Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

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Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

Mensagem por Hades em Qui 21 Nov - 18:16



terror no jantar!



 Aquela noite no Acampamento Meio-Sangue não estava sendo muito boa. O caos estava reinando nos domínios do velho centauro imortal Quíron, e o sr. D havia dado mais uma de suas "escapadas" do Acampamento para poder ir a algumas festas e se encontrar com outros deuses, o que ele não poderia fazer mais no Acampamento por conta da segurança dos campistas.
__Katherine estava no chalé de Afrodite, olhando para as paredes e aguardando a hora de seus irmãos mais velhos fazerem a fila para o Chalé Dez ir para o refeitório. Quando Markus e Emma chamaram, a garota seguiu com seus irmãos para o grande local perto da fogueira onde os campistas almoçavam e jantavam.
__A bagunça de sempre, com o pessoal do chalé de Hermes pregando peças nos membros de outros chalés, os filhos de Ares arrumando briga com os de Atena, os filhos de Hefesto inquietos e os de Dionísio "alegres" demais.
__Indo para a sua mesa, Katherine deu uma ligeira olhada no bosque do acampamento. Viu um grupo de mulheres, ninfas, talvez, adentrando o bosque com tochas e rindo feito loucas. De repente, alguns semideuses começam a ir para lá, homens, mulheres e crianças estavam sendo atraídos pelas mulheres e, ao tentar falar com alguém de seu chalé sobre o acontecimento, recebeu apenas um "você está tendo alucinações" e "filhos de Hécate andam encantando os campistas há algum tempo já". Mas Katherine sabia que o que estava vendo era real. "Elas são seguidoras de Dionísio. Infiltraram-se no Acampamento a procura do deus e agora que não o acharam, estão encantando e embebedando os semideuses que encontram pela frente, para depois matá-los. Você precisa detê-las, e rápido!", gritou uma voz em sua cabeça. Ela reconhecia aquela voz... O próprio sr. D, talvez, ou algum outro deus com uma voz melodiosa e galanteadora, como Apolo ou Eros, seu irmão. Seguindo sua intuição e a voz em sua cabeça, Katherine seguiu em direção do bosque, sem nem sequer falar com os seus meio-irmãos.
__Ao chegar ao início do bosque, olhando em uma das árvores, Katherine viu que duas armas {deixe em spoiler quais armas viu} suas, que foram presentes de sua mãe, Afrodite, e as pegou. Ela iria enfrentar as seguidoras de Dionísio e trazer a paz de volta ao Acampamento custasse o que custar.





com: katherine, semideuses, monstros
onde:refeitório
ouvindo: don't tell me
notas: boa-sorte :3
post: 001



observações

4 dias para postagem mínimo de 1.000 palavras conte como derrotou as Mênades sem utilizar a força, só com estratégias - afinal, um contato direto de força entre as Mênades e semideuses de nível baixo é uma coisa fatal para os semideuses -, como elas controlaram os semideuses para que eles a ataquem e como você levou-os de volta para o Acampamento, à salvo pelo menos você tem que enfrentar três semideuses em combate direto um monstro DEVERÁ aparecer e ser derrotado por ti boa-sorte :3
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Re: Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

