeito, pois não havia outros pergaminhos pelo pequeno castelo, apenas livros, mesmo que antigos. E ainda mais suspeito: eram escritos em grego antigo. Certo, agora sim, posso dizer com total certeza que o Barão Ellore não é um mortal. Melhor que eu olhe mais atentamente estes papéis... Vejamos...
Eu quase desmaiei.
Sob dezenas de pergaminhos, se erguia, visivelmente, um plano ardiloso: uma mulher muito bem desenhada, morta e com as entranhas abertas, sob um pedestal negro, em um ritual que muito me pareceu magia negra. E o pior, é que a garota não era eu. Era minha mãe. Não obstante, com uma visão mais detalhada, via-se uma garota oculta nas sombras, com uma foice em mãos, parecida com a mulher morta.
Era eu. O que significava aquilo? Meu coração batia tão rápido quanto um metrônomo... Não, não... O que... O que era... Eu começo a chorar. Se for o que penso... Não aguento e desabo. Não, não, não... Eu não sei exatamente o que se trata, mas sei de uma coisa: O Barão Ellore estará morto se aparecer na minha frente.
Mas eu não tive muito tempo adicional para chorar, pois barulhos de rochas ruindo e rachaduras começaram a aparecer por toda a parte. Poeira começa a sair. Como? As paredes estavam em estado velho e gasto, mas não estavam a ponto de ruir! O destino sempre me pregou peças: mas essa não era uma brincadeirinha boba. Eu precisava sair dali, e naquela hora. Pulo os restos da porta, mas uivo de dor e caio no chão. Uma farpa penetrou minha coxa! E não me refiro a uma farpinha que entra na nossa unha e incomoda, pois dessa vez, era uma farpa com mais de 20cm de altura, e da grossura, pretendo nem dizer, só sei que doeu demais. Eu praticamente não conseguia andar: e pedras do tamanho da minha cabeça já começaram a cair. Eu precisava fazer algo, e logo.
Tendo pelo menos o conhecimento básico do que cada carta mágica fazia, abro o livro em minha bolsa... Ah, cadê? Caralh*, quando a gente quer alguma coisa, ela não aparece, é brincadeira! Ah, achei. Santuário... Ok, vamos lá:
-Ok, vamos lá, cartinha linda... Santuário!
Um domo protetor, com 7 anéis girando em alta velocidade ergue-se acima do meu corpo. Estou fraca, tanto de alma, quanto de corpo: cansada, ferida, sem ânimo, enfraquecida de espírito. Estou perdendo as esperanças, estou perdendo a vontade de viver...
-Não! Hécate, Hefesto... Todos os deuses... Me ajudem! – Eu exclamo, com um resto das minhas forças. Não surte nenhum efeito visível... Mas quer saber? FOD*-SE OS DEUSES! Eu sou Wisteria Campbell! FOD*-SE TODO MUNDO! FARPA FILHA DUMA PUT*, VAI PRO MEIO DO TÁRTARO!
Pedras caem, o castelo ruiu. Eu morreria, não fosse a magia... Hécate, devo minha vida à você. Quando as pedras param de cair, estou totalmente protegida pelo Santuário. Tirando a farpa da minha coxa e animando meu espírito, consigo sair das ruínas. Alguém tentou planejar minha morte, mas falhou.
Ergo-me nos resquícios do Forte, como um sol nascente e glorioso. A muito custo voltarei ao Acampamento... Mas enquanto tiver Hécate ao meu lado, não perecerei. Ela é minha guia. Ela é minha mãe.
Ela é minha deusa.

Habilidades Usadas:
• Santuário {Nível Um}: Uma energia roxa emerge do chão em um raio de três metros do usuário, onde nenhum ataque - exceto provenientes de armadilhas que existiam antes da magia ser ativada - podem ferir aqueles que estão em seu interior a menos que estes comecem o ataque. Quantidade de Utilizações por Missão: 3 vezes

Armas Utilizadas:
Martelo Sagrado – Martelo de Bronze Celestial. Quando o filho de Hefesto o usar, vai ser do peso ideal para ele, e quando o inimigo o sentir, ele vai pesar muito, provavelmente mais de 50 quilos. Usado tanto na forja, aonde é preciso e eficaz, quanto na batalha, aonde tem iguais qualidades. 1x por ocasião, ele se envolve em um fogo sagrado, que queima os atingidos retirando 15% do seu HP por 2 rodadas, queimando até mesmo na água, mas não fere mortais (embora não seja fogo grego). Fora de combate, se torna uma corrente com um pingente de um martelo em chamas. [Item Obrigatório]
☠ Magic Deck {Se apresenta na forma de um velho grimório trancado com uma chave que apenas o Bruxo tem e pode manejar. Quando aberto, revela um conjunto de 10 cartas que realizarão magias de inicio, mas estas poderão depois ser compradas na loja de artigos mágicos ou dadas a eles por um filho de Hécate.} [By Hécate]
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"Enquanto tiver a Magia e a Ciência ao meu dispôr, não perecerei. Acho que sou uma força a ser considerada, não é mesmo?"
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Re: Teste para Bruxos de Hécate

Mensagem por Hécate em Sex 29 Nov - 17:22



The Warlock!
Avaliações e Respostas. 



Wisteria, querida, gostei de seu teste. Envolvente, divertido... Faltou explosões, amo explosões... Realmente, seu avanço não pode ser negado. Não notei erros de português, foi de fácil entendimento e todas as solicitações cumpridas. Está APROVADA, Bruxa de Hécate.


~tsc~

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Hécate


I have died every day waiting for you... Darling don't be afraid, I have loved you for a thousand years. I'll love you for a thousand more


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Hécate

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