Mensagem por Katherine W. Alth em Seg 2 Dez - 9:50

Já estava começando a anoitecer quando percebi como o dia tinha passado depressa ao lado de Gilan, estávamos no Anfiteatro conversando até que nos beijamos e começamos a namorar. Vocês devem se perguntar, um prole de Hécate e uma filha de Afrodite namorando? Eu sei que parece estranho, porém o amor não tem fronteiras.
Faltavam algumas horas para o jantar e nós ainda estávamos ali, então ele segurou a minha mão e se levantou me conduzindo com um leve sorriso no rosto para fora do Anfiteatro, respondi-lhe com um outro sorriso e começei a subir as escadas, enquanto isso pensava "Este dia não tem mais como me surpreender", óbvio que estava errada. Quando saímos do local uma mênade passou por nós e fixou bem o olhar em mim e derrepente tudo se apagou.
Abri os olhos ouvindo os gritos de Gilan "Acorde Kath! Não quero lhe perder.",olhei para ele com o olhar embassado:
-Está bem?
Disse ele com um tom de preocupação.
-Sim...
Respondi um pouco tonta ainda, ele me ajudou a levantar e me direcionou ao meu Chalé. Iria me deixar lá para poder me lavar e ir ao jantar com os meus irmãos, enfrente ao Chalé X ele me beijou na testa e se despediu.
Entrei no Chalé de Afrodite e cumprimentei Emma, Markus e Sky que estavam quase prontos para o jantar, então peguei a blusa laranja do Acampamento, uma calça jeans preta e um tênis All Star branco, e entrei no banheiro para tomar banho.
Ao terminar o banho me vesti e passei um perfume francês e me maquiei com um leve batom vermelho, fizemos a fila para o jantar e quando chegamos a mesa eu arrisquei dar uma ligeira olhada para o bosque e vi um grupo de garotas seguidas por alguns semideuses adentrando o bosque, elas tinham tochas nas mãos e riam feito loucas.
-Markus, há pessoas entrando no bosque que nem loucos.
Disse tentando alertá-lo até que percebi o desaparecimento do sr. D. e percebi que algo estava muito errado.
-São alucinações, filhos de Hécate andam encantando campistas.
Ele disse sem ter nenhuma preocupação, eu tendo alucinações?? Sabia que aquilo era real. Então uma voz  veio na minha cabeça dizendo: "Elas são seguidoras de Dionísio. Infiltraram-se no Acampamento a procura do deus e agora que não o acharam, estão encantando e embebedando os semideuses que encontram pela frente, para depois matá-los. Você precisa detê-las, e rápido!" Olhei para a mesa de Hécate e fiz um sinal para Gilan vir comigo.
Parece que preferimos não falar nada por um tempo enquanto andávamos. Não sabia o quanto os outros podiam ouvir e preferi manter o segredo de nossa saída repentina, apesar de pré-supor que a maioria iria interpretar errado. Quase na entrada da floresta ele olhou para mim e depois olhou para a orla da floresta de novo. Assobiei para chamar Lilly, a minha unicórnia, afinal os seus poderes poderiam ser bem úteis.
─ As garotas... Será que estavam com aquela que vimos mais cedo?
A voz dele voz saiu baixa, em um quase sussurro. Seguimos para a floresta ocupados demais para nos lembrarmos de um principio básico: não se entra naquela maldita floresta sem armas. Na orla da floresta, porém, estavam os nossos itens. Ele ajoelhou no chão e pegou os artefatos dele, passando as minhas para mim e sempre sorrindo. Levantou e olhou para a floresta. Ele retirou o anel do dedo e deu alguns passos na direção da floresta. Mal havíamos entrado e o primeiro campista apareceu. Ou melhor: a primeira. Wisteria de Hefesto. Ele revirou os olhos e eu esperava que ela não estivesse com aquele grupo super feliz e agitado de antes. Mas alguma coisa no olhar dela deixava claro que ela estava sim com o grupo.
─ Wis...
Antes que terminássemos a falar em uníssono. Essa não poderia ser a Wisty, minha melhor amiga. Estava quase caindo aos prantos quando ela avançou brandindo o martelo em nossa direção. Na verdade, ela parecia querer ATACAR O GILAN. Recebi um olhar preocupado e entendi o motivo do olhar. Mandei que Lilly ficasse quieta e enquanto isso preparei uma flecha e ele recuou alguns passos para não dar cobertura a semideusa. Sem pensar disparei uma flecha e Gilan fez um movimento com a mão, talvez para invocar alguma magia. Agora que percebi o que Gilan fez, fiquei um pouco assustada, eram ESPINHOS! Eram cerca de oito espinhos e ele deveria ter gastado o máximo de energia  possível, pois tinha cambaleado um pouco. Iria ferí-la um pouco, mas duvido que fosse o suficiente para matá-la. A campista gritou e avançou de novo porém em direção ao Gilan, desta vez, ele apenas virou de lado e o golpe pegou em seu ombro. Ela era mais forte do que eu esperava. Um grito saiu de sua boca e sua arma foi deixada cair, colocando a mão no ombro. Olhei para ele mandei que recuasse um passo, então decidi usar o arco como uma espécie de porrete e o bati pouco atrás da orelha da Wisty para fazê-la desmaiar, o que não teu muito certo. Além de fortes, filhos do deus da metalúrgica costumavam ser resistentes. Gilan aproveitou para fazer um esfera de terra e jogar contra ela ao mesmo tempo que falava para mim.
─ Saia de trás!
Enfiei mais uma flecha no arco e então saí de trás da Wisty. A esfera incapacitou a garota de estar no combate. Ajudei-o a se ajeitar ainda com ele reclamando do ombro e pegando o cajado no chão. Fui até a minha amiga, agora imobilizada e disse em um sussurro com uma lágrima saindo do meu olho:
-Me desculpe por tudo que te fiz...
Minha voz falhou ao ouvir um barulho de galho se quebrando, então olhei para a floresta e vi um garoto passando por lá, ele irradiava medo e foi por isso que deduzi que era um filho de Hades.
-Lilly, cure o braço de Gilan e logo continuaremos.
Então após Gilan estar em um estado melhor adentramos mais a fundo o local, deviam ter passado uns cinco minutos quando nosso monstro apareceu. Era um Escorpião enorme e seus olhos estavam fixados em Lilly. Não poderia deixá-la ser morta por um monstro e então fiz um sinal para Gilan cuidar dela enquanto eu enfrentava essa fera. Afinal era para esses bichos que treinávamos, e queria ver até onde ia o meu limite. Preparei uma flecha de prata divino no meu arco e a disparei contra o monstro, porém o seu casco era forte e a flecha simplesmente rebateu, ele preparou a pinça para atacar e por alguns centímetros não fui acertada. Teria que encontrar o ponto fraco daquele bicho, uma ideia repentina e louca apareceu em minha cabeça "Corte as árvores ao redor do monstro com seu poder de aumentar as unhas", era maluca e infelizmente era uma boa estratégia. Enquanto calculava a estratégia o monstro atacou novamente e desta vez ele me acerou em cheio, fui arrastada até a copa de uma árvore pelo seu abdome. Pelo canto do olho vi Lillly impedindo que Gilan viesse me ajudar e então percebi algo, tinha uma fissura no lado direito do encefalotórax do bicho, era a minha chance de derrotá-lo. Já cansada e com muitos arranhões pelo corpo preparei uma flecha tóxica no arco e então atirei, a flecha penetrou na fera e a enfraqueceu, porém sem matá-la. Aproveitando o momento mandei Gilan e Lilly irem para o outro lado do monstro e concentrei no poder em que minhas unhas crescem podendo cortar madeira. Ao ver elas aumentando, cortei quatro árvores pela metade confeccionando um quadrado em volta do monstro e então ordenei que Gilan incendiasse os troncos com sua magia e foi o que ele fez. Foi rumo a eles mancando e bem suja.
-Um a menos...
Eu já estava ficando realmente irritada de estarmos andando pela floresta a procura das malditas mênades e sendo atacados por uma semideusa que não conseguiam resistir ao controle delas e a um Escorpião. Estávamos um pouco mais fundo na floresta como outro campista. Era um rapaz de cabelos cor de mel, olhos azuis e pele pálida e, depois, percebi ser um pouco fria. Tinha o mesmo olhar que a Wisty e deu uma risada como se enlouquecido. Mas, espere, ele estava mesmo...
Antes de esperar que ele nos atacasse, Gilan me colocou meio para trás e estendeu o braço bom na direção dele, junto ao cajado. Ele sussurrou algo, talvez um encantamento, de forma espontânea. Seja o que for, dois "tentáculos" de fogo saíram de sua mão e a orbe do cajado emitiu uma luz roxa suave. Ele estava posicionado para dar meia cobertura a mim, mas ao mesmo tempo permitia que eu realizasse meus ataques. As esferas flamejantes não causaram muito dano, mas as minhas flechas de Ouro Imperial foram encobertas pela luz pelo menos. Ele deu alguns passos para frente e a temperatura caiu um pouco. Era uma habilidade qualquer dos filhos de Quione, não sei. Ele também ativou os braceletes, que viraram adagas. O primeiro ataque foi dirigido a mim. Se o prole de Hécate não estivesse me dando cobertura, poderia ter sido pega pelo ataque. Acho que qualquer um teria notado que não fiquei muito animada com isso. Como ele estava mais próximo agora que tentara golpear-me, não foi difícil para Gilan obrigá-lo a entrar no corpo a corpo e dar as costas para mim. Esperava que ele não o machucasse. Uma ou duas vezes, ele se voltou para mim, realmente. Mas Gilan aproveitava essas vezes para golpeá-lo pelas costas. Parecia que Gilan iria desistir do ataque corpo a corpo e voltar para as suas magias. Nossa como estava esfriando com a companhia daaquele filhos das neves! Basicamente, Gilan usou o braço "incapaz" para segurar a gola da blusa do prole de Quione e dar uma pancada com o cajado rumo ao queixo dele. Obviamente, isso não impediu que ele golpeasse Gilan, mas deu tempo dele tomar uma flecha de prata minha nos biceps e soltar uma das adagas. Dei o último golpe para deixá-lo inconsciente e Gilan se deixou cair no chão, cansado.
─ Cinco minutos, por favor...
Realmente precisávamos daqueles cinco minutos, quase morri duas vezes só na floresta, combatendo o Escorpião e quase congelando com a presença do filhos de Quione. Agora que paramos um pouco, percebi que minhas unhas tinham voltado ao normal. Ele sorriu para mim e disse:
─ Vamos, querida. Tudo isso terminará em breve, você verá. Ficará tudo bem para nós.
Ele estava tentando ser otimista e deixar-me mais animada. Qualquer um ficaria abalado em uma floresta com campistas loucos e monstros vindos de lugares muito suspeitos e pouco prováveis, não?
─ Que acabará em breve, eu concordo. Mas se ficará para vocês, eu já não sei.
Olhamos para a direção da voz e lá estava o suposto filho de Hades. Senti a mão sendo tocada com um leve aperto. Já estava virando um padrão os inimigos começarem a encrenca antes de nós. Mas dessa vez o alvo foi Lilly. Ele olhou para mim e eu definitivamente não fiquei nem um pouco animada com isso.  O prole de Hades atacou o dorso de Lilly com sua espada de ferro estígio, ela cambaleou e quase caiu quando um ódio penetrou em mim, e ataquei-o com minhas unhas gigantes que cresceram novamente, porém o meu ataque não funcionou como eu esperava, levei um ataque nas costas e fui parar ao lado de Lilly também machucada. Por sorte não levei o último ataque dele, por Gilan lançar um jato d'água nos olhos dele. Gilan postou-se entre mim e o prole  de Hades.
─ Lilly, cure-a... Por favor.
Foi isso o que ela fez, me curou com o seu chifre, porém estava muito cansada e fraca, precisava protegê-la custasse o que custar. O cajado foi transformado em foice. Nenhuma palavra precisou ser dita, nenhuma ofensa foi trocada. O silencio era quase absoluto, exceto por sons de armas colidindo ou magias sendo executadas. O ambiente estava pouco mais caótico do que antes. Pedras e terra deslocadas, sangue, arbustos ou árvores chamuscados, folhas sendo levadas pelo vento, coisas molhadas. Era difícil ocultar a passagem de alguém por ali, ainda mais difícil disfarçar que houvera um combate. Ele era um pouco mais experiente e mais forte, porém a magia magia de Gilan lhe dava certa cobertura que as habilidades dele ainda não lhe davam.
O que Lilly havia curado nela, já tinha voltado com quase força total. Voltara a ficar machucado. Ele ia atacá-lo novamente se eu não tivesse abraçado ele por trás, o que lhe fez parar. Uma das minhas mãos foi tocada com a ponta dos dedos. A foice voltou a forma de cajado e eu o apertei um pouco mais.
─ Desculpe... Perdi o controle.
Ele realmente perdeu o controle, se não fosse por mim o prole de Hades já estaria no Mundo Inferior. Estava muito preocupada com Lilly, ela se machucara no combate e não conseguiria mais nos ajudar. Por isso pedi para ela voltar aos Estábulos e tentar chamar a atenção de alguém para poder resgatar os campistas que antes desorientamos. Senti um culpa por dentro quando a vi indo ao local que disse . Ela se machucou e foi... Por minha causa. Gilan me deu um beijo e mandou eu ficar ali, ele era tão corajoso.
Estava lá sozinha quando ouvi um grende estrondo vindo do lugar onde Gilan fora, fiquei muito preocupada e relutantemente resolvi ir até lá. Mesmo antes de chegar ouvi vários barulhos, como um coro e o crepitar do fogo. Algo sério estava  realmente acontecendo às mãos de Gilan.
Já estava de noite e torci para que os poderes de Gilan ficassem melhores, algo que ele me contou sobre ser prole de Hécate. Uma luz apareceu com enorme intensidade e era do mesmo local aonde estava indo!!! Preciso ajudá-lo agora mesmo.
Quando cheguei vi um campo de batalha e "apaguei". Me sentia fora do meu corpo, eu não controlava mais ele! E então me deparei com Gilann nas sombras. Ele estendi a mão na minha direção. Sentia-me muito estranha, pensava em fazer algo e meu corpo fazia outra coisa. Eu só podia estar controlada pelas mênades, mas como? Percebi que era o mesmo sentimento quando aquela menina ruiva fixou os olhos em mim... Estava tonta, confusa, e tentava matar o Gilan com as minhas próprias mãos!
─ TENTEM DESCONCENTRÁ-LAS!
Foi o que ele disse, e reutantemente corri emsua direção para tentar matá-lo. De repente um pequeno pedaço de terra se ergueu na altura dos meus joelhos. Não tinha mais que cinco centímetros de largura, porém foi  o suficiente para derrubar-me e desacordar-me.
Quando abri os olhos novamente vi Gilan ao meu lado com uma expressão de preocupação. Levantei-me com um pouco de esforço, a terra já tinha se afastado dos meus joelhos e foi por isso que consegui me mover em direção a um buraco. Ouvi passos atrás de mim, provavelmente do prole de Hécate, e continuei andando até me depararr com mênades soterradas. Que diabos aconteceram enquando estava desacordada? Então percebi um leve brilho no canto do buraco ao lado da mão de uma das mênades. Quando cheguei mais perto percebi que era um anel, um lindo anel com uma safira no centro. Ela era perfeita, mas eu não poderia pegá-la...Seria roubo. Gilan encostou nos meus ombros e olhei para ele, estava tão feliz por conseguirmos. Uma onda de liderança encheu os meus pulmões e então disse:
-Semideuses e semideusas, sigam-me para voltarmos ao Reifeitório.
E foi isso que todos fizeram, fui na frente juntamente a Gilan. Andamos até a orla da floresta e no caminho percebi que os semideuses enfrentados já haviam desaparecido. Na nossa "tropa" havia alguns machucados e outros bem, pelo menos ninguém se machucou gravemente. Já deviam ser umas duas horas da matina quando chegamos ao Reifeitório, lá vimos Quíron nos esperando com um ar enraivecido com preocupação. Ele foi em nossa direção em rápidos galopes, tive que explicar tudo a ele com a ajuda de Gilan. Ao terminarmos os outros semideuses foram aos seus respectivos chalés, então Gilan e eu fomos para nossos chalés descansar. Ao entrar em meu chalé, tentei fazer o mínimo de barulho possível para não acordar os meus irmãos, coloquei a minha adaga de bronze que nem precisei usar ao lado de minha cama e quando olhei para o meu travesseiro vi aquele anel com um rubi encrustado no meio novamente, nele havia um bilhete e resolvi lê-lo."Para você filha". Era o que estava escrito, então coloquei o anel em meu dedo indicador direitos e me deitei apagando no mesmo instante.

Armas Levadas:
♣ Arco de prata celestial com aljava mista. Contém: Flechas de prata divino, flechas de bronze comuns e celestial, flechas sônicas, flechas tóxicas e flechas de ouro Imperial. O arco vira uma pulseira e a aljava aparece juntamente a ele.{Item Opcional}
♦ Adaga de Bronze [Item Inicial]
Poderes Usados:
Level 1: Unhas Zig-Zag - Suas unhas crescem ficando com 15 cm. E podem até cortar madeira. [10 MP] Foi usado duas vezes.
Pet:
♣ Unicórnios (Lilly)(100HP/100MP). Pacíficos, são enormes cavalos com pelos que variam do prata acetinado ao branco brilhante, e se destacam pelo chifre em sua testa, que possui poderes curativos, sendo capaz de curar qualquer veneno. {Item Opcional}


Última edição por Katherine W. Alth em Seg 2 Dez - 11:29, editado 1 vez(es)

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Re: Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

Mensagem por Gilan Crowley em Seg 2 Dez - 10:20



you were in the darkness too
____ A tarde havia sido bastante alegre e, bem, eu me sentia um pouco estranho ainda por ter tomado coragem suficiente para pedir Kath em namoro. O chalé de Hécate não é conhecido por sua capacidade social, por assim dizer. Meu coração ainda batia acelerado em reação ao súbito de coragem que havia tido tão de repente. Eu era quase tão corajoso quando o Leão Covarde no que se tratava de falar com Katherine sobre o que eu sentia, porém naquele dia havia encontrado um jeito de contar a ela sem que eu tivesse vontade de me atirar no rio. Quer dizer, o que ela tinha visto em mim? Meus cabelos escuros estavam meio compridos - eu gostava deles assim -, eu era bastante pálido, tinha olhos escuros e meu corpo não tinha nada que atraísse mais a atenção que o dos outros. Não tinha músculos definidos ou coisa assim, era até um pouco magrelo. Olhei novamente para meu corpo e cheguei a conclusão que não havia nada em mim que me tornasse mais atraente que os outros. Porém, isso não importava.

____ Estava começando a entardecer quando a chamei para irmos para o chalé nos aprontar. Entrelacei nossos dedos e dei um sorriso discreto, desses que deixam subentendido que a pessoa está pensando alguma coisa não muito pura ou, no mínimo, está tramando algo, mas preferi não dizer nada a respeito. Quando uma garota ruiva passou perto da gente, eu a olhei por um tempo, em uma postura quase defensiva. Nunca a tinha visto e ela olhava demais para Katherine. Então Kath perdeu a consciência e a garota se afastou. Esqueci na mesma hora de me importar com a garota. Ajoelhei-me ao lado de Kath e segurei a cabeça dela para que não batesse no chão. Não sabia o que era, mas imaginava ser capaz de reverter usando Acordar. Depois, a sacudi e chamei.

____Acorde, Kath! Não quero lhe perder!

____Gritei, por fim. Apesar de a segunda parte ter sido mais baixa, por não querer que os outros ouvissem. Foi um alivio vê-la abrindo os olhos. Olhei-a nos olhos, com a testa enrugada de preocupação.

____Tudo bem?

____Sim...

____ Suspirei de alivio e a ajudei a levantar, batendo minhas roupas. Passei um braço dela por sobre os meus ombros e coloquei uma mão na cintura dela, para lhe dar apoio e a ajudar a andar. Levei-a até o Chalé X e lhe dei um beijo na testa, sorrindo. Depois me virei e fui em direção ao chalé de Hécate.

____ Creio ter demorado um pouco a chegar porque o Chalé estava bem distante do X, mas não fazia importância. Chegando lá, peguei as vestimentas comuns que usava e fui para o banheiro. Eu sempre usava jeans escura, all star negro e a blusa do Acampamento, as vezes um casaco, o que facilitava um pouco. Um ou dois de meus novos irmãos estavam no chalé me esperando para partirmos. Tomei um banho rápido, ajeitei o cabelo e me vesti, saindo pronto do banheiro. Olhei meus irmãos e sorri. Sabia como era ser novo no Acampamento.

____Venha, vamos comer alguma coisa. Fila única, por favor.

____Fui a frente e os dois se colocaram atrás de mim, em fila. O lado bom dos semideuses do "lado negro da força" é que quase todos chegavam juntos ao Refeitório, uma vez que a maioria dos chalés deles ficavam próximos. Dei uma espiada na mesa de Afrodite e depois para fora, como se procurasse alguma coisa. Havia acabado de me recordar da garota esquisita que vira mais cedo. Por algum motivo, Kath também olhara para fora e, bem, acho que viu as mulheres também. Olhei meus irmãos e juntei as sobrancelhas.

____Os dois. Parados. Tem algo indo para a floresta?

____Minha voz era baixa e tirei os dois do fluxo de pessoas. Eles sacudiram a cabeça e falaram que não viam nada. Se fosse uma ilusão, eu acho que saberia. Ou melhor, sentiria. Sou filho da deusa da magia e da névoa afinal. Suspirei e os levei para mesa. Estava sentado de frente para as mesas que viam antes da nossa, de forma a poder ver alguma movimentação esquisita. Estava falando alguma coisa com meus irmãos sobre magias brancas quando Katherine se ergueu e me chamou, saindo do refeitório. Sorri e me levantei.

____Volto já, aproveitem o jantar.

____ Depois disso, sai apressado do lugar. Eu preferi não falar nada por um tempo enquanto andávamos. Não sabia o quanto os outros podiam ouvir e preferi manter o segredo de nossa saída repentina, apesar de pré-supor que a maioria iria interpretar errado. Quando decidi falar algo, olhei para ela e depois olhei para a orla da floresta de novo.

____As garotas... Será que estavam com aquela que vimos mais cedo?

____Minha voz saiu baixa, em um quase sussurro. Seguimos para a floresta ocupados demais para nos lembrarmos de um principio básico: não se entra naquela maldita floresta sem armas. Na orla da floresta, porém, estavam os nossos itens. Ajoelhei-me no chão e peguei minhas coisas, passando as de Katherine para ela e sorrindo. Levantei-me e olhei para a floresta. Tirei o anel do dedo sem esperar um sinal e dei alguns passos na direção da floresta. Mal havia entrado e o primeiro campista apareceu. Ou melhor: a primeira. Wisteria de Hefesto. Revirei os olhos e esperava que ela não estivesse com aquele grupo super feliz e agitado de antes. Mas alguma coisa no olhar dela deixava claro que ela estava sim com o grupo.

____Wis...

____Antes que terminasse de falar, ela avançou brandindo o martelo em nossa direção. Na verdade, ela parecia querer ME ATACAR. Precisei usar a haste da arma para tentar aparar o golpe e me jogar para o lado, em um misto de esquiva e defesa. Não esperava que desse totalmente certo, porém pelo menos os movimentos com uma arma pesada não eram tão ágeis. Olhei preocupado para Kath e ela entendeu. Ela preparou uma flecha e eu recuei alguns passos para não dar cobertura a semideusa. Ela disparou uma flecha e fiz um movimento com a mão para disparar um ataque baseado em magia. Não sabia muito bem o que fazer e não podia fazer abalos ou algo assim sem arriscar fazer Katerine errar. Então decidi fazer o básico: Espinhos de terra disparados a partir de minhas mãos. Eram cerca de oito espinhos e os fiz gastando o máximo de energia arcana possível. Pelo menos iria ferir um pouco, mas duvido que fosse o suficiente para matá-la. O intuito era ferir nas laterais do corpo e no braço, para incapacitá-la de se mover direito e usar a arma. Não sabia como aquilo iria resultar, mas esperava que desse certo. A campista gritou e avançou de novo para mim, sempre suspeitei que talvez não fosse muito com a minha cara. Desta vez, apenas virei de lado e o golpe pegou em meu ombro. Ela era mais forte do que eu esperava. Soltei um grito e deixei a arma cair, colocando a mão no ombro. Recuei um passo como reação natural e se Katherine não tivesse ali talvez eu ficasse pior. A garota decidiu usar o arco como uma espécie de porrete e bateu pouco atrás da orelha dela para fazê-la desmaiar, o que não teu muito certo. Além de fortes, filhos do deus da metalúrgica costumavam ser resistentes. Aproveitei para fazer um esfera de terra e jogar contra ela ao mesmo tempo em que falava para Katherine.

____Saia de trás!

____ A garota devia ter enfiado mais uma flecha antes de sair, mas não deu para perceber. A esfera fez o que eu desejava: incapacitou a garota de estar no combate. Me ajeitei ainda reclamando do ombro e peguei o cajado no chão.

____Ela bate doído...

____ Eu já estava ficando realmente irritado de estarmos andando pela floresta a procura das malditas mênades e sendo atacados o tempo todo por semideuses que não conseguiam resistir ao controle delas. Se me perguntassem agora como eu e Katherine não estávamos sendo afetados eu, possivelmente, responderia que minha magia talvez fosse mais forte e isto criasse uma proteção para mim e a motivação de Katherine, principalmente depois de Wisteria, deveria ser forte o suficiente para romper qualquer tentativa de controle. Meu ombro estava bastante dolorido ainda, mas pelo menos dava para quase mexe-lo sem sentir que um lutador de sumo absurdamente pesado estava pulando em cima dele. Estávamos um pouco mais fundo na floresta como outro campista. Era um rapaz de cabelos cor de mel, olhos azuis e pele pálida e, depois, percebi ser um pouco fria. Tinha o mesmo olhar que os outros e deu uma risada como se enlouquecido. Mas, espere, ele estava mesmo...

____Antes de esperar que ele nos atacasse, coloquei a loira meio para trás e estendi o braço bom na direção dele, junto ao cajado. O sussurro do encantamento veio de forma espontânea – os encantamentos costumavam fortalecer as magias, então eu estava usando na floresta para gastar menos tempo e energia com os semideuses. Sabe como é, ritual de sempre: começa com uma magia, mas depois usa a filosofia da cajadada na cabeça ou na boca do estomago. Caso fosse preciso, em mais meia duzia de lugares também. Era difícil se mover machucado, porém mesmo assim estava tentando. Amar alguém profundamente lhe da forças, ser amado profundamente lhe dá coragem, disse uma voz masculina que eu não reconheci na hora. Era melodiosa e suave, como as usadas para entoar canções de ninar para bebes ou crianças pequenas. A coragem e a força estavam por ali, mas eu não sabia exatamente de onde vinham. Talvez a voz tivesse surgido para responder isto ou gerado a duvida. Seja como for, dois "tentáculos" de fogo saíram de minha mão e a orbe do cajado emitiu uma luz roxa suave. A habilidade deveria ser, na verdade, duas bolas de fogo, mas decidi deixar como tentáculos na última hora e eles ficaram meio confusos por isso. Estava posicionado para dar meia cobertura a Katherine, mas ao mesmo tempo permitir que ela realizasse seus ataques. As esferas flamejantes não causaram muito dano, mas as flechas de Katherine foram encobertas pela luz pelo menos. Ele deu alguns passos para frente e a temperatura caiu um pouco. Era uma habilidade qualquer dos filhos de Quione, não sei. Ele também ativou os braceletes, que viraram adagas. O primeiro ataque foi dirigido a filha de Afrodite. Se não estivesse dando cobertura a ela, poderia ter pego o ataque. Acho que qualquer um teria notado que não fiquei muito animado com isso. Como ele estava mais próximo agora que tentara a golpear, não foi difícil obriga-lo a entrar no corpo a corpo e dar as costas para ela. Esperava que ela pudesse fazer algo sem que ele se voltasse para ela. Uma ou duas vezes, ele se voltou para ela, realmente. Mas eu aproveitava essas vezes para golpeá-lo pelas costas. Os golpes com adaga ou físicos dele doíam bastante, além do gelo incomodar bastante e as vezes o que se acumulava no chão dos ataques desestabilizava um pouco. Estava quase desistindo e voltando para as minhas magias, mas me lembrei que eles estavam fora de si e matar no Acampamento gerava expulsão. A calça e a blusa estavam com "marcas da floresta", para evitar descrever o estado de sujeira e rasgos causados pelos embates. A noção de tempo do embate não estava mais comigo a algum tempo, mas sei que estava cansado. Lembrei de um combate de um livro que meu pai lera para mim - não consigo me dar bem com o inglês -, mas levando em consideração que eu era ruim com corpo-a-corpo, não sabia se daria certo. Basicamente, usei o braço "incapaz" para segurar a gola da blusa dele e dei uma pancada com o cajado rumo ao queixo dele. Obviamente, isso não impediu que ele me golpeasse, mas deu tempo dele tomar uma flecha de prata nos biceps e soltar uma das adagas. Katherine deu o último golpe para deixa-lo inconsciente e eu me deixei cair no chão, cansado.

____Cinco minutos, por favor...

____Após pedir o tempo, Kath pediu para Lilly me curar e... Sinceramente? Era estranho ser curado por um unicórnio, mas pelo menos eu sabia que ele não iria resolver me mastigar depois para demonstrar afeto. Não, ninguém nunca tinha feito isso. O filho de Hades havia me deixado um pouco receoso: não era o tipo de inimigo que eu gostaria de ter. Mas acho que ia demorar um pouco para eu ter o prazer de encontrá-lo em uma batalha. Conforme eu andava, agora bem melhor que antes, eu voltava a ficar agitado. Nada agradável, repetia a mim mesmo. Apertei o cajado e olhei ao redor. Sempre esperava que um monstro fosse surgir do nada. Quer dizer, eles sempre surgiam do nada na floresta. Ok, semideuses às vezes ficam neuróticos com monstros.

____ Levou um tempo para que alguma coisa aparecesse. E, bem, foi um monstro. Menos mal, esse pelo menos poderíamos matar sem medo. Eu ia me oferecer para lutar como aconteceu contra o filho de Quione e Wisteria, mas parece que agi um pouco devagar demais. Ela me pediu para ficar com Lilly e soltei o ar pela boca. Isso queria dizer que eu podia recuperar um pouco de energia, mas precisava ficar alerta. Abaixei-me e coloquei o joelho esquerdo no chão. Estava alerta ao que ocorria e até olhava de esquio, mas decidi parecer um pouco mais relaxado. Toquei um dos cascos de Lilly e olhei para ela.

____Então, senhorita Lilly, posso ser seus cascos?

____ Sim, eu estava conversando com o unicórnio e sim, eu estava olhando a parte de baixo dos cascos. Já que íamos andar com o unicórnio pela floresta e também estava fora de combate, pelo menos poderia cuidar para que ele ficasse confortável sem nenhuma pedra ou galho machucando seus cascos. Mesmo verificando os cascos, minha atenção estava voltada quase totalmente ao embate. Me levantei de novo e olhei para o combate. Ao ver Katherine caindo, eu queria me meter na luta e matar aquele maldito animal gigante e eu teria ido se não fosse impedido. Apertei o cajado e ouvi o relincho de Lilly - unicórnios relincham? -, como se me falasse que não era um combate meu. Sim, eu estava tão nervoso que estava atribuindo pensamentos aquela criatura e achando que os entendia.

____ Quando ela começou a cortar as arvores com a unha - as arvores ali eram mais jovens, com troncos mais finos e não tão resistentes - e me mandou ir para o outro lado, eu me questionei o que ela estava fazendo. Toquei em no equino e guiei para o outro lado. Ouvi pouco após ela pedindo para utilizar minha magia para queimar as arvores e, bem, decidi fazer uma versão menos poderosa e flamejante de uma magia que já havia visto no D&D e o nome me fugira agora. Movi o cajado em um movimento amplo a minha frente como o Dainn do Lunia - eu jogava antes de descobrir ser um semideus e sempre com dificuldade por nunca conseguir ler o que era para fazer -, uma espécie de língua de fogo foi feita e pequenos "raios" foram projetados rumo as quatro arvores para fazê-los pegar fogo. As arvores incendiaram e pouco após caíram enquanto queimavam. Puxei Katherine para junto de mim, com um braço na cintura dela e colei meus lábios nos cabelos dela, sem dizer uma palavra sequer. Não era preciso. Meu coração acelerado e a respiração afetada diziam tudo. Depois a soltei e a olhei nos olhos, com um sorriso.

____Vamos, querida. Tudo isso terminará em breve, você verá. Ficará tudo bem para nós.

____Eu estava tentando ser otimista e deixá-la mais animada. Qualquer um ficaria abalado em uma floresta com campistas loucos e monstros vindos de lugares muito suspeitos e pouco prováveis, não?

____Que acabará em breve, eu concordo. Mas se ficará para vocês, eu já não sei.

____ Olhei para a direção da voz e lá estava o suposto filho de Hades. Toquei a mão de Katherine e dei um leve aperto, olhando para ela pelo canto dos olhos e depois voltei a olhar o filho de Hades. Já estava virando um padrão os inimigos começarem a encrenca antes de nós. Mas dessa vez o alvo foi o ser com chifre na testa, digo, Lilly. Olhei para minha namorada e ela definitivamente não ficou nem um pouco animada com isso. Ela praticamente pulou para cima do cara, furiosa. A sorte desta vez não foi tão grande como a que tivemos com o escorpião. Tudo estaria acabado se não fosse um jato de água que disparei contra os olhos dele. A água prejudicou no último ataque, o que talvez tivesse salvado Kath. Coloquei-me entre os dois e respirei fundo.

____Lilly, cure-a... Por favor.

____ Ele não ia bater na minha garota e sair dali assim... Bem. Ainda estava cansado, mas não o suficiente para me impedir de acabar com aquele cara. Não importava se era um indefinido ou um filho de Hades. Na verdade, eu até preferia que fosse reclamado e com um pai poderoso. Assim, não precisaria me controlar tanto. Durante todo o tempo, eu estava consciente de que dois pares de olhos me observavam. Mentalmente, repassei o anagrama Elemental procurando informações que pudessem ser úteis. Sabia que a base dos filhos de Hades eram trevas, terra e fogo grego. Luz e trevas se anulariam e podia simular luz com Ataque Mágico, Terra era facilmente combatido com vento / ar, mas o fogo grego... Os planos geniais poderiam esperar um pouco. Novamente, o cajado foi transformado em foice.

____ Nenhuma palavra precisou ser dita, nenhuma ofensa foi trocada. O silencio era quase absoluto, exceto por sons de armas colidindo ou magias sendo executadas. O ambiente estava pouco mais caótico do que antes. Pedras e terra deslocadas, sangue, arbustos ou arvores chamuscados, folhas sendo levadas pelo vento, coisas molhadas. Era difícil ocultar a passagem de alguém por ai, ainda mais difícil disfarçar que houvera um combate. Ele era um pouco mais experiente e mais forte, porém minha magia me dava certa cobertura que as habilidades dele ainda não lhe davam. Novamente, percebi que talvez eu jamais tivesse iniciado aquilo caso a vontade de proteger não fosse enorme. Haviam me dito para nunca começar um combate ou guerra que não estivesse certo de poder ganhar. Bem, eu achava que poderia ganhar. Eu precisava ganhar. Não por orgulho ou algo assim. Mas, acredite, quando algo que você gosta muito é machucado, a vontade de proteger e acolher seu alvo de afeto fala muito mais alto que o racional. Tudo de repente deixa de fazer sentido e você passa a pensar como uma espécie de protetor.

____ O que Lilly havia curado havia voltado com quase força total. Voltara a ficar machucado e estava com medo de não conseguir sair daquela. Ia atacá-lo novamente se alguém não me tivesse abraço por trás, o que me fez parar. Toquei uma das mãos dela com a ponta dos dedos e suspirei. A foice voltou a forma de cajado e ela me apertou um pouco mais.

____Desculpe... Perdi o controle.

____ Depois da luta contra o filho de Hades, que eu quase fizera a besteira de matar ele, tudo ficou absurdamente calmo. Não ouvia mais os ruídos do grupo que ia a frente e nem nada que pudesse indicar que estávamos perto, o que me deixava agitado. Na melhor das hipóteses, havíamos nos afastado demais delas. Na pior? Estávamos indo para uma embocada. Acho que preferia ter me afastado demais delas, sinceramente. Tinha visto o que aconteceu com aqueles campistas e percebi que não queria enfrentar elas. Eu precisava, mas percebi o quão perigoso era. Mas a lembrança delas quase dominando Katherine me fez chegar a conclusão que eu precisava enfrentá-las.

____ Estava abaixado perto de uma arvore olhando ao redor quando tive uma ideia um tanto incomum. Dei um sorriso e olhei para Katherine, pensando em como falar aquilo sem deixá-la achando que eu estava enlouquecendo ou algo do tipo. Ponderei um pouco sobre a ideia e então falei como se a ideia tivesse acabado de me ocorrer em mais um dos surtos de genialidade de semideuses.

____Hm, Kath? Estava pensando. Talvez não seja uma boa ideia entrarmos em combate direto, sabe? Tenho uma idéia um tanto incomum, mas pode dar certo. Lilly poderia tentar conseguir alguém para tirar os campistas daqui. Eu irei procurá-las, não devem estar muito longe, e irei fazer algo que possa debilitá-las o suficiente para serem derrotadas. Mas, por favor, enquanto eu não disser que é seguro, não saia daqui ou destampe os ouvidos. Qualquer coisa que ouvir pode ser perigoso.

____Me levantei e lhe dei um beijo na testa antes de avançar um pouco. Já esteve em uma situação que você prefere assumir o máximo de risco possível para manter uma pessoa segura? Isso não é tudo desespero, antes que vocês pensem que é. Apenas... Estou preocupado com o bem estar dela. Talvez seja parte da minha pré-disposição a Menestrel. Arrisquei dar uma espiada nos ponteiros de Disputationi para ter certeza que o tempo se movia - o item tinha o costume de mexer com o tempo sem que eu notasse. Tudo certo com o tempo, apesar de eu desejar que o item tivesse feito alguma coisa.

____Estava a uns cinco minutos para frente e quatro para esquerda de Katherine quando encontrei as loucas seguidoras do senhor D. e soltei o ar pela boca sem saber se ficava aliviado ou preocupado com o encontro. Não havia muita coisa para fazer, afinal não tinha outra magia ofensiva que não fosse Ataque Mágico e tão pouco possuía uma arma que cobrisse aquela distancia. Precisava torcer para não ser afetado por elas antes de fazer alguma coisa. Olhei para os lados para me certificar que não era observado e ergui as mãos, usando a proteção das arvores como sombra para me ocultar delas. Comecei a entoar os encantamentos e gerar quatro cilindros de terra grandes - cada um feito com o máximo de energia - acima delas e parecidos com toras de arvores e fiz um movimento para todos rumarem ao centro acima delas e, ao se chocarem, se destruírem, jogando destroços em cima delas.

____ Minha ideia deu, em parte, certo. A explosão causada pela colisão causou bastante barulho, o que abafou os gritos e risadas delas e quebrou o controle sobre os semideuses que estavam próximos. Os destroços caíram pela área e acertou alguns deles, mas as mênades ficaram em pior situação. Com um pouco de sorte, agora conseguiríamos alguns aliados. O problema era o fato do barulho ter sido alto o suficiente para atrair a atenção de qualquer um a uma distancia de uns quinze minutos. Esperava que minha musa não tivesse a brilhante ideia de ir até lá ver o que fora aquilo. Confusos, os campistas estavam com dificuldade para se desvencilhar dos destroços e não entendiam muito bem o que estava acontecendo. Mas, bem, não importa. Não tinha tempo para isso. Acabe com elas antes de que a filha de Afrodite chegue, Gilan, disse uma voz feminina e conhecida em minha mente. Ah, claro. Para você é fácil falar, mãe. Não é a senhora que está aqui lutando e sofrendo aqui, é? Exatamente, não é.

____ Seja como for, havia um fator que eu não havia considerado antes: eu estava lutando a noite, o que me deixava mais pré-disposto ao sucesso. Concentrei-me para restaurar minha energia com as trevas do lugar, apesar de ainda ser um processo lento neste nível. A quantidade de sombras, porém, me ajudava a recuperar bastante. Desta vez, meu ataque foi mais preciso do que o de terra. Conjurei uma bola de chamas sobre elas e a joguei contra. Mas creio que a luz gerada pelo fogo ou o circulo mágico talvez possa ter as alertado caso não estivessem totalmente dispersas. Os semideuses que se recuperaram mais rápido perceberam o que acontecia e alguns arriscaram algumas habilidades que não dependessem de combate corporal. Gelo sendo arremessado, pequenas conchas e animais marinhos eram jogados por um dos campistas mais desesperados, outros usavam o vento ou habilidades ligadas a terra para jogar pedras ou areia nelas. Claro que sempre tinham aqueles campistas geniais que tentavam o corpo a corpo, mas eram poucos. Alguns campistas cantavam juntos, tentando deixar as mênades sobre efeito de alguma habilidade que eu desconhecia.

____ Mas então, quando achei que haviam chances, aconteceu. Mesmo com os sons do combate abafando parte dos gritos e tentativas de controle delas, alguns ainda ficavam confusos e me deparei com uma Katherine saindo de algum lugar e ficando sobre o controle delas. Por Hécate! Como ela conseguiu isso? Não importa, seja como for é minha função parar ela antes que alguma besteira fosse feita. Mas... Como? Estendi a mão na direção dela e tentei usar Acordar, talvez funcionasse. Era uma pena que, como eu sabia, só funcionava com quem estava adormecido e ela não estava exatamente dormindo. O único jeito seria conseguir silenciar as mênades. Porém como? Eu não controlava bem o suficiente o ar para gerar uma espécie de vácuo e impedi-las de gritar, além de também não conseguir deixar Katherine surda ou libertá-la do encantamento. Precisava quebrar a concentração das loucas. Precisaria, então, entrar no modo suicida.

____Com a maioria delas ainda de pé, sai das sombras com uma nova determinação. Dane-se que poderia acabar sobre o controle delas. Minha magia precisaria ser mais forte ou pelo menos precisava resistir por tempo o suficiente para um novo ataque. Converti o cajado em foice e o joguei para frente, usando ataque mágico para criar uma rajada de vento indo rente a arma e o guiando da esquerda para direita e trazendo de volta após o ataque contra as mênades.

____TENTEM DESCONCENTRA-LAS!

____ Ok, talvez eu tivesse as alertado, porém não podia avisar os outros de forma telepática. Os gritos e barulhos de ataques recomeçaram. Todos pareciam dispostos a ajudar quando sabiam o que fazer. O que mais me preocupava era que mesmo com todos os esforços, não conseguia pensar em um modo de ajudar Katherine a mesmo que... Ah, meu amor, espero que me perdoe. Ergui a mão esquerda depois de recolher a arma e senti um aperto no coração. Um pequeno pedaço de terra se ergueu na altura dos joelhos dela. Não tinha mais que cinco centímetros de largura, porém o efeito foi perfeito. A ideia foi derrubá-la para tentar fazer ela sair do efeito. Eu preferia não machucá-la, então não fiz um ataque, entende? Espero que aquilo pudesse ajudá-la a sair do efeito das mênades.

____ Enquanto eu tentava libertá-la, os outros lutavam bravamente contra as mênades. Espero que eu tivesse conseguido, pois precisei voltar minha atenção para elas. Lancei uma rajada flamejante e considerei lançar a foice de novo, mas achei melhor não. Podia ferir um campista. O fogo aos poucos ia se espalhando pela grama. É, problemas. Mas pouco importa agora. Com o calor e o fogo, aos poucos a motivação de todos foi ficando confusa. Então surgiu a ideia mais insana que eu já tive. Fui usando Ataque Mágico para ir fazendo a terra "escorrer" para as laterais e ir afundando as mênades aos poucos, para depois cobri-las com a terra em uma especie de caixão. Só é uma pena que só tive forças para fazer isso até os joelhos, de novo. Em um esforço conjunto, a maior parte das invasoras estava ou morta ou fora de combate. Os poucos que ainda estavam com energia derrubaram. Então fui ver como Katherine estava.

____ Bem, pelo menos estava viva e inteira. Desta vez, deixei que ela falasse com os campistas e toda aquela burocracia, não era bom com as palavras. Fui me arrastando a frente com ela, com um meio sorriso cansado em face. Bem, quando saímos da floresta e fomos rumo ao refeitório, encontramos um Quíron irritado e, ao mesmo tempo, preocupado. Foi demorado explicar, mas não difícil. E o fato de ser um dos Conselheiros pesou um pouco na hora dele acreditar. Eu não deixaria meu chalé sem representante, inventaria uma desculpa louca e me embrenharia na floresta. Acho que ninguém faria isso. Quando todos foram aos chalés, fui com Katherine até o chalé de Afrodite novamente e arrisquei dar um selinho nela.

____Cuide-se, meu anjo. Até amanhã.

____ Depois, sorri e me retirei para o meu chalé. Tomei um banho rápido, coloquei meu pijama, escovei os dentes e ajeitei os cabelos. Sobre o travesseiro, havia um pedaço de pergaminho de minha mãe, com apenas um "parabéns" escrito em grego. Bem, não esperava muito mais que isso também.

Armas:
Crystállum. {Todo feito de Ferro Estígio e ornamentado com relevos de cães e lobos. Na ponta, possui uma orbe roxa que brilha ao conjurar magia. Pode se transformar numa foice com a lamina feita de ametista, o cristal existente na ponta. É muito resistente. Vira um anel.} [By Hécate]

Disputationi. {Um relógio de bolso para garotos e um relógio de pulso para garotas. Em um momento de perigo, o ponteiro pode avança dois turnos ou retroceder dois turnos sem que o semideus saiba. Caso volte, ele parecerá ter estado dormindo ou em um deja vú. Caso avance, ira apenas dar uma visão futura e voltará ao presente após isto com a consciência do que ocorrera para tentar mudar. É a única forma do filho da magia mexer com o tempo sem danificar nada.} [By Hécate]

Poderes Passivos:
➛ Aptidão Magica. Como era de se esperar, as crianças de Hécate herdaram de sua mãe os talentos magicos, tornando-se muito eficientes em magias. Estas, quando conjuradas pelas crias da deusa, causam um pouco mais de dano que o normal e consomem menos energia. Itens mágicos (como varinhas e poções) funcionam melhor e mais fácil com eles.
➛ Criança da Noite. Considerada a deusa dos aspectos cruéis e tenebrosos da noite, seus filhos tem facilidade em realizar magias e outras tarefas a noite, alias durante a noite seus rituais ficam mais poderosos. Porém, isto não quer dizer que não corram riscos: monstros noturnos ainda podem ataca-los normalmente.
➛ Alma Ambígua. A magia pode causar o bem, mas também pode causar o mal. Pode machucar, mas também pode curar. Pode proteger uma pessoa, mas pode igualmente ferir seu alvo. Pode impedir a morte, porém pode causa-la. Somente aqueles que a usam sabem o quanto ela exige dos usuários. Andando sempre em cima do muro, eles tem o conhecimento suficiente para decidir o que fazer com ela. Tal como a magia, os herdeiros d'A Distante possuem dois lados diferentes, podendo trazer tanto o bem quanto o mal. Também tendem a tomar decisões mais acertadas, medindo as consequências de ambas as opções e escolhendo a melhor.
➛ Proteção Obscura. Quanto existe trevas / sombras no ambiente, uma pequena proteção vinda destas afeta o campista. Ataques passam a causar 10% menos dano físico e você tem 25% a mais de chances de defesa. A quantidade de trevas do lugar não afeta o índice.
➛ Cura Sombria. Dentro das sombras, você vai se curando lentamente. Neste nível, é algo bem fraco, curando cerca de 10 ~ 15 de vida e energia do campista durante 3 turnos enquanto permanecer dentro das sombras.

Poderes Ativos:
➛ Ataque Magico. Esta é a forma mais simples e óbvia de provocar dano usando magia. Você pode disparar chamas, jatos líquidos, vento cortante, meteoros, raios de luz, garras de escuridão... O tipo exato de ataque depende da imaginação do mago. Com terra, por exemplo, poderia atacar com uma chuva de meteoros, uma parede de pedra, um imenso monólito ou uma mão rochosa gigante. O efeito visual pode mudar, mas existe um limite: esse efeito sempre vai causar dano igual a 3 mais o MP utilizado. Então, se você gasta 5 PMs lançando a magia, sua chuva de meteoros vai resultar em 8 de dano. Custo: Minimo de 5 e Máximo de 10.
➛ Acordar. Esta magia serve para acordar criaturas adormecidas, incluindo aquelas que não possam ser despertadas por meios normais, como vítimas da magia Sono. Custo: 10 de MP por criatura.


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Re: Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

Mensagem por Hades em Ter 10 Dez - 12:18


Katherine W. Alth || Gilan Crowley

A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem. O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte. O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.

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Pó de Unicórnio. [Um pó extraído de chifres de ouro de unicórnios. Tem propriedades curativas extremamente fortes. Cura qualquer doença, envenenamento, cortes e tipo de machucado/lesão. Para usar, deve-se engolir o pó. O efeito é imediato, e só pode ser usado uma vez, mesmo que não coma o pó todo: 90% de chances de morte caso use mais de uma vez.]

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Re: Terror no Jantar! ─ Missão One-Post para Katherine W. Alth.

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